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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.11.1994.tde-20220207-195628
Documento
Autor
Nome completo
Eder Antonio Giglioti
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 1993
Orientador
Título em português
Caracterização da resistência de variedades de cana-de-açúcar para Ustilago scitaminea através do inóculo das mudas e da evolução da doença em cana-soca
Palavras-chave em português
CANA-SOCA
CARVÃO-DA-CANA-DE-AÇÚCAR
FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
INOCULAÇÃO
MUDAS
VARIEDADES RESISTENTES
Resumo em português
Por serem o uso de mudas sadias e o plantio de variedades resistentes os meios mais eficazes no controle do carvão da cana-de-açúcar, parâmetros apropriados para medir tanto o nível de sanidade como a resistência varietal têm sido preocupação de pesquisadores e de produtores. Levando-se em conta tal questão, este trabalho se propôs a desenvolver uma metodologia aplicável a avaliações de resistência de variedades através do inóculo inicial das mudas (Xo) e da evolução da doença em cana-soca, sob condições de inoculação natural. O inóculo inicial das mudas e a evolução do carvão em cana-soca foram quantificados em 15 clones, alguns já variedades comerciais e outros com potencialidade para tal fim. O experimento foi instalado com delineamento inteiramente casualisado, sendo a fonte de inóculo plantada adjacente às variedades-teste. Após o desenvolvimento da cana-planta, quando esta atingiu nove meses de idade, o palmito de cada cana em pé foi decepado, possibilitando o início da brotação das gemas laterais. O número de chicotes produzidos por estes brotos foram anotados quinzenalmente, até três meses após a decepa. Com os dados obtidos, determinou-se a taxa de infecção das mudas (TIM) e, a partir desta, estimou-se a contribuição das mudas para o inóculo inicial em cana-planta (Xo das mudas). Este método permitiu avaliar a resistência de variedades em condições de inoculação natural, constituindo-se no primeiro teste baseado no inóculo inicial das mudas. A emissão de chicotes em cana-soca foi quantificada a cada 14 dias, durante 10 meses. O progresso da doença em função do tempo foi avaliado por meio de curvas anuais obtidas com os valores cumulativos de chicotes e touceiras doentes produzidos por hectare. Estas curvas foram analisadas por uma generalização do modelo de Gompertz, através da qual foram estimados os parâmetros IDS-6 (intensidade de doença na soca aos seis meses) e B( 1) (assíntota máxima de doença) e o pico de emissão de chicotes. A curva anual de progresso do carvão não apresentou o mesmo padrão de crescimento para todos os genótipos. Para a maioria deles foram identificados pelo menos dois ciclos de infecção do fungo. Neste grupo, aqueles com padrão sigmóide simples caracterizado por um aumento de doença contínuo, sem a presença de patamares, se situaram entre os mais suscetíveis. Por outro lado, os genótipos com padrão duplo-sigmóide, caracterizado por uma diminuição ou paralização temporária no aumento da doença entre os diferentes ciclos do patógeno apresentaram-se mais resistentes. A classificação das variedades quanto ao nível de resistência à sistemicidade do fungo baseada no número de chicotes por touceira doente indicou os possíveis pontos críticos para o desenvolvimento da doença sobre cada genótipo. Nos resistentes, a doença aumentou às custas de infecções secundárias, enquanto que, nos suscetíveis, a maioria dos chicotes observados foi fruto da colonização sistêmica do fungo.
Título em inglês
Caracterization of the resistance of sugar cane varieties to Ustilago scitaminea through the inoculum of the setts and though the disease evolution in ratoon
Resumo em inglês
Since the use of healthy seeds and the planting of resistant varieties are the most efficient ways of controlling sugar cane smut, proper parameters to measure both the level of seed infection and the resistance of varieties has been concerns of researchers and producers. Considering this fact, this study had the purpose of developing a dependable method for measuring the resistance of varieties through the determination of inicial inoculum in the seeds (Xo) and the subsequent disease evolution in first ratoons, under conditions of natural infection. The quantification of the inicial inoculum in the seeds and the smut evolution in ratoon were dane in 15 clones, some of them of comercial use and others with potential for it in the near future. The experiment followed a completely randommized design with a source ofinoculum being planted adjacent to the test-varieties. Nine months after planting the apex of each stalk was cut off, which practice stimulated the lateral buds to sprout. The number of whips produced by those lateral shoots were recorded fortnightly up to three months after the cut off. The proportion of whips to total number of buds of the stalk was considered to be the setts infection rate, which value estimated the initial inoculum of the setts. This method, allowing the evaluation of varietal resistance to natural infection, was the first test based on rate of initial inoculum in the setts. The production of whips in ratoon was recorded every 14 days for 10 months. Then, the cumulative values of diseased stools and whips produced per hectare were used to establish the annual disease progress curves. These curves were analyzed through the generalization of the Gompertzs model, through which the parameters IDS-6 (intensity of the disease in six month old ratoon), B(1) (disease maximum asymptotic) and the peak of whips emission were estimated. The annual smut progress curve did not present the sarne increase pattern for all the genotypes and for most of them at least two cicles of fungus infection were identified. ln such group, those with simple sigmoid pattern, that is, a continuous increase of desease without Ievelling off, were considered the most susceptible clones, whereas the genotypes with a double sigmoid pattern, wich are characterized by a decrease or by a temporary stabilization in whip production between the two cycles, were considered the most resistants. The capacity of the smut fungus to stablish sistemically in the plant, as measured by the number of whips per stool, indicated one of the criticai points for disease development in each genotype. ln the resistant ones the disease increased due to secundar infections whereas in the susceptible clones most of the observed whips come from systemical colonization of the fungus.
 
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Data de Publicação
2022-02-07
 
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