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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.12.2016.tde-07032016-092021
Documento
Autor
Nome completo
Paula Sarita Bigio Schnaider
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Saes, Maria Sylvia Macchione (Presidente)
Cabral, Sandro
Menard, Joseph Denis Claude
Raynaud, Emmanuel
Royer, Annie
Zylbersztajn, Decio
Título em inglês
Heterogeneity of plural forms: a revised transaction cost approach
Palavras-chave em inglês
Agribusiness
Asset specificity
Plural forms
Transaction cost
Uncertainty
Resumo em inglês
This dissertation addresses an important empirical regularity that is still not very well understood: the same firm, in a given institutional context, simultaneously relies on different organizational arrangements to govern similar (or identical) transactions. I will follow Bradach & Eccles (1989) and Menard (2013) and treat this phenomenon as 'plural forms'. The dissertation is composed of four chapters, each of which, providing different but complementary approaches to plural forms and serving as input for the next: the first half of this dissertation remains theoretical, while the second presents distinct qualitative empirical contributions on the theme. In the first chapter, I intend to verify what has been theorized about plural forms and how this field has evolved over time. I am especially concerned with the multiple theoretical explanations about the reasons why firms adopt plural forms, mainly because, to date, there is no consensus on the subject. To this end, I both perform some bibliometric analyses by surveying the ISI Web of Science platform and qualitatively review some significant papers on the subject. I find that the combination of asset specificity and multiple types of uncertainty underlies most of the explanations used over time and highlight that these could be interesting variables for a model predicting plural forms. In the second chapter, I am concerned with explaining the variety of plural form manifestations. However, in order to understand such variety, I build a theoretical model integrating asset specificity and uncertainty to predict plural and non-plural forms. Next, I emphasize that these arrangements are heterogeneous and, to keep my argumentation tractable, I define three categories of plural forms: 'between' (or the combination of different modalities of organizational arrangements), 'within' (or the combination oh hybrid arrangements) and 'combo' ( or the combination of 'between' and 'within'). My hypotheses relate each of these three types of plural forms to the different typologies of uncertainty (market, technological and performance assessment) that capture the essential dimensions of the concept. In the next two chapters, I empirically confornt my theretical model and hypotheses with qualitative empirical data concerning the Brazilian Agribusiness sector. In the third chapter, I seek to verify whether the combination of uncertainty and asset specificity predicts the emergence of plural forms. Moreover, I assess whether different levels of uncertainty and of asset specificity (combined) determine the selection of distinct organizational arrangements. To this end, I perform an embedded clinical case study at the Korin company, which produces and commercializes multiple organic products. I am concerned with the procurement of distinct inputs (regular and organic corn, regular soybeans, poultry and antibiotic-free eggs), both with plural and with non-plural forms. I find support for my model and for the idea that different levels of asset specificity and uncertainty push towards the adoption of distinct organizational arrangements. In the final chapter, I intend to empirically confront both my theoretical model (i.e., if asset specificity and uncertainty predict plural or non-plural forms) and my hypotheses (i.e., whether different types of high uncertainty, subject to a certain degree of asset specificity, push towards different types of plural forms). To this end, I survey the procurement of inputs by 24 companies operating in the Brazilian Agribusiness sector and procuring 11 different inputs by means of both plural and non-plural forms. I make use of a 4-point likert scale questionnaire capturing my theoretical variables and perform some qualitative analyses. I find empirical support for my theoretical model and for some of my hypotheses concerning the diversity of plural forms, indicating a path for further empirical analyses.
