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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2018.tde-20181127-161958
Documento
Autor
Nome completo
Viviane Mendonça Pereira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2000
Orientador
Título em português
O recente processo migratório interno brasileiro e seus determinantes
Palavras-chave em português
BRASIL
MIGRAÇÃO
MIGRANTES
Resumo em português
Utilizando microdados fornecidos pela PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra e Domicílios (IBGE), este estudo, por meio de uma análise gráfica e tabular, procurou primeiramente abordar as principais características, composição e estrutura do atual processo migratório brasileiro. Definindo o migrante como o indivíduo não natural do município de residência, o movimento migratório interno brasileiro, atualmente, é considerado menos intenso comparativamente a décadas anteriores, pois a participação dos migrantes na população total declinou e, hoje, os migrantes representam 32,9% da população total brasileira. Os migrantes para o ano de 1998 são, na maioria, mulheres, possuem cor amarela e branca, estão situados na área urbana, possuem estrutura etária mais envelhecida, concentrando-se na faixa etária de 30 a 45 anos, e, principalmente, possuem nível de instrução e escolaridade superior ao dos indivíduos naturais do município de residência. Este maior nível de instrução por parte dos migrantes possivelmente contribui para que estes apresentem níveis de rendimentos maiores que os dos não-migrantes. Posteriormente, por meio de um modelo econométrico, o atual trabalho procurou observar o comportamento das migrações internas brasileiras atuais e seus determinantes. Como resultado, tem-se que as mulheres brasileiras são mais propensas a migrar do que os homens e que tanto os homens quanto as mulheres de cor amarela possuem maior propensão à migração do que os homens e mulheres que possuem a cor branca. O coeficiente estimado da cor parda para os homens apresentou sinal positivo, indicando que os homens pardos migram mais que os brancos, diferentemente do coeficiente das mulheres que apresentou sinal negativo, indicando que as pardas possuem menor propensão à migração do que as brancas. Com relação à cor negra, tanto os homens negros quanto as mulheres negras possuem menor probabilidade de deixar seu local de origem do que os homens e mulheres que possuem cor branca. Observando a variável educação, conclui-se que os homens com maior nível de escolaridade migram mais com relação aos níveis baixos de escolaridade. Entretanto, há uma tendência de queda na magnitude dos efeitos marginais à medida que a educação aumenta. As mulheres apresentam o mesmo resultado apenas até atingirem 11 anos de estudo. Ao completarem aproximadamente o segundo grau, o aumento da escolaridade interfere negativamente na decisão da mulher migrar, enquanto que o homem está sempre disposto e propenso à migração à medida que adquire maior instrução. Observa-se também o aumento da idade aumenta a probabilidade dos indivíduos migrarem até um certo ponto, além do qual a probabilidade diminui. Com relação à influência do tamanho da família na propensão do indivíduo migrar, tem-se que os brasileiros migrantes em geral possuem menor probabilidade à migração à medida que possuem maior número de membros na família. Para finalizar, conclui-se que os movimentos migratórios internos que anteriormente eram marcados pela condição de pobreza passaram a mesclar-se com fluxos migratórios de população de classe média e alta. Hoje em dia, à medida que aumenta sua renda per capita, o indivíduo possui maiores recursos para financiar sua migração e acresce sua probabilidade de deixar seu local de origem. Assim, verifica-se com o atual trabalho que não são apenas as variáveis econômicas que influenciam a decisão migratória do indivíduo brasileiro. Constata-se que tanto variáveis econômicas quanto variáveis não-econômicas são significativas na determinação das influências da migração interna brasileira
Título em inglês
not available
Resumo em inglês
not available
 
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Data de Publicação
2018-11-27
 
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