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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.10.2016.tde-25052016-142032
Documento
Autor
Nome completo
Adriana Raquel de Almeida da Anunciação
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Miglino, Maria Angélica (Presidente)
Palhão, Miller Pereira
Smith, Lawrence Charles
Título em português
Aspectos do desenvolvimento morfológico, morfométrico e ultraestrutural do aparelho ungueal do cavalo Baixadeiro
Palavras-chave em português
Equinos
Estrato médio
Lamelas epidérmicas
Resistência
Resumo em português
O cavalo Baixadeiro é encontrado na Baixada Maranhense, região caracterizada por planície, podendo permanecer alagada por até seis meses. Ainda que diante destas condições, o cavalo Baixadeiro pode viver sem apresentar doenças da úngula, tais como, a laminite. Assim, propôs-se identificar elementos morfológicos da úngula desta raça específica de cavalo com o intuito de explicar tal resistência à umidade. Foram utilizadas amostras de úngula provenientes de 4 cavalos Baixadeiros (N=16) e de 4 cavalos Puro Sangue Inglês (N=16). Todas as úngulas foram analisadas por macroscopia, morfometria e por microscopia eletrônica de varredura e de luz. Macroscopicamente, a úngula do cavalo Baixadeiro era cuneiforme, com comprimento médio de 10.22 ± 1.3 cm, largura de 9.83 ± 1.01 cm e comprimento da parede medial de 5.67 ± 0.76 cm. A úngula do cavalo Puro Sangue Inglês teve um comprimento médio de 13.47 ± 0.8 cm, largura de 12.54 ± 0.49 cm e comprimento da parede medial de 7.77 ± 0.54 cm. Na microscopia de luz da camada interna, o tecido que conecta as lamelas epidérmicas primárias às secundárias e ao estrato médio foi visualmente mais espesso no Baixadeiro. Além disso, a região distal das lamelas era mais compacta do que as da região proximal, enquanto que no Puro Sangue Inglês não foram observadas diferenças. Na microscopia eletrônica de varredura, o espaço intertubular do estrato médio foi visualmente maior. A partir desta arquitetura nós sugerimos que existe maior adesão da cápsula da úngula à falange distal no cavalo Baixadeiro, provavelmente diminuindo a incidência de rotação da falange distal e, consequentemente, diminuindo a laminite
Título em inglês
Aspects of morphological development, morphometric and ultrastructural the nail apparatus horse Baixadeiro
Palavras-chave em inglês
Epidermal lamella
Equines
Middle stratum
Resistance
Resumo em inglês
The Baixadeiro horse is found in Baixada Maranhense, region is characterized by a flat land that can be flooded during six months per year. In this region the Baixadeiro horse can live without ungula diseases, such as, laminitis. Thus, was proposed to identify morphological elements of the ungula from this specific breed to indicate this resistance to humidity. We used ungula samples from four Baixadeiro horse (N=16) and from four Thoroughbred horse (N=16). All ungulas were analyzed macroscopically, morphometrically and by light and scanning electronic microscopy. Macroscopically, the ungula of Baixadeiro horse was cuneiform, with average length 10.22 ± 1.3 cm, width of 9.83 ± 1.01 cm and medial wall lenght of 5.67 ± 0.76 cm. While the Thoroughbred horse ungula had average length 13.47 ± 0.8 cm, width 12.54 ± 0.49 cm and medial wall length 7.77 ± 0.54 cm. Under light microscopy, in the internal layer, the tissue that connects primary to secondary epidermal lamella and to middle stratum was visually thicker in the Baixadeiro. In addition, the distal region of lamellae was more compact than the proximal region, while in Thoroughbred no differences were observed. By scanning electron microscopy, the intertubular space of the middle stratum was visually bigger. From this architecture we suggested that there are greater adhesion of ugula capsule to distal phalanx in the Baixadeiro horse, probably decreasing incidence of distal phalanx rotation and consequently diminishing laminitis
 
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Data de Publicação
2016-06-14
 
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