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Mémoire de Maîtrise
DOI
10.11606/D.17.2017.tde-04012017-150226
Document
Auteur
Nom complet
Maria Clara Zanon Zotin
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2016
Directeur
Jury
Santos, Antonio Carlos dos (Président)
Fabio, Soraia Ramos Cabette
Pontes Neto, Octávio Marques
Simão, Gustavo Novelino
Titre en portugais
Detecção e quantificação da doença aterosclerótica extracraniana cervical
Mots-clés en portugais
Angiografia
Angiorressonância
Angiotomografia
Aterosclerose
AVC
Estenose extracraniana
Resumé en portugais
Introdução: As doenças cerebrovasculares são consideradas atualmente a segunda principal causa de óbito no mundo e a terceira causa de anos de vida perdidos por mortalidade1,2. A aterosclerose de grandes artérias é uma das principais condições subjacentes associadas ao AVC isquêmico (AVCi) e correlaciona-se com maiores taxas de recorrência. A detecção e a estratificação da estenose extracraniana podem ser feitas através do Doppler, da angiotomografia computadorizada (ATC), da angiorressonância magnética (ARM) e da angiografia intra-arterial digital (AIA), sendo esta última considerada o método padrão-ouro. Objetivo: Avaliar a acurácia diagnóstica e a concordância entre os métodos de ATC, ARM com contraste (AM CC) e AIA na análise da estenose extracraniana. Determinar a frequência e caracterizar a estenose extracraniana em população brasileira sintomática. Metodologia: Foram avaliados retrospectivamente os exames AIA, ATC e ARM, de pacientes adultos sintomáticos admitidos na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (UE HCFMRP) no período 03/2014-03/2015, para detecção e estratificação da estenose extracraniana. Foram coletados ainda dados demográficos, clínicos e laboratoriais desses pacientes. Resultados: Observou-se alta acurácia da ATC e da ARM na avaliação de segmentos carotídeos, com sensibilidade de 100% e especificidade variando entre 78% e 100% para estenoses >=50%. Para segmentos vertebrais, observou-se menor acurácia dos métodos, sobretudo da ARM, com valores de sensibilidade e especificidade variando entre 60%-85% e 33-62%, respectivamente, para estenoses >=50%. A prevalência de estenose extracraniana >=50% em nossa população foi de 38,6% e de 23,4% para estenoses >=70%. O segmento vascular mais acometido foi a origem das artérias vertebrais. Os fatores de risco associados a estenose extracraniana foram: sexo masculino, idade avançada, tabagismo e elevada pressão arterial sistólica na admissão. Conclusão: A ATC e ARM representam métodos adequados para investigação de estenoses extracranianas, sobretudo carotídeas. Ambos os métodos, sobretudo a ARM, têm acurácia limitada na avaliação dos óstios vertebrais.
Titre en anglais
Detection and quantification of extracranial cervical atherosclerotic disease
Mots-clés en anglais
Atherosclerosis
CTA
Extra cranial stenosis
IAA
MRA
Stroke
Resumé en anglais
Introduction: Cerebrovascular diseases are considered the second cause of death worldwide and the third cause of years of life lost (YLL)1,2. Large arteries atherosclerosis is one of the main conditions associated with stroke and correlates with higher recurrence rates. Imaging methods such as Doppler, computed tomography angiography (CTA), magnetic resonance angiography (MRA) and intra-arterial angiography (IAA) are available for extra cranial vascular study. Intra-arterial angiography remains the gold standard. Objectives: Evaluate diagnostic accuracy and concordance between CTA, MRA (contrast enhanced) and IAA for extracranial stenosis analysis. Determine frequency and distribution of extra cranial stenosis in a brazilian symptomatic population. Methods: IAA, CTA and MRA exams from adult symptomatic patients admitted between 03/2014 and 03/3015 at the Emergency Unit of Clinics Hospital of Ribeirão Preto's School of Medicine were retrospectively reviewed for detection and grading of extra cranial stenosis. Clinical and laboratorial information from patients was obtained. Results: Both CTA and MRA showed high sensitivity (100%) and specificity (78%-100%) in the evaluation of carotid vessels for stenosis >=50%. However, lower sensitivity (60-85%) and specificity (33-62%) were obtained for vertebral segments, Extra cranial stenosis prevalence was 38,6% for stenosis >=50% and 23,4% for stenosis >=70% among our patients. Vertebral artery origins were the most affected segments. Risk factors identified for extra cranial stenosis were: male gender, age, smoking and high systolic blood pressure on admission. Conclusions: CTA and MRA are considered adequate methods for extra cranial stenosis, specially for carotid segments. Both methods have lower accuracy in the investigation of vertebral artery origins.
 
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Date de Publication
2017-04-19
 
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