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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2018.tde-20181127-162121
Documento
Autor
Nome completo
Osny Tadeu de Aguiar
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2003
Orientador
Título em português
Comparação entre os métodos de quadrantes e parcelas na caracterização da composição florística e fitossociológica de um trecho de floresta ombrófila densa no Parque Estadual"Carlos Botelho"- São Miguel Arcanjo, São Paulo
Palavras-chave em português
COMUNIDADES VEGETAIS
FLORESTAS TROPICAIS
MATA ATLÂNTICA
PARQUES ESTADUAIS
Resumo em português
O potencial de recursos inaproveitados do bioma Mata Atlântica pode ser revelado através de estudos detalhados. Entretanto, embora haja inúmeros estudos enfocando o entendimento das florestas tropicais, ainda persiste a falta de conhecimento da composição florística e estrutura fitossociológica destas florestas. Estes estudos podem ocorrer em diferentes níveis proporcionando diretrizes para uma política de conservação realista, podendo fornecer uma gama de informações aplicáveis em diferentes campos do conhecimento. Neste sentido, desenvolveu-se o estudo em um trecho de floresta ombrófila densa no Parque Estadual"Carlos Botelho", objetivando avaliar e comparar como dois métodos de amostragem florestal (parcelas de área fixa e pontos quadrantes) representam a composição florística e os parâmetros estruturais de espécies arbóreas. Este trabalho faz parte do Projeto Temático"Métodos de Inventário da Biodiversidade de Espécies Arbóreas, cujo objetivo principal e desenvolver um sistema de amostragem para estudo e conhecimento da biodiversidade do Estado de São Paulo. Efetuou-se o levantamento numa grade de amostragem de 64 parcelas de 10 x 90 m (900 m2), sistematicamente distribuídas. Foram alocados 5 pontos quadrantes em cada parcela, totalizando 320 pontos. Amostrou-se todas as árvores com DAP igualou superior a 5 cm. Avaliando-se os dados florísticos obtidos a partir do método de parcelas, observou-se que foram amostrados 9544 indivíduos, representando 252 espécies, 125 gêneros e 60 famílias. Nos pontos quadrantes, foram amostrados 1280 indivíduos que representam 177 espécies, 106 gêneros e 53 famílias. Para o método de parcelas, as famílias com maior número de gêneros foram: Myrtaceae, Lauraceae, Rubiaceae, Fabaceae, Sapotaceae e Euphorbiaceae. Quanto ao método dos quadrantes, se destacaram as mesmas famílias, não na mesma ordem. Os gêneros mais representados nas parcelas foram: Eugenia (Myrtaceae), Ocotea (Lauraceae), Myrcia (Myrtaceae), Miconia (Melastomataceae), Mollinedia (Monimiaceae), Myrceugenia (Myrtaceae), Inga (Mimosaceae), Rapanea (Myrsinaceae), Marlierea (Myrtaceae) e Ilex (Aquifoliaceae). Por quadrantes, os gêneros que mais se destacaram foram: Eugenia (Myrtaceae), Ocotea (Lauraceae), Myrcia (Myrtaceae), Miconia (Melastomataceae) Rapanea (Myrsinaceae), Marlierea (Myrtaceae) e Myrceugenia (Myrtaceae). A espécie com maior número de indivíduos no método de parcelas foi Euterpe edulis, Alibertia sp., Micropholis crassipedicellata, Bathysa australis, Ocotea catharinensis, Coussarea sp., Pouteria bullata, Eugenia stictosepala e Guapira opposita. Nos quadrantes, a espécie que mais se destacou também foi Euterpe edulis, seguida por Micropholis crassipedicellata, Bathisa australis, Mollinedia oligantha, Coussarea sp., Ocotea catharinensis, Alibertia sp., Pouteria bullata, Eugenia stictosepala, Ormosea dasycarpa. As dez principais espécies em IVI, para o método de parcelas foram: Micropholis crassipedicellata (17,08), Euterpe edulis (15,56), Ocotea catharinensis (10,25), Pouteria bullata (7,28), Alchornea triplinervia (6,22), Mollinedia oligantha (5,69), Alibertia sp. (5,57), Vantanea compacta (5,53), Bathysa australis (5,34) e Cabralea canjerana (4,93). Enquanto que para os quadrantes os principais IVIs foram: Euterpe edulis (24,97), Micropholis crassipedicellata (23,67), Bathysa australis (12,49), Guapira opposita (8,68), Mollinedia oligantha (8,40), Ocotea catharinensis (8,08), Pouteria bullata (7,15), Vantanea compacta (6,31), Eugenia melanogina (5,74), Coussarea sp. (5,39). Observou-se que os dois métodos amostraram a composição florística e a estrutura fitos sociológica da comunidade estudada de maneira semelhante. Assim, considerando-se o esforço físico e as dificuldades da topografia, recomenda-se aplicação do método de quadrantes para estudar a vegetação florestal em ambientes com as mesmas características de relevo.
Título em inglês
not available
Resumo em inglês
not available
 
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AguiarOsnyTadeu.pdf (7.07 Mbytes)
Data de Publicação
2018-11-27
 
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