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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.17.2017.tde-04012017-143714
Documento
Autor
Nome completo
Marília Henrique Destefani
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2016
Orientador
Banca examinadora
Muglia, Valdair Francisco (Presidente)
Elias Júnior, Jorge
Lucchesi, Fabiano Rubião
Reis, Rodolfo Borges dos
Título em português
Cistos renais corticais minimamente complexos: avaliação por US, comparação com tomografia computadorizada, ressonância magnética e evolução natural
Palavras-chave em português
Cistos
Doenças císticas dos rins
Rins
Tomografia computadorizada
Ultrassonografia
Resumo em português
Objetivos: Avaliar a reprodutibilidade dos critérios de cistos minimamente complexos, diagnosticados pela ultrassonografia, bem como sua história natural e necessidade de estudo complementar. Materiais e métodos: Levantamento dos cistos renais diagnosticados por US no Centro de Ciências da Imagem e Física Médica (CCIFM) da faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (USP), no período de janeiro de 2003 a julho de 2014, num total de 2.259 casos. Dentre estes, 143 foram descritos como cistos complexos ou minimamente complexos. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 99 cistos foram selecionados para análises das imagens, evolução natural e levantamento de dados clínicos, que foram realizados por dois observadores principais e outros três colaboradores. Resultados: Entre as 99 lesões analisadas, 51 (51,5%) foram consideradas como cistos minimamente complexos e 48 (48,5%) como complexos. A concordância interobservador, avaliada pelo método de Kappa foi de 0.704, com intervalo de confiança de 95% entre 0.517 e 0.892, p< 0.001 (tabela 1). A idade média dos pacientes foi de 59,2 anos, variando de 21 a 93 anos. 40 pacientes eram do gênero masculino (78,4%) e 11 do gênero feminino (21,6%). Dos 51 cistos classificados como minimamente complexos, 11 foram classificados como Bosniak I pela TC/RM, 27 como Bosniak II e 6 como Bosniak 2F. Sete lesões não tiveram correlação com métodos de imagem, porém foram seguidas por pelo menos 3 anos. 25 lesões foram acompanhados por pelo menos 3 anos e nenhuma das lesões apresentou crescimento significativo no período ou mudança em sua arquitetura interna. Conclusão: Os resultados apontam que a avaliação de cistos minimamente complexos, pela US, tem boa reprodutibilidade e a complementação desta avaliação pela tomografia computadorizada ou pela ressonância magnética não é necessária, bastando o seguimento ultrassonográfico, considerando-se a evolução natural destas lesões e a melhor resolução de contraste da US em relação à TC para caracterização dos septos finos.
Título em inglês
Minimally complex renal cysts: ultrasonographic evaluation compared to Computed Tomography, Magnetic Resonance Imaging and natural history
Palavras-chave em inglês
Bosniak classification
Computed tomography
Kidneys
Renal cysts
Ultrasonography
Resumo em inglês
Objectives: To evaluate the reproducibility of minimally complex cysts criteria, diagnosed by ultrasound as well as its natural history and the need for further study. Methods: Survey of renal cysts diagnosed by US found in Centro de Ciências da Imagem e Física Médica (CCIFM) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (USP), from January 2003 to July 2014, in a total of 2259 study cases. Among these, 143 cases were described as complex or minimally complex cysts. After applying the inclusion and exclusion criteria, 99 cysts were selected to image analyses, natural history and clinical data, that were performed by two main observers and three cooperators. Results: The mean age of patients was 59.2 years, ranging from 21 to 93 years. 40 patients were male (78.4%) and 11 were females (21.6%). Among the 99 analyzed lesions, 51 (51.5%) were considered as minimally complex cysts and 48 (48.5%) as a complex. The interobserver agreement assessed by the Kappa method was 0.704, with a 95% confidence interval between 0.517 and 0.892, p <0.001 (Table 1). Of the 51 cysts classified as minimally complexes, 11 were classifieds as Bosniak I by CT/ MRI, 27 as Bosniak II and 6 as Bosniak IIF. Seven cysts were not correlated with crosssectional methods, however were followed for at least 3 years. Twenty-five lesions were followed for at least three years and none of the injuries showed significant growth or internal architecture changes. Conclusion: Our results show that the evaluation of minimally complex cysts, by US, showed good reproducibility and the completion of this evaluation by CT scan or MRI is not required, since a follow up using ultrasound is safe, in view of the low malignancy rate of these lesions and US better contrast resolution compared to CT for thin septa (hair-like) characterization.
 
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Marilia.pdf (1.62 Mbytes)
Data de Publicação
2017-03-30
 
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