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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2010.tde-27092010-161045
Documento
Autor
Nome completo
Caroline Clapis Garla
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2010
Orientador
Banca examinadora
Furegato, Antonia Regina Ferreira (Presidente)
Marques, João Mazzoncini de Azevedo
Pillon, Sandra Cristina
Título em português
Perfil dos profissionais de ambulatórios de saúde mental, suas práticas e opiniões sobre as políticas
Palavras-chave em português
Desinstitucionalização
Política de Saúde
Recursos Humanos em Saúde
Saúde Mental
Serviços Ambulatoriais de Saúde
Resumo em português
Introdução: Este projeto tem como referência os conceitos da Reforma Psiquiátrica Brasileira, suas metas e diretrizes bem como os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). A superação do modelo do hospital psiquiátrico vincula o conceito de saúde mental aos conceitos de cidadania e produção de vida. A atenção ambulatorial deve incluir equipes multiprofissionais cuja composição e atribuições são definidas pelo Ministério da Saúde e pela gestão local. Entretanto, vários problemas como a dificuldade no acesso aos serviços e dificuldades de gestão impedem que as reformas produzam os efeitos desejados. Objetivo: Caracterizar os ambulatórios de saúde mental do DRS XIII, nas diferentes categorias profissionais de nível superior e sua formação básica, as atividades desenvolvidas pelos profissionais destas equipes e sua opinião sobre as políticas de saúde mental. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa exploratório-descritiva. Faz parte de um projeto multicêntrico ampliando dados do projeto realizado pelo Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas - DEPCH da EERP/USP. Amostra composta por 10 cidades da região de Ribeirão Preto do DRSXIII com mínimo de 20.000 habitantes e Ambulatório de Saúde Mental. Utilizou-se o questionário semi-estruturado do projeto principal para identificação dos sujeitos, sua formação básica, as atividades desenvolvidas e sua opinião sobre as políticas de saúde mental. Foi utilizado o STATA para cruzar os dados e encontrar associações entre variáveis utilizando-se o Teste Exato de Fisher. Resultados e Discussão: Com os profissionais de nível superior foram realizadas 78 entrevistas, no período de fevereiro de 2009 a fevereiro de 2010. A maioria dos profissionais é do sexo feminino 65 (83%), da categoria médica 12 (15%) e psicológica 38 (49%). Havia apenas 6 (8%) enfermeiros, pois 4 cidades não incluem esta categoria em seu quadro de profissionais. Ainda assim, há prática dos cuidados de enfermagem pelos demais profissionais: 11 realizam administração de medicação, 15 cuidados físicos, 21 conforto, 7 sinais vitais, 53 anotações, 36 observações e 45 realizam interações terapêuticas - fatos que denotam inversão de papéis e falta de articulação com a atenção primária. Observa-se que somente 20 (26%) frequentaram cursos de especialização em saúde mental; 64% trabalham até 20 horas/semana e 69% têm outro emprego. Há correlação significativa entre formação acadêmica e falta de atendimento junto a grupos de famílias ou a um familiar pelos psicólogos (42% grupo famílias, 33% um familiar) sendo que 29% não atendem famílias, gerando listas de esperas. Os profissionais relatam dificuldade de trabalhar em equipe e elaborar Projetos Terapêuticos para os portadores de transtorno mental, relatam que há rodízio de profissionais, questionam o histórico bem como os conceitos da reforma psiquiátrica desconhecendo as leis que regem a Política Nacional de Saúde Mental. Conclusões: Este estudo possibilitou caracterizar a assistência em saúde mental realizada pelos profissionais dos ambulatórios do DRS XIII. Confirmou-se que o espaço de cuidado ambulatorial, por privilegiar consultas embasadas no modelo curativo, contribui para que a medicalização se acentue como forma principal de tratamento desvinculando a ideia da integralidade no atendimento das necessidades físicas e psicossociais da pessoa que requer ajuda.
Título em inglês
Profile of professionals from mental health services, their practices and opinions on policies
Palavras-chave em inglês
Ambulatory Health Services
Deinstitutionalization
Health Manpower
Health Policy
Mental Health
Resumo em inglês
Introduction: This project has the concepts of Brazilian Psychiatric Reform as references, as well as its goals, guidelines and the principles and guidelines of the Unified Health System (SUS). Overcoming the model of the psychiatric hospital links the concept of mental health to the concepts of citizenship and production of life. Outpatient clinical care should include multiprofessional teams whose composition and assignments are defined by the Ministry of Health and by the local management. However, several problems, such as difficulty in accessing services and management difficulties, prevent reforms from producing the desired results. Objective: To characterize the mental health outpatient clinics of the DRS XIII (Regional Department of Health), in the different professional categories of higher education and their basic training, the activities developed by the teams' professionals and their opinions on mental health policies. Methods: This exploratory and descriptive research is part of a multicenter project amplifying data from the project carried out by the Department of Psychiatric Nursing and Human Sciences - DEPCH of the University of São Paulo at Ribeirão Preto College of Nursing (EERP/USP). The sample consisted of 10 cities in the region of Ribeirao Preto, of the DRS XIII, with at least 20,000 inhabitants and Mental Health Outpatient Clinic. The semi-structured questionnaire of the main project was used to identify the subjects, their basic training, the activities developed and their opinions on mental health policies. STATA was used to analyze the data and find associations between variables using Fisher's Exact Test. Results and Discussion: 78 interviews were carried out with higher education professionals, between February 2009 and February 2010. Most professionals are female 65 (83%), physicians 12 (15%) and psychologists 38 (49%). There were only six (8%) nurses, once four cities do not include this category in their professional staff. Nevertheless, there is practice of nursing care by other professionals: 11 perform medication administration, 15 physical care, 21 comfort care, 7 vital signs, 53 registers, 36 observations and 45 perform therapeutic interactions - facts that show reversal of roles and lack of articulation with primary care. It is observed that only 20 (26%) attended mental health specialization courses, 64% work up to 20 hours per week and 69% have another job. There was significant correlation between academic background and lack of care to groups of families or to a family member by psychologists (42% group of families, 33% a family member), of which 24% do not deliver care to families, generating waiting lists. Professionals report difficulty in working in teams and developing Therapeutic Projects for patients with mental disorders, report that there is shift of professionals, question the history and the concepts of the psychiatric reform, do not know the laws governing the National Policy on Mental Health. Conclusions: This study permitted to characterize the mental health care provided by professionals from outpatient clinics of the DRS XIII. It was confirmed that the outpatient care, which privileges care sessions based on the curative model, contributes to the increase of medicalization as the main form of treatment, not linked to the idea of comprehensiveness to fulfill the physical and psychosocial needs of people who require help.
 
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Carolineclapisgarla.pdf (757.81 Kbytes)
Data de Publicação
2010-10-04
 
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