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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.100.2016.tde-13112015-140605
Document
Author
Full name
Gustavo da Costa Meyer
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2015
Supervisor
Committee
Carvalho, Marcos Bernardino de (President)
Fernandes, Bernardo Mançano
Rodrigues, Arlete Moyses
Souza, Gustavo de Oliveira Coelho de
Title in Portuguese
A sustentabilidade em questão: paradigma ou matriz discursiva?
Keywords in Portuguese
Matriz discursiva
Paradigma
Sustentabilidade
Abstract in Portuguese
Tendo como base contextual a crise ambiental contemporânea, a qual tem características de crise civilizatória, este trabalho teve como principal objetivo colocar em debate a noção de Desenvolvimento Sustentável (DS), visto que este importante conceito foi politicamente construído e consensuado de forma a ser a principal resposta para a questão ambiental. Dessa maneira, dado que a crise ambiental pede a emergência de um novo paradigma (o qual supere o chamado paradigma da simplificação), que leve em consideração uma mudança de cunho cognitivo, e compreenda o espaço em sua dinâmica de produção e reprodução da vida e em suas múltiplas territorialidades, esta pesquisa buscou analisar a possível constituição da sustentabilidade como este paradigma complexo, ou, ao contrário, se tal noção se resume a uma matriz discursiva que, como tal, obscurece as principais questões que deveriam ser consideradas por um paradigma da complexidade com um, conseqüente, novo aporte teórico-metodológico. Nesse sentido, o caminho metodológico traçado incluiu a discussão das diferentes concepções acerca das noções de matriz discursiva e paradigma, relacionando-se, posteriormente, tais temáticas com a questão ambiental e com a noção de DS em si, em seu viés político e científico. Apesar de dúvidas permanecerem, se considerou que a sustentabilidade parece, realmente, se apresentar muito mais como uma matriz discursiva do que como um paradigma, integrando uma matriz discursiva do meio ambiente. Assim, se pode apontar que o DS se encontra delimitado em um campo institucional específico, com pesquisas e políticas públicas orientadas e influenciadas pelos agentes determinantes hegemônicos de tal campo, como o Banco Mundial, por exemplo. Estes, de acordo com determinada visão de desenvolvimento (como sinônimo de crescimento econômico e se utilizando do viés da economia neoclássica) e da problemática ambiental (relegada a uma questão de gestão ou planejamento ambiental adequado, sem maiores entendimentos com relação a dinâmica territorial em sua totalidade) influenciam os discursos que devem permear o campo ambiental, pautando, inclusive, o conhecimento científico. A noção de DS colocada desta forma não representa, assim, qualquer ruptura com o paradigma da simplificação, sendo apenas uma matriz discursiva que encobre (e desenvolve na prática) o núcleo de tal paradigma, influenciando a práxis dos diversos agentes sociais presentes nos territórios. Como possíveis rupturas com a matriz discursiva do meio ambiente, se procurou apresentar e discutir, também, duas linhas de pensamento, ou coletivos do pensamento, que se apresentam como possíveis novos aportes teórico-metodológicos, condizentes, talvez, com um paradigma da complexidade que leve em conta, principalmente, as noções de totalidade e de complexidade ambiental
Title in English
The sustainability in question: paradigm or discourse matrix?
Keywords in English
Discourse matrix
Paradigm
Sustainability
Abstract in English
With the contextual basis the contemporary environmental crisis, which has characteristics of civilizing crisis, this work aimed to put in discussion the idea of Sustainable Development (SD); following that, this important concept has been politically built and conceived in order to be the main answer to this environmental issue. Therefore, since the environmental crisis asks for the emergence of a new paradigm (which exceeds the so-called paradigm of simplification), that takes into account a change of cognitive mark and take in the space in its dynamics of production and reproduction of life and in their multiple territories. This research sought to check over the possible formation of sustainability as this complex paradigm, or, oppositely, if such notion comes down to a discursive matrix that, as such obscures the mains issues that should be considered by a paradigm of complexity and, consequently, new theoretical and methodological support. In this sense, the trace of methodological approach included the discussion of different conceptions about the notions of discourse and paradigm matrix, relating subsequently such topics to environmental issues and the notion of SD itself in its political and scientific bias. Although doubts remain, it was taken into account that the sustainability seems to really perform much more as a discursive matrix than a paradigm, which integrates a discursive matrix of the environment. Consequently, one can point that the SD is found in a limited specific institutional field, with research and policy oriented and influenced by hegemonic determinant agents of such a field, such as the World Bank, for instance. These, according to certain development vision (as a synonym for economic growth and using the bias of neoclassical economics) and environmental issues (relegated to a management issue or appropriate environmental planning, without further understandings with respect to territorial dynamics in your all) influence the discourses that should pass through the environmental field, guiding even scientific knowledge. The notion of SD placed in this way does not represent, so any break with the paradigm of simplification, just being a discursive matrix that covers (and develops in practice) the core of such paradigm, which influences the practice of various social agents present in the territories. Considering as possible disruptions to the discursive matrix of the environment, an attempt to present and discuss also two schools of thought, or collective thinking, posing as potential new theoretical and methodological contributions, observing perhaps with a paradigm of complexity that takes into account mainly the notions of wholeness environmental complexity
 
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Publishing Date
2016-02-16
 
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