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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.11.2019.tde-20191218-133947
Document
Auteur
Nom complet
Frederico Alberto de Andrade Rosseto
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Piracicaba, 2000
Directeur
Titre en portugais
Desempenho agronômico de pastagens de capim elefante cv. Guaçu (Pennisetum purpureum Schum.) e capim Tanzânia (Panicum maximum Jacq.) em sistemas de produção de leite
Mots-clés en portugais
CAPIM ELEFANTE
CAPIM-TANZÂNIA
PASTAGENS
PASTEJO
PRODUÇÃO LEITEIRA
VACAS MESTIÇAS
Resumé en portugais
A produção animal baseada no uso de pastagens tem grande potencial no Brasil Central, face às condições edafo-climáticas favoráveis. O pastejo é o método mais barato de se fornecer alimento volumoso aos ruminantes, o que diminui os custos de produção e pode ser decisivo para a viabilidade econômica da atividade. Além da produtividade e qualidade das pastagens, é importante que se conheça a dinâmica do acúmulo de forragem e o grau de eficiência com que o processo de colheita de forragem pelo animal é conduzido, para que técnicas adequadas de manipulação do sistema possam ser adotadas. Esse trabalho objetivou comparar dois sistemas de produção de leite composto por vacas mestiças (Gir x Holandês) através da caracterização do desempenho agronômico, sob pastejo com lotação intermitente, do capim elefante cv. Guaçu (Pennisetum purpureum Schum.) e do capim Tanzânia (Panicum maximum Jacq.). Foram avaliadas, de Dezembro de 1998 a Julho de 1999, respostas relativas à produção e utilização de forragem, dinâmica do acúmulo e qualidade nutricional de cada espécie. Foram utilizadas duas áreas de pastagem, uma de 10,5 ha de capim elefante cv. Guaçu e outra de 15,8 ha de capim Tanzânia, ambas estabelecidas na Estação Experimental de Zootecnia de Ribeirão Preto, SP, do Instituto de Zootecnia. Os tratamentos foram constituídos das 2 espécies forrageiras, os quais foram replicados 4 vezes, sendo utilizados 4 piquetes em sequência por ciclo de pastejo, utilizando-se um delineamento experimental inteiramente casualizado. Nos piquetes selecionados foram coletados dados relacionados à produção de forragem e às perdas decorrentes do pastejo. A qualidade nutricional de cada espécie, assim corno a qualidade de suas frações (haste e folha), tanto do material disponível quanto do resíduo pós-pastejo, foram obtidas através de análises bromatológicas. Variáveis relacionadas à dinâmica do acúmulo de forragem: taxa de aparecimento de folhas, filocrono, número de folhas expandidas, número de folhas em expansão e número de folhas em senescência foram analisadas ao longo do período de descanso de cada espécie e comparadas entre os ciclos de pastejo ou épocas de avaliação. O sistema de produção de leite representado pelo capim Guaçu apresentou um maior potencial de produção em relação ao capim Tanzânia, pois teve uma maior produtividade (em termos de produção vegetal), aliado a uma eficiência de colheita maior e a um valor alimentar ligeiramente superior. A produção (medida corno acúmulo líquido de massa durante cada rebrota) apresentou valores médios de 5.424 e 2.801 kg MS/ha (taxa de acúmulo média de 136 e 88 kg MS/ha.dia), sendo que a quantidade média de forragem perdida por pastejo ficou em torno de 1.043 e 878 kg MS/ha (eficiência de utilização média de 51,5 e 37,3%), permitindo uma lotação média de 5,1 e 3,0 UA/ha, respectivamente, para o capim Guaçu e Tanzânia. A taxa média de aparecimento de folhas foi de 0,14 folhas/dia ou 66,6 graus-dia para o capim Guaçu. O número máximo de folhas vivas observadas foi de 7,1 folhas durante o final do período de rebrota, com cerca de 2,8 folhas senescidas por perfilho. Das folhas vivas, 3,7 folhas eram representadas pela categoria de folhas expandidas e 3,4 folhas pela categoria de folhas em expansão. Para o capim Tanzânia, a taxa média de aparecimento de folhas foi de 0,10 folhas/dia (93,9 graus-dia), com os perfilhos apresentando em média, 4,8 folhas vivas (sendo 3,2 folhas expandidas e 1,6 folhas em expansão) e 2,3 em senescência. A análise do valor nutritivo da forragem "consumida" (estratos superiores ao resíduo pós-pastejo) mostrou que o capim Guaçu apresentou uma melhor digestibilidade e qualidade de fibra que o capim Tanzânia, com os respectivos valores de 74,5 e 67,8% para a DIVMO, 63,1 e 67,7% para a FDN, 33,9 e 34,8% para a FDA, e 2,6 e 2,6% para a lignina. Os valores de proteína, entretanto, foram superiores no capim Tanzânia, com 13,2 e 12,6% PB, respectivamente, para o capim Tanzânia e Guaçu, sendo que a estrutura de dossel de cada espécie interferiu na sua composição morfológica e valor nutritivo da forragem, com a composição bromatológica dessas plantas apresentando uma melhora significativa dos estratos inferiores aos estratos superiores do dossel, variando inversamente com o nível do estrato no perfil.
