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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.17.2020.tde-12022020-173513
Documento
Autor
Nome completo
Edson Alves de Barros Junior
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2019
Orientador
Banca examinadora
Júnior, Maurício Kfuri (Presidente)
Fonseca, Marisa de Cássia Registro
Herrero, Carlos Fernando Pereira da Silva
Verri, Edson Donizetti
Título em português
Concordância entre os métodos de dinamometria manual e dinamometria isocinética na avaliação muscular de indivíduos com instabilidade anterior do joelho
Palavras-chave em português
Dinamômetro manual
Isocinético
Ligamento cruzado anterior
Reconstrução
Testes funcionais
Resumo em português
A força dos músculos extensores e flexores do joelho é um importante critério para a avaliação funcional de indivíduos com lesão do ligamento cruzado anterior (LCA). O Dinamômetro Isocinético (DI) é um equipamento importante para essa avaliação, mas é pouco acessível à maioria dos profissionais da área de reabilitação física. Como alternativa, o teste muscular manual (TMM) é muito utilizado, mas não tem reprodutibilidade devido a sua subjetividade. Para suprir as deficiências do TMM, o dinamômetro manual (DM) é utilizado para aferir a força muscular. O objetivo principal deste estudo foi avaliar a concordância entre o DM e o DI para a identificação das assimetrias de forças musculares dos extensores e flexores do joelho (ISL). O objetivo secundário foi avaliar a concordância das medidas do DM com ferramentas de avaliações subjetivas e objetivas de função, previamente validadas na literatura. Neste estudo avaliamos 95 indivíduos divididos em três grupos, sendo eles, grupo operado (GO) com 36 indivíduos submetidos à reconstrução do LCA; grupo controle (GC) com 36 indivíduos sem lesões prévias ou cirurgias no joelho, e grupo não operado (GNO) com 23 indivíduos com lesão do LCA não operados. Todos os indivíduos foram avaliados com o DI e DM, e submetidos ao teste para a medida da distância com salto triplo unipodal cruzado (TSTUC), teste do equilíbrio em Y (TY), questionários Lysholm e International Knee Documentation Committee (IKDC). Calculamos o Índice de simetria entre os lados (ISL) para as medidas obtidas com os dinamômetros e TSTUC e os resultados determinados na literatura para o TY e questionários. Comparamos as características dos grupos pelo teste t de amostras independentes. A reprodutibilidade das medidas obtidas pelo DM foi estabelecida pelo coeficiente de correlação intraclasse (ICC) com intervalo de confiança (IC) de 95%. Utilizamos o coeficiente Kappa para avaliar a concordância entre DM e DI. Realizamos cálculos para estabelecer a sensibilidade e especificidade do DM na avaliação da força muscular. Avaliamos as associações do DM com os testes funcionais e questionário Lysholm através do teste exato de Fisher, e com o questionário IKDC através do teste de Mann-Whitney. Utilizamos o software SAS system for Windows, Release 9.2 SAS Inst., Cary, NC. 201 para as medidas estatísticas, adotando o nível de significância de 5%. Constatamos que houve confiabilidade variando de boa a excelente paraa análise intra medidas e intra avaliador do DM (p=0,001). Na amostra geral de 95 indivíduos o ISL foi determinante para a concordância. Em indivíduos com ISL normal (10%) houve concordância entre o DM e o DI (Kappa = 0,01 - 0,27). A partir de diferenças mínimas de ISL (15%) houve concordância parcial (Kappa = 0,07 - 0,14). Encontramos grandes intervalos de confiança tanto para a as medidas em flexão quanto extensão. Não encontramos associações entre o DM e os testes TSTUC e TY. Por outro lado, quando utilizado para a medida da força extensora, o DM mostrou associações com os resultados aferidos pelos questionários de Lysholm e IKDC (p<0,01). Em conclusão, o DM não apresentou concordância com o DI ou associações com os testes TSTUC e TY. O seu resultado foi aceitável quando utilizado para a medida da força extensora, apenas se comparado aos resultados obtidos pelos questionários Lysholm e IKDC. Concluímos que o DM não pode ser utilizado em substituição ao DI, mas permite a quantificação objetiva da força muscular do membro inferior durante o processo de reabilitação.
Título em inglês
Agreement between manual dynamometer methods and isokinetic dynamometry in muscular evaluation of individuals with anterior knee instability
Palavras-chave em inglês
Anterior cruciate ligament
Functional tests
Isokinetic
Manual dynamometer
Reconstruction
Resumo em inglês
The strength of the knee extensor and flexor muscles is an important criteria for the functional assessment of individuals with anterior cruciate ligament injury (ACL). The Isokinetic Dynamometer (ID) is an important equipment for this evaluation, but it is not accessible to most professionals in the physical rehabilitation area. Alternatively, the manual muscle test (MMT) is widely used but has no reproducibility due to its subjectivity. To address MMT deficiencies, the manual dynamometer (MD) is used to measure muscle strength. The main objective of this study was to evaluate the agreement between MD and ID for the identification of asymmetries of knee extensor and flexor muscle forces (LSI). The secondary objective was to evaluate the relationship of MD measurements within subjective and objective function assessment tools previously validated in the literature. In this study we evaluated 95 individuals divided into three groups, namely, operated group (OG) with 36 individuals undergoing ACL reconstruction; control group (CG) with 36 individuals without previous injuries or knee surgeries; and non-operated group (NOG) with 23 individuals with non-operated ACL injuries. All subjects were assessed with ID and MD and submitted to the unipodal triple jump distance test (UTJDT), Y-balance test (YT), Lysholm questionnaires and the International Knee Documentation Committee (IKDC). We calculated the symmetry index between the sides (LSI) for the measurements obtained with the dynamometers and UTJDT and the results determined in the literature for the YT and questionnaires. We compared the characteristics of the groups using the Student's t-test for independent samples. The reproducibility of the measurements obtained by MD was established by the intraclass correlation coefficient (ICC) with a confidence interval (CI) of 95%. The Kappa coefficient was used to evaluate the agreement between MD and ID. Calculations were performed to establish the sensitivity and specificity of MD in the assessment of muscle strength. We evaluated the associations of MD with the functional tests and Lysholm questionnaire through Fisher's exact test, and with the IKDC questionnaire through the Mann-Whitney test. We use SAS system software for Windows, Release 9.2 SAS Inst., Cary, NC. 201 for statistical measures, adopting the significance level of 5%. It was found that there was reliability ranging from good to excellent for intrameasurement and intra-rater DM reliability (p = 0.001). In the general sample of 95 individuals, the LSI was determinant to establish a positive correlation. In individuals with normal LSI (10%), there was a correlation between MD and ID (Kappa = 0.01 - 0.27). From minimal differences in LSI (15%) there was partial correlation (Kappa = 0.07 - 0.14). We found large confidence intervals for both flexion and extension measurements. No associations were found between MD and UTJDT and YT. On the other hand, MD showed associations with the results measured by the Lysholm and IKDC questionnaires (p <0.01) when used to measure extensor strength. We conclude that MD cannot be used as a substitute for ID, but allows an objective quantification of lower limb muscle strength during the rehabilitation process.
 
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Data de Publicação
2020-04-28
 
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