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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2019.tde-29032019-113234
Documento
Autor
Nome completo
Marcelo Rafael Malardo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2019
Orientador
Banca examinadora
Christoffoleti, Pedro Jacob (Presidente)
Carvalho, Saul Jorge Pinto de
Mendes, Kassio Ferreira
Monquero, Patrícia Andréa
Título em português
Influência da lâmina de chuva e do período de seca na eficácia de controle de capim-colonião (Panicum maximum) por herbicidas aplicados em pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar
Palavras-chave em português
Associação de herbicidas
Comportamento
Condições climáticas
Residual
Resumo em português
A quantidade de chuva após a aplicação de herbicidas e o tempo que ela leva para acontecer são fatores, que juntamente com as características físico-químicas dos herbicidas, influenciam o correto posicionamento dos produtos. Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da lâmina de chuva e do período de seca na eficácia de controle de capim-colonião por herbicidas aplicados em pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar. O primeiro capítulo teve nove experimentos, em casa-de-vegetação, abrangendo três épocas de simulação de chuva (0; 10 e 30 DAA) e os herbicidas indaziflam, isoxaflutole e indaziflam + isoxaflutole. Todos os experimentos foram conduzidos em delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições e esquema fatorial 4 x 2, sendo quatro lâminas de chuva (0; 10; 20 e 40 mm) e duas quantidades de palhada de cana-de-açúcar (0 e 10 t ha-1). Já o segundo capítulo contou com seis experimentos de curva de dose-resposta, em casa de vegetação, com aplicação de indaziflam, isoxaflutole e indaziflam + isoxaflutole em duas condições de palhada (0 e 10 t ha-1). Todos os experimentos foram conduzidos em delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições e esquema fatorial 6 x 6, sendo seis doses de cada herbicida (0D; 1/4D; 1/2D; 1D; 2D e 4D, sendo D a dose comercial de cada produto) e seis períodos de seca após a aplicação (0; 15; 30; 45; 60 e 90 DAA). Após os períodos de seca, foi simulada uma chuva de 20 mm. A palhada foi removida de todos os experimentos 48 horas após as simulações de chuva, visando a não interferência física na emergência da espécie. As avaliações de controle do primeiro capítulo foram até 42 DASC e as do segundo capítulo, até 35 DASC, sendo que no último dia de avaliação foi realizada avaliação de massa seca das plantas. Notou-se que tanto o indaziflam isolado, quanto em associação com isoxaflutole, tiveram a eficácia de controle influênciada pela presença de palhada a medida que o período de seca se estendeu. Enquanto que na ausência de palhada não houve interferência, porporcionando controle eficaz mesmo após 60 dias de seca. Já o isoxaflutole teve influência da lâmina de chuva e da palhada apenas quando a simulação aconteceu após a aplicação (0 DAA), sendo que nos demais perídos de seca, o controle proporcionado foi eficaz. Em relação a mistura de indaziflam + isoxaflutole, a presença de palhada sobre o solo, juntamente com períodos de seca superiores a 30 dias, influenciaram negativamente na eficácia de controle. Entretanto, a associaçãos destes herbicidas se mostrou excelente ferramenta de controle para aplicação sobre palhada em períodos de seca inferior a 30 dias. Concluiu-se que o herbicida indaziflam isolado não deve ser aplicados para controle de capim-colonião em situação de presença de palhada quando o periodo de seca for superior a 30 dias. O isoxaflutole pode ser utilizado tanto em presença, quanto ausência de palhada, independente do período de seca. Já indaziflam + isoxaflutole pode ser recomendado em épocas de transição da época seca para época úmida, onde o período de seca é inferior a 30 dias.
Título em inglês
Influence of rainfall and dry season on the effectiveness of control of Panicum maximum by herbicides applied in pre-emergence in the sugar cane crop
Palavras-chave em inglês
Association of herbicides
Behavior
Climate conditions
Residual
Resumo em inglês
The amount of rainfall after the application of herbicides and the time it takes to happen are factors, which together with the physicochemical characteristics of herbicides, influence the correct positioning of the products. Therefore, the objective of this work was to evaluate the influence of rainfall and the dry season on the effectiveness of control of Panicum maximum by herbicides applied in pre-emergence in sugarcane cultivation. The first chapter had nine greenhouse experiments covering three rain simulation periods (0, 10 and 30 DAA) and indaziflam, isoxaflutole and indaziflam + isoxaflutole herbicides. All experiments were conducted in a randomized complete block design, with four replicates and a 4 x 2 factorial scheme, with four rain slides (0, 10, 20 and 40 mm) and two quantities of sugar cane straw (0 and 10 t ha-1). On the other hand, the second chapter had six dose-response experiments in the greenhouse with indaziflam, isoxaflutole and indaziflam + isoxaflutole in two straw conditions (0 and 10 t ha-1). All experiments were conducted in a randomized complete block design with four replicates and a 6 x 6 factorial scheme, with six doses of each herbicide (0D, 1/4D, 1/2D, 1D, 2D and 4D, D being the commercial dose of each product) and six dry periods after application (0; 15; 30; 45; 60 and 90 DAA). After periods of drought, a rainfall of 20 mm was simulated. The straw was removed from all experiments 48 hours after the rain simulations, aiming at the non-physical interference in the emergence of the species. The control evaluations of the first chapter were up to 42 DASC and those of the second chapter, up to 35 DASC, and on the last day of evaluation was performed dry mass evaluation of the plants. It was noted that both indaziflam alone and in combination with isoxaflutole had the control efficacy influenced by the presence of straw as the drought period spread. While in the absence of straw there was no interference, providing effective control even after 60 days of drought. On the other hand, the isoxaflutole had influence of rainfall and straw only when the simulation occurred after the application (0 DAA), and in the other dry periods, the control provided was effective. Regarding the indaziflam + isoxaflutole mixture, the presence of straw on the soil, together with periods of drought greater than 30 days, had a negative effect on control efficacy. However, the association of these herbicides proved to be an excellent control tool for straw application in dry periods of less than 30 days. It was concluded that the herbicide indaziflam isolate should not be applied for control of Panicum maximum in the presence of straw when the drought period is longer than 30 days. Isoxaflutole can be used in the presence or absence of straw, regardless of the dry period. Already indaziflam + isoxaflutole can be recommended at times of transition from dry season to wet season, where the dry season is less than 30 days.
 
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Data de Publicação
2019-04-05
 
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