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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2011.tde-16052011-163804
Documento
Autor
Nome completo
Guilherme Correa Barbosa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2011
Orientador
Banca examinadora
Galera, Sueli Aparecida Frari (Presidente)
Cardoso, Lucilene
Silva, Ana Luisa Aranha e
Título em português
Rede social de um grupo de portadores de esquizofrenia seguidos em um serviço de saúde mental na comunidade
Palavras-chave em português
esquizofrenia
rede social
saúde mental
Resumo em português
As políticas de saúde mental apresentam uma tendência de propor a inclusão do portador de transtorno mental crônico na sua comunidade. É importante estudar as redes sociais desses portadores, para compreender a realidade social e apreender a complexidade das relações e interações sociais presentes nos processos que estruturam a sociabilidade do portador de transtorno mental crônico. OBJETIVO: descrever a rede social de portadores de esquizofrenia atendidos no Ambulatório de Saúde Mental de Serrana. METODOLOGIA: pesquisa descritiva, que utilizou questionário abordando as variáveis sócio-demográficas e do tratamento, o genograma e o ecomapa como instrumentos de coleta. Os dados foram organizados em um banco de dados do Excel, e transportados para o EpiInfo versão 3.5.1 (CDC, 2008) e submetidos a análise descritiva. RESULTADOS: Foram entrevistados 41 portadores, a maioria constituída por homens, solteiros. Os pontos de apoio da rede social identificada foram: o serviço ambulatorial, o trabalho, a família e 17 locais da cidade freqüentados pelos portadores entrevistados. O ambulatório e o trabalho não foram citados como ponto importante da rede. A família é a instituição mais citada e todos os entrevistados tem contato com sua família. DISCUSSÃO: Observou-se nesta pesquisa que o adoecimento causa inúmeras limitações no portador de esquizofrenia, descrevendo uma rede social frágil, apoiada na família. Estes aspectos devem ser considerados nas equipes que prestam assistência em serviços de base comunitária. Apesar dessas limitações dos serviços, a Reforma Psiquiátrica tem conseqüências positivas, pois essas pessoas conseguem ficam em um ambiente com maiores possibilidades de interações pessoais satisfatórias. Mesmo que os portadores tenham limitações devido ao adoecimento, conseguem ter uma rede social, às vezes menor, mas que normalmente contribui no convívio diário. Conclusão: Esta pesquisa descreveu a rede social do portador de esquizofrenia que faz tratamento ambulatorial de base comunitária. O estudo restringe-se somente a um serviço de saúde mental, no entanto permitiu algumas reflexões importantes sobre os avanços obtidos com a Reforma Psiquiátrica e sobre o trabalho da equipe de saúde mental. As utilizações do genograma e do ecomapa se mostraram muito úteis no desenvolvimento da pesquisa. Estes instrumentos são de fácil utilização e facilitam a interação pesquisador com os participantes
Título em inglês
A social network of schizophrenia carriers followed by a mental health service in the community.
Palavras-chave em inglês
mental health
schizophrenia
social network
Resumo em inglês
Mental health policies show a great tendency to recommend an inclusion of the chronic mental disorder carrier in the community. It is important to study these carriers social network to understand the social reality and understand the complexity of the relations and social interactions present in the processes that structure the chronic mental disorder carrier's sociability . METHODOLOGY: A descriptive research that used a questionnaire approaching the socio demographic variables and the treatment, the genogram and the ecomap as collection instruments. The data was organized in an EXCEL database and transported to an Epilnfo 3.5.1 (CDC, 2008) version and submitted to a descriptive analysis . RESULTS: Forty one carriers were interviewed. Most of them were single men. The social network support parts found were: the ambulatory room service, their jobs, family and 17 places visited by the carriers in town. The ambulatory service and jobs were not mentioned as an important point of the network. Family is the most mentioned institution and all of the interviewed people in the study have contact with their families. DISCUSSION: The research showed that falling sick gives cause for many limitations to the schizophrenia carrier, describing a fragile network based on family. These aspects must be considered by the groups that pay assistance in community based services. Despite these service limitations, the Psychiatric Reform has positive consequences. These people can stay in a place with a higher chance for satisfactory personal interaction. Even though the carriers have limits due to getting sick, they still can have a social network, sometimes smaller but one that usually contributes to their daily relationships. CONCLUSION: This research described the social network of the schizophrenic carrier that uses the ambulatory room service. The work is limited to only one mental health service however it was possible to achieve some important reflection on the progress obtained with the Psychiatric Reform and on the mental health group. The ecomap and genogram use were showed to be very useful in the research evolution. The instruments are easy to use and facilitate the interaction between the researcher and the attendees.
 
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Data de Publicação
2011-05-18
 
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