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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.17.2020.tde-05062020-085022
Documento
Autor
Nome completo
Luisa Franciscatto
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2019
Orientador
Banca examinadora
Pontes Neto, Octávio Marques (Presidente)
Éckeli, Álan Luiz
Rodrigues, Guilherme Gustavo Riccioppo
Título em português
O impacto de uma unidade de acidente vascular cerebral em um hospital universitário brasileiro
Palavras-chave em português
Acidente vascular cerebral
Indicadores assistenciais
Unidade de acidente vascular cerebral
Resumo em português
Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. Diversos estudos sugerem que a internação em unidades de AVC (UAVC) é uma das intervenções mais poderosas, reduzindo mortalidade, institucionalização, recorrência de eventos e dependência. A magnitude do seu impacto clínico, no entanto, ainda foi pouco explorada no sistema único de saúde (SUS). Objetivos: avaliar o impacto de uma UAVC integral na melhoria dos indicadores assistenciais do atendimento ao paciente com AVC em um hospital terciário do SUS. Métodos: Foi realizada uma análise retrospectiva de um banco de dados prospectivo de pacientes com AVC atendidos na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto entre 2015 e 2016 (pré-UAVC) e entre 2017 e 2018 (pósUAVC). Resultados: No total foram 1.138 pacientes com AVC, sendo 533 (46,8%) admitidos no período pré-UAVC. A idade média foi de 65 (±14) anos, com 54% do sexo masculino. Não houve diferença significativa entre os grupos quanto aos dados demográficos, fatores de risco, tipo e gravidade do AVC. Com a implantação da UAVC houve um aumento das taxas de trombólise (24% para 29%, p=0,02) e de trombectomia mecânica (9% para 13%, p=0,02), além de redução das taxas de mortalidade intra-hospitalar (21% para 12%, p<0,001), de infecções (35% para 27%, p=0,003), intubações orotraqueais (30% para 21%, p=0,001), uso de sonda vesical de demora (48% para 23%, p<0,001), recorrência intra-hospitalar de AVC (7,5% para 2,5%, p<0,001) e dependência na alta hospitalar (mediana da escala de Rankin modificada [ERm] de 4 para 2, p<0,001) e em 90 dias (mediana da ERm de 3 para 2, p<0,001). Na análise multivariada, a UAVC foi um preditor negativo de mortalidade (OR: 0,53; IC95%: 0,32-0,88; p=0,0014) após ajuste para fatores de confusão. Conclusões: A instalação de uma UAVC em um serviço terciário acadêmico se associa com melhoria significativa dos indicadores assistenciais, sobretudo na redução da taxa de mortalidade dos pacientes com AVC.
Título em inglês
The impact of a stroke unit in a tertiary university hospital in Brazil
Palavras-chave em inglês
Care indicators
Stroke
Stroke unit
Resumo em inglês
Background: Stroke is one of the leading causes of death and disability in the world. The hospitalization in stroke units is one of the most powerful interventions, reducing mortality, institutionalization, recurrence of events and dependence. Objectives: evaluate the impact of a stroke unit in the improvement of stroke patient care indicators. Methods: it was performed a retrospective analysis of a prospective database of stroke patients treated at Ribeirão Preto Clinical Hospital's Emergency Unit between 2015 and 2016 (prestroke unit) and between 2017 and 2018 (post-stroke unit). Results: from a total of 1138 stroke patients, 533 (46,8%) were admitted at the pre-stroke unit period. The mean age was 65 (±14) years, and 54% were male. It was no significant difference between the groups considering demographic data, risk factors, stroke type and severity. With the implementation of a stroke unit there was an increase of thrombolysis rate (24% to 29%, p=0,02) as well as thrombectomy (9% to 13%, p=0,02), besides a reduction of inpatient mortality rate (21% to 12%, p<0,001), infections (35% to 27%, p=0,003), orotracheal intubations (30% to 21%, p=0,001), use of indwelling urinary catheters (48% to 23%, p<0,001), inpatient stroke recurrence (7,5% to 2,5%, p<0,001), discharge dependence (modified Rankin scale [mRs] median from 4 to 2, p<0,001) and 90 days dependence (mRs median from 3 to 2, p<0,001). In multivariate analysis, stroke unit was a negative predictor of mortality (OR: 0,53; 95% CI: 0,32-0,88; p 0,0014) after adjustment for confounders. Conclusion: the implementation of a stroke unit at an academic tertiary hospital is associated with a significant improvement of care indicators, especially at stroke patients mortality rate reduction.
 
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LUISAFRANCISCATTO.pdf (1.09 Mbytes)
Data de Publicação
2020-07-10
 
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