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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.10.2016.tde-25022016-161917
Documento
Autor
Nome completo
Regina de Lima Costa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Pirassununga, 2015
Orientador
Banca examinadora
Gobesso, Alexandre Augusto de Oliveira (Presidente)
Brunetto, Marcio Antonio
Gil, Paulo César Nunes
Título em português
Efeito de treinamento físico e inclusão de levedura viva na dieta sobre a digestibilidade dos nutrientes, parâmetros fisiológicos, de saúde digestiva e condicionamento físico de cavalos Puro Sangue Árabe
Palavras-chave em português
Digestão
Equinos
Exercício
Microbiota
Probiótico
Resumo em português
O objetivo do presente estudo foi investigar as implicações da suplementação com levedura viva Saccharomyces cerevisiae e de um programa de treinamento físico de baixa intensidade sobre a digestibilidade dos componentes da dieta (MS, PB, EE, FDN, FDA, MO e amido), a resposta glicêmica e insulinêmica, perfil sérico de triglicerídeos, colesterol total e frações (HDL-C; LDL-C; VLDL-C), bem como mensurar a produção dos ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) butírico, acético e propiônico, quantificar levedura viva nas fezes, avaliar o pH fecal, a população microbiana nas fezes e os níveis séricos de endotoxinas, além de mensurar a frequência cardíaca dos animais em exercício físico e na recuperação. Foram utilizados dez cavalos da raça Puro Sangue Árabe, machos, castrados, com idade média 72±7,5 meses e peso médio de 473±34,75 kg, alojados em baias individuais, alimentados com dieta constituída de 2% do PC em MS/dia, divididos em 0,75% de concentrado comercial multiparticulado e 1,25% de feno de gramínea (Cynodon dactylon sp. cv Tifton-85). Os tratamentos foram divididos em controle (sem adição de levedura) e suplementados (adição de 15g/dia de levedura viva Saccharomyces cerevisiae) em uma fase sem exercício e outra fase com exercício físico. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com esquema fatorial 2x2 e os dados obtidos foram submetidos à análise de variância pelo teste F. Para os coeficientes de digestibilidade observou-se efeito de exercício para os coeficientes de digestibilidade da MS, MO, FDN, FDA e PB (P<0,05). Para a variável EE observou-se interação da inclusão de levedura e exercício físico (P<0,1). O amido não apresentou efeito de tratamentos (P>0,1). Para os níveis plasmáticos de glicose observou-se efeito de exercício (P=0,015). Os níveis séricos de insulina não apresentaram efeito de tratamentos (P>0,1). Para triglicérides e VLDL-C não foi observado efeito de tratamentos (P>0,1). O CT, HDL-C e LDL-C apresentaram efeito de interação da inclusão de levedura e exercício (P<0,1). Para a produção de AGCC nas fezes com base na matéria original (MO) não houve efeito para os ácidos acético e butírico (P>0,1), no entanto, observou-se efeito da inclusão de levedura na produção do ácido propiônico (P=0,052). A quantificação de levedura viva nas fezes demonstrou efeito de interação da inclusão de levedura e exercício (P<0,001). Os resultados de pH apontaram efeito de interação da inclusão de levedura e exercício físico para as faixas de horário 1 (P=0,050) e 2 (P=0,080) e efeito de exercício para as faixas 3 (P<0,007) e 4 (P=0,001). Os resultados do perfil bacteriano nas fezes apontaram efeito de exercício para Fibrobacter succinogenes (P=0,083) e de interação da inclusão de levedura e exercício para Lactobacillus genus (P=0,020); não foi observado efeito de tratamentos para Ruminococcus flavenfaciens (P>0,1). Para os níveis séricos de endotoxinas, observou-se efeito de interação da inclusão de levedura e exercício (P=0,689). A FC dos animais em exercício demonstrou efeito de tempo durante o exercício (P<0,001). Para a FC de recuperação, foi possível observar interação da inclusão de levedura e exercício físico (P=0,020). A inclusão de levedura viva S. cerevisiae na dieta de equinos influencia a produção de AGCC propiônico. O exercício físico de baixa intensidade influencia os coeficientes de digestibilidade da MS, MO, FDN, FDA e PB, os níveis plasmáticos de glicose e a quantificação de Fibrobacter succinogenes nas fezes. A inclusão de levedura viva S. cerevisiae na dieta e o exercício físico influenciam o coeficiente de digestibilidade do EE, níveis séricos de HDL-C e LDL-C, a quantificação de levedura viva nas fezes, os níveis séricos de endotoxinas, o pH fecal, a quantificação de Lactobacillus genus nas fezes e a frequência cardíaca de recuperação pós-exercício. O tempo de exercício em cada velocidade influencia a frequência cardíaca dos animais durante o exercício físico
