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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2018.tde-20181127-161717
Documento
Autor
Nome completo
Tadeu Cavalcante Reis
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 1998
Orientador
Título em português
Variação da acidez do solo em resposta à adição de materiais orgânicos
Palavras-chave em português
ACIDEZ DO SOLO
DELINEAMENTO EXPERIMENTAL
MICROBIOLOGIA DO SOLO
RESÍDUOS ORGÂNICOS
Resumo em português
Foram conduzidos dois experimentos de incubação de amostras de terra com diferentes fontes de carbono orgânico, objetivando relacionar as possíveis variações de pH e de alumínio trocável com a natureza dos materiais orgânicos utilizados, com as variações das formas de alumínio e com a atividade microbiológica do solo. O primeiro estudo foi conduzido em casa de vegetação, utilizando o delineamento estatístico inteiramente casualizado em arranjo fatorial, incubando-se amostras de terra de dois solos com diferentes valores de pH e alumínio trocável por um período de 175 dias, com dez materiais orgânicos palha da cana, feijão de porco (Canavalia ensiformis D.C.), esterco bovino e de galinha, composto orgânico, vermicomposto, turfa, vinhaça e dois lodos de esgoto com diferentes períodos de armazenamento. Durante a incubação foram realizadas determinações periódicas de pH (H2O e CaCl2 0,01 mol L-1) e alumínio trocável, as quais permitiam verificar que os materiais orgânicos estudados com, exceção de turfa e do composto orgânico, atuaram na redução de acidez das amostras de terra. O aumento do pH e a redução do alumínio trocável notados no estudo foram basicamente atribuídos a alcalinidade prontamente reativa de alguns materiais e à ação alcalinizante ou complexante de compostos liberados durante a degradação da matéria orgânica. Além de diminuir a amplitude das variações totais de pH e alumínio trocável dos tratamentos, a incubação dos materiais orgânicos, nas amostras de terra de maior acidez, resultou numa alteração mais lenta deste atributo, que foi atribuída a maior dificuldade de decomposição dos materiais nessa condição. A determinação do alumínio complexado pela matéria orgânica, através de extração com CuCl 2, evidenciou que o processo de complexação contribuiu pouco com a redução do alumínio trocável do solo, ficando evidente que o aumento do pH foi o principal responsável pela alteração. O segundo estágio foi conduzido em câmaras de incubação com temperatura controlada, onde amostras de terra de um Cambissolo foram incubadas com cinco materiais orgânicos sob temperaturas de 20 e 30° C, por um período de 38 dias. Após este período, as temperaturas foram elevadas a 35° C e mantidas até o final do ensaio, 71 dias. Os materiais utilizados foram: feijão de porco, esterco bovino, vinhaça, turfa e um lodo de tratamento biológico de efluentes. Ao longo de todo o período de incubação foi realizado o acompanhamento do CO2 desprendido de cada tratamento e dos respectivos valores de pH, determinando-se ao final dos 38 dias de incubação os teores de alumínio trocável. Os resultados indicaram que a vinhaça foi o material que apresentou maior porcentagem de mineralização, seguido do feijão de porco, esterco bovino, lodo e turfa. Aos dados de produção de CO2 foi ajustado o modelo de cinética de primeira ordem, que permitiu o cálculo das constantes de velocidade de degradação do materiais orgânicos. As determinações de pH do solo, ao longo do período de incubação permitiram a observação de comportamentos semelhantes aos obtidos no primeiro ensaio para esse atributo, sendo que as alterações de pH resultantes da adição de vinhaça foram mais expressivas a 30° C que a 20° C e foram relacionadas à quantidade acumulada de CO2 liberado
Título em inglês
not available
Resumo em inglês
not available
 
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Data de Publicação
2018-11-27
 
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