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Thèse de Doctorat
DOI
10.11606/T.22.2010.tde-14012011-091939
Document
Auteur
Nom complet
Mariana Gondim Mariutti Zeferino
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2010
Directeur
Jury
Furegato, Antonia Regina Ferreira (Président)
Gualda, Dulce Maria Rosa
Hallak, Jaime Eduardo Cecilio
Mamede, Marli Villela
Panobianco, Marislei Sanches
Titre en portugais
Associações do abortamento com depressão, autoestima e resiliência
Mots-clés en portugais
aborto
enfermagem
saúde da mulher
saúde mental
Resumé en portugais
As mulheres em situação de abortamento vivem um momento de dor existencial e física e associado aos fatores de risco é frequente a depressão. Percebendo essa ligação e sendo problema de saúde pública, o presente estudo procura associação de indicadores sociodemográficos e clínicos com o abortamento. Objetivos: identificar e avaliar a presença de sintomas sugestivos de depressão em mulheres com abortamento, correlacionando-os com indicadores clínicos e socioculturais, autoestima e fatores resilientes. Metodologia: Foram entrevistadas 120 mulheres internadas em um hospital público, seguindo o fluxo de chegada com diagnóstico de abortamento, utilizando: Questionário com informações sociodemográficas, clínicas e questões relacionadas à resiliência; Inventário de Beck; e Escala de Autoestima. Após aprovação do Comitê de Ética, as mulheres foram entrevistadas. Os dados foram coletados de agosto de 2008 a setembro de 2009, sendo realizada análise estatístico-descritiva dos dados e correlacionado depressão com as demais variáveis. Resultados e Discussão: Das 120 mulheres, maioria branca (71%), idade entre 16 e 44 anos, 63% são solteiras, 72% vivem com o companheiro, 87% têm religião, 67% com ensino médio e 51% não têm fonte de renda. Mais da metade tem casa própria, no entanto não a consideram agradável nem segura; 49% estavam na primeira ou segunda gestação; 33% já tinham tido abortos anteriores, sendo 67% o primeiro aborto; 77% tiveram aborto incompleto e 75%, aborto natural. Apesar de a maioria considerar a relação com o companheiro ótima e boa (85%), mais da metade (75%) não planejou a gravidez; mesmo assim, não faziam uso de métodos contraceptivos (75%). A maioria nega hábitos adversos. Das 120 mulheres, 57% apresentavam sinais indicativos de depressão (33 distimia, 22 moderada e 13 grave). Dentre as mulheres sem sinais de depressão, a maioria é solteira (56%), 60% trabalham, tendo 40 ou mais anos de idade, 67% têm alguma religião. Os fatores de proteção para depressão que se mostraram significativos para a análise estatística foram: "ter parceiro", "trabalho", "religião", "situação financeira" e "apoio familiar". Estudos mostram que a situação de abortamento pode ter relação com depressão antes e após a ocorrência e mesmo a longo prazo, com diferenças de acordo com a natureza do aborto. Quanto à autoestima, 109 mulheres apresentaram média estima pessoal. Os indicativos de resiliência encontrados neste estudo mostram que quando as mulheres estão felizes ajudam as pessoas, contam mais piadas, sentem-se bem. Entretanto, muitas mulheres referem que se isolam, se calam e choram quando sentem raiva e algumas gritam. Conclusões: A maioria das mulheres deste estudo é jovem, solteira e com relacionamento estável, católica, com poucas atividades de lazer, sem fonte de renda própria, casa própria, com residência fixa há mais de um ano, não tem problemas de relacionamento e de violência na gravidez. Entretanto, as que tiveram problemas, relataram uso de álcool e drogas na família. Houve associação também de violência familiar e aborto provocado. Metade da amostra pontuou algum nível de depressão e baixa a média estima pessoal. É preciso estimular a enfermagem a reconhecer as necessidades de implementar os cuidados e reforçar aspectos resilientes dessas mulheres.
Titre en anglais
Association of abortion with depression, self-esteem and resilience
Mots-clés en anglais
abortion
mental health
nursing
women's health
Resumé en anglais
Women experiencing an abortion live a moment of existential and physical pain in which depression, associated with risk factors, is frequent. Perceiving this connection and because it is a public health problem, this study seeks association of sociodemographic and clinical indicators with abortion. Objectives: to identify and evaluate symptoms that suggest depression in women experiencing an abortion and correlate them with clinical and socio-cultural indicators, self-esteem and resilient factors. Method: A total of 120 women hospitalized in a public hospital were interviewed, according to their arrival and abortion diagnosis, through: a questionnaire addressing socio-demographic and clinical information and issues related to resilience; Beck Inventory; and a self-esteem scale. Women were interviewed after the Research Ethics Committee's approval. Data were collected between August 2008 and September 2009 and analyzed through descriptive statistics, correlating depression with the remaining variables. Results and Discussion: Most of the 120 women were white (71%), aged between 16 and 44 years, 63% single\, 72% lived with a partner, 87% were religious, 67% had secondary school and 51% had no income. More than half had their own house though did not consider it cozy or safe; 49% were in the first or second pregnancy; 33% had already have previous abortions; for 67%, it was the first abortion; 77% had incomplete abortions and 75% spontaneous abortions. Even though the majority considered their affective relationship great or good (85%), more than half (75%) had not planned the pregnancy; though they did not use contraceptive methods (75%). Most denied adverse habits. Of the 120 women, 57% presented signs of depression (33 dysthymia, 22 moderate and 13 severe). Among those without signs of depression, the majority was single (56%), 60% worked and were 40 years or older, 67% had a religion. The protection factors for depression that were most significant for statistical analysis were "having a partner", "work", "religion", financial situation" and "family support". Studies show that an abortion might be related with depression before and after it occurs and even in the long term with differences according to the nature of the abortion. A total of 109 women presented regular selfesteem. The resilience indicators found in this study show that when women are happy they help people, tell more jokes, and feel well. However, many women reported they isolate themselves, fall silent and cry when they feel angry and some shout. Conclusions: Most of the women in this study were young, single, with stable relationships, catholic, with few leisure activities, with no personal income, own house, with fixed residence for more than one year, had no problems of relationship or violence during pregnancy. However, those who had problems reported the use of alcohol and drugs in the family. Domestic violence and induced abortion were associated. Half of the sample presented some level of depression and low to regular self-esteem. Nurses need to be encourage to recognize the need to implement care and reinforce resilient aspects in these women.
 
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Date de Publication
2011-01-27
 
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