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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.17.2009.tde-26092013-170010
Documento
Autor
Nome completo
Milena Bastos Brito
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2009
Orientador
Banca examinadora
Macedo, Carolina Sales Vieira (Presidente)
Bahamondes, Luis Guillermo
Sá, Marcos Felipe Silva de
Título em português
Efeitos clínicos e metabólicos do implante liberador de etonogestrel sobre o puerpério de mulheres sadias
Palavras-chave em português
amamentação
clínico
contracepção
etonogestrel
metabólico
puerpério
Resumo em português
Os contraceptivos de progestagênios isolados, como o implante de etonogestrel, representam uma opção para uso no puerpério. Classicamente, recomenda-se seu uso, a partir da sexta semana após o parto, mas sabe-se que para um grupo de pacientes de risco para curtos intervalos intergestacionais (com baixa adesão ou pouco acesso às orientações contraceptivas neste período), os mesmos podem ser prescritos no puerpério imediato. Porém, mais estudos são necessários para avaliar a segurança materna e neonatal/infantil do implante de etonogestrel (ETG), quando inserido no puerpério imediato. O objetivo do presente estudo foi avaliar dados de segurança materna (clínicos e metabólicos) e neonatal (clínicos) do uso do implante de ETG no puerpério imediato, durante as primeiras 12 semanas após o parto. Foram randomizadas 40 pacientes, entre 18-35 anos, no Ambulatório de Pré-Natal de Baixo Risco do HCFMRP-USP, para dois grupos: 20 para uso doimplante liberador de etonogestrel (ETG), inserido 24-48 horas após o parto; e 20 para uso de 150 mg de acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMP-D), a partir da 6ª semana de puerpério (grupo de controle). Os parâmetros clínicos avaliados foram: pressão arterial (PA), peso materno e neonatal, índice de massa corpórea (IMC), circunferência abdominal (CA) e taxa de manutenção de lactação até a 12ª segunda semanade puerpério. Os parâmetros laboratoriais avaliados foram: marcadores hepáticos (lesão e colestase): fosfatase alcalina (FA), gama-GT (?-GT), transaminase glutâmico-pirúvica (TGP),transaminase glutamínica oxalicética (TGO), bilirrubinas totais (BT), bilirrubina direta (BD), bilirrubina indireta (BI), albumina; marcadores inflamatórios: interleucina (IL)-6, fator de necrose tumoral alfa (TNF-?), proteína C reativa (PCR); lipidograma; hemograma e glicemia. As pacientes apresentavam características clínicase laboratoriais basais semelhantes. Observou-se redução do PA, triglicérides, LDL-colesterol, PCR, FA e elevação do peso dos recém-nascidos, da hemoglobina, plaquetas (mais pronunciada no grupo ETG) glicemia, TGP, BT, BD (mais pronunciada no grupo ETG), BI, albumina e durante as primeiras 12 semanas, em ambos os grupos, sem diferença entre eles. No entanto, o peso, IMC e CA reduziram-se mais no grupo ETG do que no grupo de controle entre o basal e a 6 a semana após o parto (ETG: - 4,64 ± 2,71Kg vs. controle: - 2,60 ± 2,45Kg, p=0,017; ETG: - 1,77 ± 1,06Kg/m 2 vs. controle: - 0,97 ± 0,95Kg/m 2 , p=0,026; ETG: -15,30 ± 6,72cm vs.controle: - 9,05 ± 5,84cm, p=0,003; respectivamente); os níveis de leucócitos apresentaram um aumento entre seis e 12 semanas no grupo de controle (ETG: - 440 ± 113céls/µL vs. controle: + 254 ± 377céls/µL, p= 0,005), com declínio entre o período basal e 12 semanas, semelhante em ambos os grupos; o nível de IL-6, apesar de declinar em ambos os grupos, apresentou variação estatisticamente maior entre o basal e 12 semanas no grupo ETG (ETG: -14,30 ± 20,33pg/mL vs.controle: - 6,09 ± 7,23pg/mL, p=0,035); os níveis de TNF-?elevaram-se apenas no grupo de controle, após seis semanas do uso de AMP-D (ETG: - 0,55 ± 2,46pg/mL vs. controle: + 2,21 ± 3,18pg/mL, p=0,001); os níveis de CT e HDL declinaram nos dois grupos com maior queda no grupo de controle, entre seis e 12 semanas pós-parto (ETG: - 7,4 ± 15,01mg/dL vs.controle: - 28,55 ± 17,71mg/dL, p=0,001; ETG: - 0,15 ± 5,02mg/dL vs.controle: - 12,45 ± 7,32mg/dL, p<0,0001; respectivamente); os valores da TGO reduziram mais no grupo de controle em relação ao grupo ETG na variação entre basal e 12 semanas pós-parto (ETG: - 0,40 ± 9,36U/L vs. controle: - 6,05 ± 8,07U/L, p=0,048). Todos os valores estavam dentro dos limites de normalidade para a faixa etária estudada. As demais variáveis e a taxa de manutenção da lactação exclusiva não diferiram entre os grupos. Podemos concluir que a inserção do implante liberador de ETG no pós-parto imediato não foi associada a efeitos clínicos deletérios maternos ou neonatais, nem a alterações laboratoriais maternas significativas.
