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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2018.tde-20181127-160634
Documento
Autor
Nome completo
Marcos Fernando de Godoy Lusso
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 1989
Orientador
Título em português
Alterações na atividade e no perfil eletroforético da enzima peroxidase em mesocótilos e folhas de milho (Zea mays L.) em resposta á inoculação com Helminthosporium maydis Nisik. E Miy., Raça O, Helminthosporium carbonum Ullstrup, Raça 1 e à injúria mecânica
Palavras-chave em português
CARBORUNDO
DANOS MECÂNICOS
ELETROFORESE
FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
INOCULAÇÃO
MANCHA FOLIAR
MILHO
PEROXIDASE
Resumo em português
O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de se verificar o papel da enzima peroxidase nas respostas de plantas de milho ao ferimento com carborundo e à inoculação com H.carbonum (interação de resistência) ou H. maydis (interação de suscetibilidade). Os estudos basearam-se na atividade da enzima in vitro e nas alterações do perfil isoenzimático de extratos obtidos das plantas feridas ou inoculadas. A análise dos extratos mostrou um aumento na atividade da peroxidade em respostas à inoculação com H. maydis ou a ferimento. No material inoculado com H. maydis, a máxima atividade enzimática ocorreu ao redor de 48 h após a inoculação. Em relação ao ferimento observou-se nos mesocóticos um máximo de atividade ao redor de 48 h enquanto que nas folhas esse máximo ocorreu ao redor de 24 h após a injúria. Por sua vez, o material inoculado com H. carbonum apresentou atividade enzimática menor quando comparado a H. maydis e próxima aos valores encontrados para os tecidos controle. No tocante ao perfil isoenzimático, observou-se nos extratos de tecidos foliares tratados o aparecimento de duas e o desaparecimento de três isoperoxidases no material extraído 12 h após os tratamentos. Esses mesmos resultados foram observados em extratos obtidos em 24 e 48 h. Finalmente, os resultados sugerem que as alterações da peroxidase, tanto em relação ao aumento da atividade quanto ao perfil isoenzimático, mostram-se comuns ao ferimento causado por um agente abrasivo bem como à infecção por fungos
Título em inglês
Changes in activity and electrophoretic pattern of peroxidase in maize (Zea mays L.) mesocotyls and leaves after inoculation with (Helminthosporium maydis Nisik. & Miy., Race O, (HeIminthosporium carbonum Ullstrup, Race 1 and mechanical injury
Resumo em inglês
The role of the enzyme peroxidase on maize plants after wounding with carborundum or inoculation with the fungi H.carbonum (resistant interaction) or H.maydis (susceptible interaction) was studied. The work was carried out based upon enzyme activity in vitro as well as on isoenzimatic patterns in extracts obtained from wounded or inoculated tissues. Results showed an increase in peroxidase activity after inoculation with H.maydis or wounding. In maize tissues inoculated with H.maydis the highest level of enzyme activity was observed 48 h after inoculation. In tissues wounded with carborundum, the highest enzyme activity was observed to occur 48 h in mesocotyls and leaves inoculated with H.carbonum exhibited an enzyme activity smaller than that observed in tissued inoculated with H.maydis, and the level of activity was close to the values observed for uninoculated tissues. Regarding the isoenzimatic studies, two new isoenzymes were observed in extracts obtained from wounded or inoculated leaves 12 h after the treatments. At the same time, it was observed the desappearance of three others isoenzymes in the same material. The same results were observed in leaf extracts obtained 24 and 48 h after wounding or inoculation. Finally, the results suggest that changes in peroxidase, based upon enzyme activity and isoenzyme patterns, are common responses of maize tissues to wounding by abrasion and to fungal infection
 
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Data de Publicação
2018-11-27
 
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