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Doctoral Thesis
DOI
Document
Author
Full name
Raquel Wille Sarquis
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2019
Supervisor
Committee
Santos, Ariovaldo dos (President)
Szuster, Natan
Martins, Eliseu
Silva, Fernando Chiqueto da
Title in Portuguese
Diferenças nas práticas contábeis na era IFRS: implicações para a comparabilidade das informações financeiras em ambientes diferentes
Keywords in Portuguese
Ambientes culturais e institucionais
Benefícios a empregados
Comparabilidade
Escolhas contábeis
Joint ventures e PPI
Abstract in Portuguese
O objetivo desta pesquisa foi avaliar a influência dos fatores culturais e institucionais do país de origem nas práticas contábeis utilizadas pelas empresas e, na sequência, analisar os impactos da existência de escolhas contábeis nas IFRS no nível de comparabilidade das informações contábeis de empresas localizadas em países com ambientes culturais e institucionais diferentes. A literatura sugere que a contabilidade é fortemente influenciada pelo ambiente no qual está inserida e que a comparabilidade é baseada no reflexo da substância econômica dos eventos, não na forma. Para tanto, foram analisadas três escolhas contábeis que existem ou existiam nas IFRS: (i) mensuração dos investimentos em joint ventures (consolidação proporcional ou MEP), (ii) reconhecimento e apresentação dos ganhos e perdas atuariais decorrentes dos planos de benefício definido (método do corredor, DRE ou DRA) e (iii) mensuração de PPI (custo ou valor justo). Os dados sobre as práticas contábeis foram coletados manualmente das demonstrações contábeis de 6.298 empresas de 27 países diferentes de 2005 até 2016. Portanto, foram coletadas e analisadas 53.908 demonstrações contábeis. Por meio da análise de cluster e utilizando um conjunto de variáveis culturais e institucionais, os 27 países foram classificados em 7 agrupamentos diferentes. Na sequência, foram avaliadas quais práticas contábeis predominavam em cada um desses países e como elas se relacionam com os agrupamentos formados e com as variáveis culturais e institucionais, através da estimação de modelos logísticos (hierárquicos na versão nula e não hierárquicos). Os resultados evidenciaram que uma parcela estatisticamente significante da variância das práticas contábeis é explicada pelo agrupamento de nível país e que todas as 12 variáveis culturais e institucionais são relevantes para explicar as práticas contábeis utilizadas pelas empresas em pelo menos uma das três escolhas contábeis analisadas. Por fim, utilizando a métrica de Comparabilidade dos Sistemas Contábeis desenvolvida por Barth et al. (2012), a presente pesquisa mensurou o nível de comparabilidade das informações contábeis entre as diversas combinações de clusters, com a finalidade de avaliar se as empresas eram mais comparáveis quando usavam exatamente a mesma prática contábil ou quando utilizavam práticas contábeis diferentes. Os resultados corroboram a tese proposta de que a existência de escolhas contábeis nas IFRS pode ser necessária para que as empresas utilizem as práticas contábeis que melhor refletem a substância econômica dos eventos, considerando a influência do ambiente cultural e institucional em que estão inseridas. Foram encontrados indícios de que a eliminação de escolhas contábeis, como a dos investimentos em joint ventures e de benefícios a empregados, pode reduzir a comparabilidade das informações contábeis, já que as empresas eram mais comparáveis quando utilizavam práticas contábeis diferentes. Assim, há evidências de que a adoção de padrões contábeis mais flexíveis contribui para a obtenção da comparabilidade em países com ambientes diferentes, reiterando que a substância econômica é mais importante que a forma. A principal contribuição desta pesquisa é fornecer evidências de que a obrigatoriedade de utilização da mesma prática contábil por empresas localizadas em ambientes culturais e institucionais diferentes pode resultar em uniformidade, mas não em comparabilidade das informações contábeis.
Title in English
Differences in accounting practices in the IFRS Era: implications for the comparability of accounting information in different environments
Keywords in English
Accounting choices
Comparability
Cultural and institutional environment
Employee benefits
Joint ventures and Investment properties
Abstract in English
The purpose of this research was to evaluate the influence of cultural and institutional environment of each country in the accounting practices used by firms and, subsequently, to analyze the impacts of the existence of accounting choices in the IFRS Standards on the comparability of accounting information between firms from countries with different cultural and institutional environments. The literature suggests that accounting is strongly influenced by the environment and that comparability is based on the reflection of the economic substance of events, not on the form. Therefore, three accounting choices that exist or existed in IFRS Standards were analyzed: (i) measurement of joint venture investments (proportionate consolidation or equity method); (ii) recognition and presentation of actuarial gains and losses arising from defined benefit plans (corridor method, income statements or other comprehensive income) and (iii) measurement of investment properties (cost or fair value). The accounting practices' data were manually collected from the financial statements of 6,298 firms from 27 different countries, from 2005 to 2016. Thus, we collected and analyzed 53,908 financial statements. Using cluster analysis and a set of cultural and institutional variables, the 27 countries were classified into 7 different clusters. Further, we analyzed the accounting practices that prevailed in each country and in each cluster; and how these accounting practices are influenced by the cultural and institutional variables, through the estimation of logistic models (hierarchical in the null version and non-hierarchical). The results indicate that the variance in accounting practices explained by the country level grouping is statistically significant and that all the 12 cultural and institutional variables are relevant to explain the accounting practices used by firms in at least one of the three accounting choices that were analyzed. Finally, using the Accounting System Comparability metric proposed by Barth et al. (2012), we measured the degree of comparability of accounting information among various combinations of clusters, in order to evaluate whether firms were more comparable when they used exactly the same accounting practice or when they used different accounting practices. The results corroborate the proposed thesis that the existence of accounting choices in the IFRS Standards may be necessary to allow firms to use those accounting practices that better reflect the economic substance of events, given the influence of the cultural and institutional environment in which they operate. We found evidence that the elimination of accounting choices, such as the choices about joint venture investments and employee benefits, may reduce the comparability of accounting information, given that firms were more comparable when they used different accounting practices. Thus, there is evidence that the adoption of more flexible accounting standards contributes to improve comparability in countries with different environments, reiterating that the economic substance is more important than the form. The main contribution of this research is to provide evidence that the mandatory requirement of the same accounting practices by firms from different cultural and institutional environments may result in uniformity, but not in comparability of accounting information.
 
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CorrigidoRaquel.pdf (26.04 Mbytes)
Publishing Date
2019-09-30
 
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