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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.16.2018.tde-17092018-153511
Document
Author
Full name
Marina Kohler Harkot
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2018
Supervisor
Committee
Santoro, Paula Freire (President)
Calió, Sonia Alves
Tavares, Rossana Brandão
Title in Portuguese
A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo
Keywords in Portuguese
Bicicleta
Gênero
Mobilidade urbana
Planejamento urbano
Abstract in Portuguese
A desigualdade de gênero no espaço urbano se expressa através de padrões de mobilidade e dos modos de deslocamento. Uma análise da pesquisa Origem-Destino de São Paulo, realizada pelo Metrô, mostra que os padrões de mobilidade masculino e feminino são bastante diferentes, sendo as mulheres a maioria no uso do ônibus e andar a pé, mas apenas 12% dos ciclistas. Com base em dados quantitativos e qualitativos sobre o uso de bicicletas na cidade de São Paulo, este estudo investiga porque o uso da bicicleta é tão incomum entre mulheres em grandes cidades brasileiras. Ele busca responder duas perguntas centrais: quais características das cidades impedem as mulheres de usarem bicicletas, e o que significa falar de mobilidade ativa e gênero no contexto brasileiro? Para responder essas perguntas, o estudo se baseia na literatura recente nos campos de sociologia urbana e estudos de gênero para desenvolver um modelo de porque mulheres usam ou não usam bicicletas em contextos urbanos. Ele também desenvolve uma metodologia para estudar a mobilidade e analisar a infraestrutura urbana que leva em consideração os fatores culturais e subjetivos que subjazem as escolhas das pessoas de como se locomover na cidade, e que estão na base de como relações de gênero impactam os usos diferentes que mulheres e homens fazem da cidade. Esse modelo é utilizado para analisar o uso da bicicleta entre mulheres na cidade de São Paulo, revelando que, para melhor compreender os padrões de mobilidade, é crucial que se olhe além de variáveis quantitativas e características de infraestrutura urbana, considerando também a lógica das percepções, emoções e afetos que moldam nosso relacionamento com a cidade e considerando como cada indivíduo está inserido dentro de estruturas/lógicas de família que devem ser levadas em consideração por planejadores urbanos se buscamos construir cidades mais justas e democráticas.
Title in English
The bicycle and the women: active mobility, gender and socioterritorial inequalities in São Paulo.
Keywords in English
Bicycle
Gender
Urban mobility
Urban planning
Abstract in English
Gender inequality expresses itself in patterns of mobility and forms of displacement in urban environments. The historical, series of the Origin-Destiny Survey carried out by the São Paulo Metro, for instance, reveals that patterns of male and female displacement in the city differ significantly, and that, while women represent the majority of pedestrians and public transport users, only 12% of cyclists are female. Based on quantitative and qualitative analyses the use of bicycles in São Paulo, the present dissertation investigates why cycling is so uncommon among women in large Brazilian cities. It sets out to answer two central questions: which characteristics of the city hinder bicycle use among women, and what does it mean to speak of gender and active mobility and gender in the Brazilian context? To address these questions, the study draws on and brings together recent literature in the fields of urban sociology, urban planning and gender studies to develop. a framework for assessing how and why women do and do not ride bicycles in urban environments. It also devises a methodology for studying urban mobility and analysing the city's built environment which takes into account the cultural and subjective factors which drive people's choices of how to interact with and within the city, as well as the how gender relations impact on the different use female and male make of the city gendered dimension. This framework is then deployed in the investigation of bicycle usage among women in São Paulo, and finds that, in order to more fully understand patterns of urban displacement, it is crucial to look beyond quantitative variables and raw infrastructural characteristics, also focusing on the logics of perceptions, emotions and affects that shape our relationships to the city and how each individual is inserted within the structure of familial logic - which must be taken into consideration by urban planners if the aim is to make cities more democratic and fair.
 
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Publishing Date
2018-12-12
 
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