Titre en anglais
Agronomic performance of ‘Guaçu’ elephantgrass (Pennisetum purpureum Schum.) and ‘Tanzania’ grass (Panicum maximum Jacq.) pastures in dairy production systems
Resumé en anglais
Pasture-based animal production has great potential in Central Brazil, due to highly favorable soil and climate conditions. Grazing is the cheapest method for feeding roughages to ruminants, as it can reduce production costs and be key in the evaluation of a system's economic viability. Besides pasture productivity and forage quality, it is important that the dynamics of dry matter accumulation and the efficiency of the harvesting process by the grazing animal be known, so that appropriate management decisions can be made and optimal techniques adopted. The objective of this study was to compare two pasture-based dairy production systems comprised of crossbred (Bos indicus x B. Taurus) animals on rotationally grazed tropical pastures. Responses studied were on the agronomic performance of 'Guaçu' elephantgrass (Pennisetum purpureum Schum.) and 'Tanzania' grass (Panicum maximum Jacq.) pastures. Herbage production and utilization, dry matter accumulation dynamics and nutritive value responses were evaluated from December 1998 to July 1999 (mid-summer to early winter). The experimental area was 10,5 ha of ‘Guaçu’ and 15,8 ha of ‘Tanzania’, both at the Estação Experimental de Zootecnia de Ribeirão Preto, SP, of the Instituto de Zootecnia. The treatments were represented by the two forage species replicated four times in a completely randomized design. Responses are reported as season means unless otherwise stated. ‘Guaçu’ elephantgrass was more productive than ‘Tanzania’ grass. Nutritive value responses and grazing efficiency were also higher for ‘Guaçu’. Mean seasonal herbage production during a rest period (measured as net accumulation over the regrowth period) was 5.424 and 2.801 kg DM ha-1 (mean net accumulation rate 136 and 88 kg DM ha-1d-1). Season means of grazing losses were 1.043 and 878 kg DM ha-1 (efficiency of utilization of 51,5 and 37,3%) and stocking rates were 5,1 and 3,0 UA.ha-1 for ‘Guaçu’ and ‘Tanzania’ respectively. Leaf appearance rate was 0,14 leaves.d-1 or 66,6 GD/leaf for ‘Guaçu’. The maximum number of green leaves was 7,1 during at the end of the regrowth period with 3,7 expanded leaves, 3,4 expanding leaves, and 2,8 senescent leaves in each tiller. For ‘Tanzania’ the leaf appearance rate was 0,10 leaves.d-1 (93,9 GD/leaf) with 4,8 leaves per tiller (3,2 expanded and 1,6 expanding) and 2,3 senescent leaves. ‘Guaçu’ was superior to ‘Tanzania’ in digestibility and fiber quality (74,5 and 66,7% IVOMD; 63,1 and 67,7% NDF; 33,9 and 34,8% ADF; 2,6 and 2,6% lignin for ‘Guaçu’ and ‘Tanzania’, respectively). Crude protein concentrations were 13,2 and 12,6%, respectively, for ‘Tanzania’ and ‘Guaçu’. Canopy structure of the pastures had an impact on plant part composition and herbage nutritive value. Higher nutritive value was associated with the upper strata of the canopy.
 
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Date de Publication
2019-12-19
 
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