• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
 
  Bookmark and Share
 
 
Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.11.2018.tde-20181127-160134
Document
Author
Full name
Luiz Cláudio Caffagni
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Piracicaba, 1998
Supervisor
Title in Portuguese
Seguro rural no Brasil: evolução, alternativas e sugestões
Keywords in Portuguese
AGRONEGÓCIOS
SEGURO AGRÍCOLA
Abstract in Portuguese
Nos últimos anos, tem-se observado o desenvolvimento, com maior intensidade, de instrumentos governamentais e privados para o fornecimento de recursos e a estabilização de preços ao setor de produção, como Cédula de Produto Rural (CPR), opções de venda e mercados futuros e de opções. Entretanto, no setor de seguros rurais, nota-se uma redução de utilização por parte de produtores e uma dificuldade em se operacionalizarem novos produtos. O objetivo do trabalho foi, então, analisar as recentes propostas e colher sugestões do agribusiness para o desenvolvimento de produtos e ações que visem a elevar a atratividade dos seguros rurais brasileiros. No Brasil, os seguros rurais iniciaram-se em 1938 no Estado de São Paulo, através da Secretaria da Agricultura Estadual, protegendo a cultura do algodão contra a ocorrência de granizo. Em 1939, foi criado o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), que seria responsável pelas operações de resseguros de todo o mercado nacional, atuando como monopólio. Apenas em 1954 instituíram-se e se disciplinaram os seguros agrícolas e pecuários no Brasil, dando competência ao IRB no desenvolvimento de estudos para a criação dos seguros agropecuários. Até então, apenas o Estado de São Paulo vinha atuando no setor. A modernização da legislação veio em 1966 com o Decreto-Lei número 73 e permanece até hoje regendo o setor de seguros rurais brasileiro. Atualmente, em 1998, existem alguns Projetos de Lei em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado que visam a adaptar o mercado segurador aos tempos de internacionalização e competição global. Reviram-se a situação e o funcionamento do IRB, do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e da Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp), responsáveis em grande parte pelas operações de seguros rurais nacionais. Nos EUA, através da investigação das modalidades de seguros atuais, detectou-se uma crescente tendência de substituição do seguro de produção por um seguro de renda. Ou seja, algumas modalidades de seguros desenvolvidas a partir de 1995 podem garantir, além da produção esperada, um preço esperado, com a utilização de mercados futuros e de opções. Foram investigados alguns modelos alternativos que estão sendo utilizados e desenvolvidos no Brasil, como os seguros fornecidos por cooperativas mútuas e o seguro garantia para operações a termo com adiantamento de recursos por cooperativas mútuas e o seguros garantia para operações a termo com adiantamento de recursos, e nos EUA, como seguro de opções de produtividade. Também foi apresentada uma proposta de seguro com a utilização do mercado de opções no Brasil. Com o objetivo de levantar as opiniões e sugestões de agentes ligados aos setores de produção, comercialização, financeiro, processamento e seguros, foi realizada uma pesquisa dirigida, que, juntamente com as investigações posteriores, permitiram as seguintes conclusões e sugestões: - Uma grande modificação no seguro rural brasileiro seria o desenvolvimento de uma modalidade que garantisse a receita do produtor, podendo ser operacionalizado através dos mercados de opções no Brasil. - Um seguro rural acoplado à CPR poderia diminuir a taxa de aval cobrada pelo banco, mas, para ser realizado com menor risco, deverá ser travado no mercado de opções. - O Proagro deve se reestruturar, através do treinamento de inspetores, rigor na apuração de fraudes, desvincular suas operações ao crédito rural etc. - As cooperativas de fundos mútuos devem ser incentivadas, desde que possuam algumas salvaguardas de diminuição de riscos, como resseguro, limite de cobertura, distribuição de riscos etc. - Um fundo de estabilidade para garantia do sistema de seguros na ocorrência de catástrofes deve ser sólido e se constituir de uma porcentagem dos tributos pagos pelo setor rural e de outras fontes de recursos
Title in English
not available
Abstract in English
not available
 
WARNING - Viewing this document is conditioned on your acceptance of the following terms of use:
This document is only for private use for research and teaching activities. Reproduction for commercial use is forbidden. This rights cover the whole data about this document as well as its contents. Any uses or copies of this document in whole or in part must include the author's name.
Publishing Date
2018-11-27
 
WARNING: Learn what derived works are clicking here.
All rights of the thesis/dissertation are from the authors
CeTI-SC/STI
Digital Library of Theses and Dissertations of USP. Copyright © 2001-2022. All rights reserved.