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Mémoire de Maîtrise
DOI
10.11606/D.106.2018.tde-05092017-085142
Document
Auteur
Nom complet
Ronaldo Tavares de Souza
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2017
Directeur
Jury
Caldas, Eduardo de Lima (Président)
Avila, Mario Lucio de
Jayo, Martin
Morsello, Carla
Titre en portugais
Esquemas de cestas: o enraizamento social de uma nova forma de comércio
Mots-clés en portugais
agricultura orgânica
alimentos naturais
circuitos curtos
comércio agrícola
sistemas agroalimentares
Resumé en portugais
A produção e o comércio de alimentos orgânicos mostram-se como um mercado em desenvolvimento, e esse se apresenta como alternativa agrícola com menores externalidades negativas. No entanto, há algum tempo já é indicado um processo de convencionalização que o aproxima de práticas de mercado que ameaçam essa capacidade de preservação do ambiente. Nesse processo aparece a venda através de grandes varejistas. Como alternativa surgem diferentes formas de distribuição de alimentos e a possibilidade de alcançar maiores benefícios para a sociedade e o ambiente. Uma delas é a venda em domicílio através de esquemas de cestas, uma variante em que consumidores adquirem semanalmente uma cesta de produtos orgânicos padronizada, através de meios eletrônicos. Utilizando o arcabouço teórico proposto na Sociologia Econômica, vou investigar através dos empresários, funcionários e consumidores que formam essa rede, os interesses, as relações e sua estrutura para responder como essa nova forma de comércio se enraíza socialmente na cidade de São Paulo. Através de entrevistas realizadas a partir de um roteiro semi-estruturado, é possível entender que o novo canal se estabelece a partir do desejo de consumir alimentos orgânicos. Uma falha de mercado representada pela disponibilidade e qualidade precária na rede convencional e outras formas alternativas, os leva a experimentar esse novo canal. A capacidade de abandonar o hábito de compra convencional (ver, tocar, avaliar) dá lugar a um relacionamento com terceiros que se incubem de escolher por esses consumidores a qualidade dos alimentos que serão levados para casa. Lentamente as trocas comerciais se expandem a sinais de reciprocidade, fortalecendo a confiança. Eventualmente o compartilhamento de valores possibilita influenciar os interesses dos consumidores e torná-los mais conscientes.
Titre en anglais
BOX-SCHEME THE SOCIAL EMBEDDEDNESS OF A NEW RETAIL FORMAT
Mots-clés en anglais
alternative food network
food retail
natural food
organic agriculture
short chains
Resumé en anglais
The production and trade of organic food are defining a growing market and presenting an alternative supposed to cause less negative externalities. Nevertheless, a conventionalization process has been identified some time ago, what takes it closer to market practices that threat its capacity to preserve the environment. Sales through large retailers is part of this process. As options, different ways to distribute food emerge and represent the possibility to reach more benefits to society and environment. One of them is the home delivery of boxes containing fresh food, the box-schemes. It consists of weekly acquisition of a standard set of organic goods through electronic media. Utilizing the theoretical framework proposed by the Economic Sociology, I have investigated with owners, employees and consumers that are part of this social network, the interests, relationships and structures to answer how this new retail format gets socially embedded in Sao Paulo city. Through interviews based on a semi-structured script, it is possible to understand that this new channel is established from the desire to consume organic food. A market failure that causes poor distribution and quality in conventional network drives them to look for alternatives and try this new channel. The capacity to abandon the conventional buying habitus (see, touch, assess) opens space to establish a new tie with people that will choose the quality of the food to be delivered to their homes. Slowly, commercial exchange expands to reciprocity signals and strengthen trust up to a possible redistribution system. Eventually, values sharing makes possible to influence consumers and make them more conscious.
 
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Date de Publication
2018-01-24
 
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