Título em inglês
Physical training effect and inclusion of live yeast in the diet on digestibility of nutrients, physiological health, digestive parameters and physical conditioning in Arabian horses
Palavras-chave em inglês
Digestion
Exercise
Horses
Microbiota
Probiotic
Resumo em inglês
The aim of this study was to investigate the implications of supplementation with live yeast Saccharomyces cerevisiae and a low-intensity exercise training program on digestibility of dietary components (DM, CP, EE, NDF, ADF, MO and starch), the glycemic and insulin response, serum profile of triglycerides (TC), total cholesterol and fractions (HDL-C, LDL-C, VLDL-C), measure the production of short chain fatty acids (SCFA) butyric acid, acetic and propionic, quantify yeast live in feces, evaluating faecal pH, microbial population in faeces and serum levels of endotoxins, in addition to measuring the heart rate of the animals exercise and recovery. Ten horses in the Purebred Arabian race, castrated male, mean age 72 ± 7.5 months and average weight of 473 ± 34.75 kg were used, housed in individual pens, fed diet consisting of 2% of the BW in DM / day, divided into 0.75% multiparticulate commercial concentrate and 1.25% grass hay (Cynodon dactylon sp. cv Tifton -85). The treatments were divided into control (no addition of yeast) and supplemented (plus 15 g / day of live yeast Saccharomyces cerevisiae) in one phase and another phase with and without exercise, respectively. The experimental design was completely randomized in a factorial 2x2 and the data were submitted to analysis of variance by F test. For the digestibility coefficients it was observed exercise effect for the digestibility coefficients of DM, OM, NDF, ADF and PB (P<0.05). For the variable EE it was observed interaction of yeast inclusion and exercise (P<0.1). Starch no effect of treatments (P>0.1). For plasma glucose levels it was observed effect of exercise (P=0.015). Serum insulin levels showed no treatment effect (P>0.1). For triglycerides and VLDL-C was not observed treatment effect (P>0.1). The TC, HDL-C and LDL-C showed interaction effect of adding yeast and exercise (P<0.1). For the production of SCFA in the faeces based on this matter (OM) there was no effect for acetic and butyric acids (P>0.1), however, it was observed effect of including yeast in the production of propionic acid (P=0.052). The quantitation of live yeast in the feces demonstrated interaction effect of adding yeast and exercise (P<0.001). The pH values indicated yeast inclusion of the interaction effect and exercise for time range 1 (P=0.050) and 2 (P=0.080) and exercise effect to the time range 3 (P<0.007) and 4 (P=0.001). The results of the bacteriological profile in feces showed exercise effect to Fibrobacter succinogenes (P=0.083) and interaction of the yeast include the genus Lactobacillus and exercise (P=0.020). It wasnt observed for treatment effects Ruminococcus flavenfaciens (P>0.1). For serum levels of endotoxin it was observed interaction effect of adding yeast and exercise (P=0.689). The CF of animals in exercise demonstrated time effect during exercise (P<0.001). For CF recovery, it was observed interaction of yeast inclusion and exercise (P=0.020). The inclusion of live yeast S. cerevisiae in horse's diet influences propionic SCFA production. The low-intensity exercise influences the digestibility coefficients of DM, OM, NDF, ADF and PB, the plasma levels of glucose and quantification of F. succinogenes in the stool. The inclusion of live yeast S. cerevisiae in horses diet and exercise influence EE digestibility, serum levels of HDL-C and LDL-C, quantification of live yeast in the stool, serum levels of endotoxin, fecal pH and quantifying the genus Lactobacillus in stool and heart rate of post-exercise recovery. The exercise time at each speed influences the heart rate of the animals during exercise
 
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Data de Publicação
2016-04-01
 
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