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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.100.2017.tde-03082017-160628
Document
Author
Full name
Íbis Ariana Peña de Moraes
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2017
Supervisor
Committee
Magalhães, Fernando Henrique (President)
Malheiros, Silvia Regina Pinheiro
Monteiro, Carlos Bandeira de Mello
Silva, Talita Dias da
Title in Portuguese
Transferência de aprendizagem motora entre ambientes real e virtual no transtorno do espectro autista
Keywords in Portuguese
Deficiência do Desenvolvimento
Habilidades Motoras
Terapia de exposição á Realidade Virtual
Transtorno do Espectro do Autismo
Abstract in Portuguese
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é uma deficiência do desenvolvimento neurológico, em que tem sido relatada dificuldade com a integração multisensorial, o que pode dificultar as habilidades cognitivas e motoras para permitir aprendizagem de diferentes tarefas e comunicação social. Considerando a possibilidade de interação em tarefas 3D por meio de dispositivos que necessitem de contato físico ou não, optou-se por avaliar pessoas com TEA e com DT em uma tarefa virtual variando o dispositivo de interação em duas seqüências de prática. Objetivou-se verificar se as pessoas com TEA são capazes de melhorar o desempenho em uma tarefa executada em um ambiente mais virtual (sem contato físico) ou mais real (com contato físico), e se essa melhora de desempenho pode ser transferida entre esses ambientes. Para a realização deste trabalho foram avaliadas 100 pessoas, divididas em dois grupos: 50 no grupo TEA, com idade entre 7 e 15 anos (11,3 ± 2,4 anos), 38 do sexo masculino e 12 do sexo feminino; e 50 pessoas com desenvolvimento típico - grupo DT, pareados por idade e sexo ao grupo TEA. Todos os participantes que realizaram ambas as seqüências mostraram uma tendência de atraso de movimento, mas os participantes que realizaram a seqüência B - a tarefa na barra de espaço primeiro - apresentaram mais atraso (m = 511 ms) do que os participantes que realizaram a seqüência A - tarefa no kinect -primeiro (m = 305 ms). Para ambas as seqüências, o erro absoluto foi maior para a interface kinect. Além disso, o grupo TEA reduziu significativamente o EV com a prática, enquanto que para o grupo DT esta diferença não ocorreu. Para o erro absoluto na fase de transferência, os resultados mostraram diferenças significativas para o grupo TEA entre os blocos A1 para a interface barra de espaço na Seqüência A (m = 475 ms) e Seqüência B (m = 718 ms). Desta forma, a prática na interface kinect (ambiente mais virtual) promoveu um melhor desempenho na interface de pressionar a barra de espaço (ambiente mais real), mas apenas para pessoas com TEA. Podemos concluir que pessoas com TEA melhoraram o seu desempenho independente do ambiente estimulado, porém com desempenho inferior ao grupo com desenvolvimento típico. E apenas o grupo TEA conseguiu transferir a prática do ambiente com características mais virtuais para com características mais reais
Title in English
Transfer of motor learning between real and virtual environments in autism spectrum disorder
Keywords in English
Autism Spectrum Disorder
Developmental Disability
Motor Skills
Virtual Reality Exposure Therapy
Abstract in English
Autism Spectrum Disorder (ASD) is a deficiency of neurological development, in which difficulty has been reported with multisensory integration, which may hamper cognitive and motor skills to allow learning of different tasks and social communication. Considering the possibility of interaction in 3D tasks through devices that require physical contact or not, we opted to evaluate people with ASD and DT in a virtual task by varying the interaction device in two practice sequences. The objective was to verify if people with ASD are able to improve performance in a task executed in a more virtual (no physical contact) or more real (with physical contact) environment, and if this improvement of performance can be transferred between these environments. For the accomplishment of this work 100 people were evaluated, divided into two groups: 50 in the TEA group, with ages between 7 and 15 years (11.3 ± 2.4 years), 38 males and 12 females; And 50 people with typical development - DT group, matched by age and sex to the TEA group. All participants who performed both sequences showed a tendency of movement delay, but the participants who performed the sequence B - the task in the space bar first - presented more delay (m = 511 ms) than the participants who performed the sequence A - task in kinect - first (m = 305 ms). For both sequences, the absolute error was higher for the kinect interface. In addition, the TEA group significantly reduced the EV with the practice, whereas for the DT group this difference did not occur. For the absolute error in the transfer phase, the results showed significant differences for the TEA group between blocks A1 for the space bar interface in Sequence A (m = 475 ms) and Sequence B (m = 718 ms). In this way, practice in the kinect interface (more virtual environment) promoted a better performance in the interface of pressing the space bar (more real environment), but only for people with ASD. We can conclude that people with ASD improved their performance independent of the stimulated environment, but with inferior performance to the group with typical development. And only the TEA group managed to transfer the practice of the environment with more virtual characteristics to more real characteristics
 
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Publishing Date
2017-11-22
 
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