Título em inglês
Clinical and metabolic effects ofthe etonogestrel-releasing implant on the puerperium of healthy women Master's paper
Palavras-chave em inglês
breastfeeding
clinic
contraception
Etonogestrel
metabolic
postpartum
Resumo em inglês
Progestogen-only contraceptives like the etonogestrel (ETG) implant represent an option for use during the postpartum period. Its use isclassically recommended after the sixth postpartum week, but for patients at risk for short intergestational intervals (with low compliance or with little access to contraceptive guidelines during this period) these contraceptives can be prescribed during the immediate puerperium. However, further studies are needed to assess the maternal and neonatal/infantile safety of this device when inserted during the immediate puerperium. The objective ofthe present study was to assess maternal (clinical and metabolic) and neonatal (clinical) safety data regarding the use of the ETG implant during the immediate postpartum period and the first 12 postpartum weeks. Forty patients aged 18-35 years attended at the Low Risk Prenatal Care Program of HCFMRP-USP were randomly assigned to two groups: 20 subjects use of the ETG-releasing implant inserted 24-48 hours after delivery, and 20 for use of 150 mg depot medroxyprogesterone acetate (DMPA) starting during the 6 th week postpartum (control). The following clinical parameters were assessed: arterial pressure (AP), maternal and neonatal weight, body mass index (BMI), abdominal circumference (AC); liver markers: alkaline phosphatase, gamma glutamyl transferase (?-GT), glutamic pyruvic transaminase (GPT), glutamic oxaloacetic transaminase (GOT), total bilirubins (TB), direct bilirubin (DB), indirect bilirubin (IB), albumin; inflammatory markers: interleukin-6 (IL)-6, tumor necrosis factor alpha (TNF-?), C reactive protein (CRP); lipid profile; blood count; glycemia, and rate of breastfeeding mothers up to the 12 th week of the puerperium. The basal clinicaland laboratory characteristics of the two groups were similar. We observed a reduction of AP, triglycerides, LDL-cholesterol, CRP and alkaline phosphatase, and an increase in newborn weight, hemoglobin, platelets (more pronounced in the ETG group), glycemia, GPT,TB,DB (more pronounced in the ETG group), IB and albumin during the first 12 weeks in both groups, with no difference between them. However, weight, BMI and AC were lower in the EGT group compared to control up to the 6th week after delivery (ETG: - 4.64 ± 2.71Kg vs. control: - 2.60 ± 2.45Kg, p=0.017; ETG: - 1.77 ± 1.06Kg/m 2 vs. control: - 0.97 ± 0.95Kg/m 2 , p=0.026; ETG: -15.30 ± 6.72cm vs. control: - 9.05 ± 5.84cm, p=0.003; respectively); white cell count increased between six and 12 weeks after delivery in control group (ETG: - 440 ± 113céls/µL vs. control: + 254 ± 377céls/µL, p= 0.005), with a decrease between basal evaluation and 12 weeks after delivery in both groups; IL-6 decrease in both groups however the variation was statistically different between basal and 12 weeks only in ETG group (ETG: -14.30 ± 20.33pg/mL vs.control: - 6.09 ± 7.23pg/mL, p=0.035); TNF-?levels was higher only in the control group six weeks after DMPA administration (ETG: - 0.55 ± 2.46pg/mL vs. control: + 2.21 ± 3.18pg/mL, p=0.001); HDL levels decrease in both groups however it was more pronounced in control group between six and 12 weeks postpartum (ETG: - 7.4 ± 15.01mg/dL vs.control: - 28.55 ± 17.71mg/dL, p=0.001; ETG: - 0.15 ± 5.02mg/dL vs.control: - 12.45 ± 7.32mg/dL, p<0.0001; respectively); TGO levels was lower in control group than in ETG between basal evaluation and 12 weeks postpartum (ETG: - 0.40 ± 9.36U/L vs. control: - 6.05 ± 8.07U/L, p=0.048). All values were within normal limits for the age range studied. The other variables and the maintenance of exclusive lactation were similar between the groups. In conclusion, ETG releasing implant insertion during the immediate postpartum period was not associated with deleterious maternal or neonatal clinical effects or with significant laboratory alterations.
 
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Data de Publicação
2014-08-22
 
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