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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.17.2020.tde-19092019-132605
Document
Auteur
Nom complet
Monize Vilela
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2019
Directeur
Jury
Trawitzki, Luciana Vitaliano Voi (Président)
Berretin, Giédre
Monteiro, Silvana Bommarito
Ricz, Lilian Neto Aguiar
Titre en portugais
Desempenho da mímica facial e qualidade de vida na fase aguda da paralisia facial periférica
Mots-clés en portugais
Assimetria facial
Expressão facial
Paralisia de Bell
Paralisia facial
Qualidade de vida
Resumé en portugais
Introdução: A paralisia facial periférica (PFP) é a neuropatia craniana mais comum, o qual o nervo facial, responsável pela mímica facial, perde sua função. Com isso, entende-se a importância de se investigar o impacto psicológico que ela causa nos portadores desta patologia e os prejuízos quanto à função muscular, para auxiliar no diagnóstico e prognóstico. Objetivos: Analisar o desempenho da mímica facial na PFP comparativamente a sujeitos controles e suas relações com a qualidade de vida (QV) e a gravidade de comprometimento motor. Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal em que foram selecionados pacientes com PFP unilateral adquirida em fase aguda, entre 18 e 59 anos (GPFP) e sujeitos controles (GC) na mesma faixa etária. Um total de 236 sujeitos com paralisia facial foram triados e, destes, 35 sujeitos com paralisia de Bell compuseram o GPFP, com idade média de 34,2 anos (±13,6) e 28 sujeitos o GC com idade média 33,9 anos (±13,1). Os pacientes com PFP foram classificados segundo o grau de comprometimento motor de House e Brackmann. Investigou-se o Índice de Incapacidade Facial - IIF (físico e social), relacionado à QV, a Avaliação da Mobilidade da Mímica Facial (AMMF) e a Análise Tridimensional (3D) do Movimento Facial. Adotou-se o teste não paramétrico de Mann Whitney na comparação entre os grupos para o questionário de IIF, AMMF e análise 3D. O teste de correlação de Spearman analisou as relações entre o grau da PFP e as demais variáveis. Resultados: Com relação ao IIF, o GPFP possui escores significantemente menores em relação ao GC para ambos subíndices: físico (P<0,0001) e social (P<0,0141). As mulheres com PFP parecem sofrer mais no âmbito social que os homens (P=0,046). Os valores globais de mímica facial gerados pelo AMMF também se mostraram menores no GPFP comparados ao GC (P<0,0001), assim como na comparação individual de cada músculo (P<0,0001). A análise 3D mostrou índices de assimetria significantementemaiores no GPFP (P< 0,0001). Houve correlação entre o grau da PFP e QV para função física (?=-0,40; P<0,01); entre o aumento da idade com a piora da QV para função física (?=-0,45; P<0,005). A AMMF mostrou correlação com o grau (?=-0,65; P<0,0001) e com a QV para função física (?=0,56; P=0,0004). Com relação à análise 3D, todas as provas de mímica facial pesquisadas se correlacionaram com o grau da PFP, com exceção da prova de protrusão labial e se correlacionaram com a QV as provas de surpresa, sorriso aberto e sorriso fechado. Conclusões: Pacientes com PFP possuem um déficit na função muscular quando comparados aos controles com relação à capacidade facial relacionada à QV, à mímica facial e diferenças de assimetria facial, sendo as mulheres que sofrem mais no âmbito social em relação à QV. A capacidade física relacionada à QV foi influenciada pela gravidade da PFP, pelo aumento da idade, pela piora no desempenho da mímica facial e pela análise 3D em três provas de mímica facial. A piora da PFP influenciou no desempenho muscular e na análise 3D do movimento facial.
Titre en anglais
Facial mimicry performance and quality of life in the acute phase of peripheral facial paralysis
Mots-clés en anglais
Bell's palsy
Facial asymmetry
Facial expression
Facial paralysis
Quality of life
Resumé en anglais
Introduction: Peripheral facial paralysis (PFP) is the most common cranial neuropathy, which the facial nerve responsible for facial mime loses its function. Therefore, it is understood the importance of investigating the psychological impact that it causes in the patients of this pathology and the damages regarding the muscular function to aid in the diagnosis and prognosis. Objectives: To analyze the performance of facial mimicry in PFP compared to healthy control subjects and their relation with quality of life (QOL) and severity of motor impairment. Methods: This research was a cross-sectional observational study in which patients with unilateral acquired PFP in the acute phase, between 18 and 59 years old (GPFP) and healthy control subjects (CG) at the same age group. A total of 236 subjects with facial paralysis were screened, and of these, 35 subjects with Bell's palsy comprised the GPFP, the mean age was 34.2 years (± 13.6) and 28 subjects with GC with a mean age of 33.9 years (± 13.1). Patients with PFP were classified according to the degree of motor engagement of House and Brackmann. The Facial Disability Index - FDI (physical and social), related to QOL, the Facial Mimicry Mobility Assessment (FMMA) and the Three-Dimensional Analysis (3D) of the Facial Movement were investigated. The non-parametric Mann Whitney test was used in the comparison between the groups for the FDI, FMMA and 3D analysis. Spearman's correlation test analyzed the relationship between the PFP grade and the other variables. Results: Regarding FDI, the GPFP has significantly lower scores than the CG for both subscripts: physical (P <0,0001) and social (P <0,0141). Women with PFP appear to suffer more socially than men (P = 0,046). The overall values of facial mimicry generated by the FMMA were also lower in the GPFP compared to the CG (P <0,0001), as well as in the individual comparison of each muscle (P <0,0001). The 3D analysis showed significantly higher asymmetry indexes in GPFP (P <0,0001). There was a correlationbetween the degree of PFP and QOL for physical (? = -0,40, P <0,01); between the increase in age and worsening of QOL for physical (? = -0,45, P <0,005). The FMMA showed correlation with the degree (? = -0,65, P <0,0001) and with the QOL for physical (? = 0,56, P = 0,0004). Regarding the 3D analysis, all the facial mimicry tests searched correlated with the degree of the PFP, except for the lip protrusion test and the tests of surprise, open smile and closed smile were correlated with the QOL. Conclusions: Patients with PFP have a deficit in muscle function when compared to healthy control group in relation to facial capacity related to QOL, facial mimicry and facial asymmetry differences, with women suffering more in the social context in relation to QOL. The physical capacity related to QOL was influenced by PFP severity, age increase, worsening of facial mimicry performance and 3D analysis in three facial mimicry tests. Worsening of PFP influenced muscle performance and 3D analysis of facial movement.
 
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Date de Publication
2020-01-16
 
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