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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.10.2012.tde-08102012-144220
Document
Author
Full name
Tatiana Almeida Valvassoura
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2011
Supervisor
Committee
Ferreira Neto, José Soares (President)
Klein-Gunnewiek, Mônica Fagundes de Carvalho
Moreno, Andrea Micke
Title in Portuguese
Tuberculose em primatas não humanos mantidos em cativeiro: uma revisão
Keywords in Portuguese
Micobactérias
Prevenção
Primatas não humanos
Quarentena
Tuberculose
Abstract in Portuguese
A Tuberculose vem acometendo animais selvagens desde o surgimento das primeiras coleções organizadas. Particularmente, macacos são altamente suscetíveis as micobactérias, gerando grandes perdas econômicas para as instituições, além do risco de transmissão para o homem e animais. As principais micobatérias, que causam a doença em primatas em cativeiro, são o Mycobacterium tuberculosis e Mycobacterium bovis. Acredita-se que primatas do "novo mundo" são menos suscetíveis do que os do "velho mundo", entretanto observa-se que tuberculose tem sido documentada em várias espécies. A principal forma de transmissão é através de aerossóis contendo os bacilos. A doença pode evoluir para a forma ativa ou latente, dependendo do estado imunológico do animal. Os sinais clínicos podem ser insidiosos, com somente uma alteração comportamental, seguido por anorexia e letargia, alterações respiratórias ou simplesmente o animal pode aparecer morto no recinto. O diagnóstico clínico é difícil e problemático, sendo que muitas vezes as lesões consistentes com a doença só são observadas na necropsia. Por isso o uso de outras ferramentas de diagnóstico é importante, como o teste de tuberculinização, cultivo e isolamento bacteriano, que são os mais usados na rotina das instituições, e os exames radiográficos do tórax e abdômen, testes moleculares e sorológicos. Toda instituição que mantém primatas em cativeiro deveriam possuir programas de prevenção para evitar a entrada da micobactéria dentro da coleção, principalmente ao se adquirir novos animais. Por isso, o emprego de medidas de biossegurança é essencial para diminuir o risco de doenças para o homem e para os animais dentro das instituições. Essas medidas consistem na implantação de uma série de procedimentos e normas operacionais rígidas, como programas de quarentena, programas de saúde para os funcionários e formação de equipe capacitada e treinada.
Title in English
Tuberculosis in nonhuman primates in captivity: a review
Keywords in English
Monkeys
Mycobacteria
Nonhuman primates
Prevention
Quarantine
Tuberculosis
Abstract in English
Tuberculosis has been affecting wild animals since the arising of the first organized collections. Specially, monkeys are highly susceptible to mycobacteria, which cause great economic losses in the institutions, beyond the risk of transmission to man and animals. The main species of mycobacteria, that cause disease in nonhuman primates in captivity, are Mycobacerium tuberculosis and Mycobacterium bovis. It is believed that nonhuman primates from the "new world" are less susceptible than the "old world" ones, however it is noted that tuberculosis has been continually documented in several species. Aerosols that contain infectious bacilli are the main transmission mode. The disease can progress to active or latent form, which depends on the animal's immune status. The clinical signs can be insidious, with only a behavior change, followed by anorexia and lethargy, respiratory alteration or the animal can appear dead in the room. The clinical diagnostic is difficult and problematic, and often lesions are only observed at necropsy. Therefore, the use of other diagnostic tools is important, as the tuberculin skin test, bacterial culture and isolation, that are most used during the routine of institutions, and radiography of the chest and abdomen, molecular and serological tests. Every institution that maintains nonhuman primates in captivity should have prevention programs to avoid the entry of mycobacteria inside of collection, mainly when new animals are acquired. Thus, the use of biosecurity measures is essential to reduce the risk of disease in humans and animals within institutions. These measures consist in implanting series of rigid procedures and operational standards, like quarantine programs, health programs for employees and formation of the qualified team.
 
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Publishing Date
2013-06-25
 
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