Título em português
Heterogeneidade de formas plurais: uma abordagem de custos de transação revisada
Palavras-chave em português
Agronegócio
Ativo específico
Custos de transação
Economia institucional
Formas plurais
Incerteza
Resumo em português
Esta tese aborda uma importante regularidade empírica que ainda não é muito bem compreendida: uma mesma empresa, em um determinado contexto institucional, simultaneamente se baseia em diferentes arranjos organizacionais para governar transações similares (ou idênticas). Seguindo os trabalhos de Bradach & Eccles (1989) e Menard (2013), trata-se este fenômeno como "formas plurais". A tese é composta por quatro capítulos, cada qual proporcionando abordagens diferentes, porém complementares, sobre a temática das formas plurais, e cada qual servindo como insumo para o próximo capítulo: a primeira metade desta tese permanece teórica, enquanto a segunda apresenta contribuições empíricas qualitativas distintas sobre o tema. No primeiro capítulo, pretende-se verificar o que foi teorizado sobre formas plurais e como este campo tem evoluído ao longo do tempo. Em especial, busca-se conhecer as múltiplas explicações teóricas sobre as razões por que as firmas adotam formas plurais, principalmente porque ainda não há um consenso sobre o assunto. Para tanto, realizam-se algumas análises bibliométricas por meio de um levantamento de dados na plataforma ISI Web of Science e qualitativamente revisam-se alguns artigos significativos sobre o assunto. Como resultado, tem-se que a combinação de especificidade de ativos e vários tipos de incerteza se encontra subjacente à maior parte das explicações utilizadas ao longo do tempo e destaca-se a ideia de que estas poderiam ser variáveis interessantes para um modelo de previsão de formas plurais. No segundo capítulo, busca-se compreender o que explica a variedade de formas plurais. No entanto, a fim de compreender tal variedade, constrói-se um modelo teórico integrando especificidade de ativos e incerteza para prever formas plurais e não plurais. Em seguida, enfatiza-se que estes arranjos são heterogêneos e, para manter a argumentação tratável, definem-se três categorias de formas plurais: "entre" (ou a combinação de diferentes modalidades de arranjos organizacionais), "dentro" (ou a combinação de arranjos híbridos ) e "combo" (ou a combinação de "entre" e "dentro"). As hipóteses relacionam cada um destes três tipos de formas plurais com as diferentes tipologias de incerteza (mercado, tecnológica e de avaliação de desempenho) que capturaram as dimensões essenciais deste conceito. Nos próximos dois capítulos, o modelo teórico e as hipóteses são confrontados com dados empíricos qualitativos relativos ao setor agroindustrial brasileiro. No terceiro capítulo, procura-se verificar se a combinação de incerteza e especificidade de ativos prevê o surgimento de formas plurais. Além disso, avalia-se se diferentes níveis de incerteza e de especificidade de ativos (combinados) determinam a seleção de arranjos organizacionais distintos. Para tanto, realiza-se um estudo de caso clínico "embedded" na empresa Korin, que produz e comercializa diversos produtos orgânicos. Analisa-se a aquisição de insumos distintos (milho comum e orgânico, soja comum, frango e ovos livres de antibióticos), tanto com formas plurais quanto com formas não plurais. Encontra-se suporte para o modelo e para a ideia de que diferentes níveis de especificidade de ativos e de incerteza levam à adoção de arranjos organizacionais distintos. No capítulo final, confronta-se empiricamente tanto o modelo teórico (ou seja, se a especificidade dos ativos e a incerteza preveem formas plurais ou não-plurais) quanto as hipóteses (ou seja, se os diferentes tipos de elevada incerteza, sujeitas a um determinado grau de especificidade de ativos, leva à diferentes tipos de formas plurais). Para tanto, examina-se a aquisição de insumos por 24 empresas que operam no agronegócio brasileiro e adquirem 11 insumos diferentes, tanto por meio de formas plurais como de formas não-plurais. Utiliza-se de um questionário escala de Likert de 4 pontos, capturando as variáveis teóricas e realizam-se algumas análises qualitativas. Encontra-se suporte empírico para o modelo teórico, e para algumas das hipóteses que explicam a diversidade, apontando um caminho para maiores investigações empíricas
 
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Data de Publicação
2016-03-11
 
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