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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2013.tde-11062013-194634
Documento
Autor
Nome completo
Franciele Maia Marciano
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2013
Orientador
Banca examinadora
Fortuna, Cinira Magali (Presidente)
Arantes, Cássia Irene Spinelli
Matumoto, Silvia
Título em português
Autonomia(s) no trabalho do enfermeiro na atenção básica.
Palavras-chave em português
Atenção Básica em Saúde
Autonomia profissional
Enfermagem em Saúde Coletiva.
Processo de trabalho em saúde
Trabalho
Resumo em português
Este estudo toma como objeto a autonomia nas práticas de enfermeiros que atuam na atenção básica em um município do interior de Minas Gerais. O referencial teórico metodológico é o processo de trabalho em saúde e tomamos autonomia como um dos elementos desse processo, uma tecnologia leve produzida nos encontros entre trabalhadores e usuários, trabalhadores e trabalhadores e, trabalhadores e gestores. Nosso objetivo foi o de identificar e analisar no processo de trabalho do enfermeiro de atenção básica, a produção de autonomia dos sujeitos envolvidos nas relações de produção em saúde. Com a abordagem qualitativa, realizamos observação participante do cotidiano de trabalho de dois enfermeiros, um de unidade básica de saúde e outro de unidade de saúde da família. Também realizamos doze entrevistas individuais com os enfermeiros de distintas equipes. Os dados foram submetidos a analise de conteúdo, vertente temática, sendo dispostos em dois temas: 1. Concepções de autonomia e 2. Limites e possibilidades para a produção de autonomia no trabalho em saúde. Como concepção predominante está a autonomia como algo centrado em si próprio, relacionada ao poder de fazer e decidir e como objeto que pode ser dado e recebido. Outra concepção é a da autonomia relacional na qual se entende a possibilidade do exercício da autonomia em um processo relacional com a equipe, usuários e gestores, mas de uma forma hierárquica em que a presença da autonomia de um anula ou enfraquece a do outro. Embora tenham sido observadas situações de exercício de autonomia, os sujeitos não as nomina como tal. Construímos a perspectiva da autonomia como exercício a ser considerado no plural; autonomias, que é sempre relacional, podendo conformar-se como autonomia horizontalizada. Nesse sentido a segunda categoria, dos limites e potencialidades, indica a tutela como um primeiro momento desse processo que deve ser superado. A falta de condições de trabalho, a sobrecarga e a relação com a gestão são consideradas como fatores limitantes da autonomia pelos sujeitos. Dialeticamente, são potencialidades para uma outra organização do trabalho e conformam tomadas de decisão e menor controle do trabalho do outro. Destacamos ainda um elemento importante do processo de trabalho que é a finalidade do mesmo. Essa parece não ser clara para os trabalhadores e relaciona-se com a resolução de problemas cotidianos e atendimento de necessidades de saúde segundo uma lógica biomédica. As possibilidades discutidas voltam-se para a cogestão e educação permanente em saúde. Concluímos que sem o vislumbre de um projeto de atenção que supere a lógica que está dada, fica a autonomia como ideal, sendo naturalizada a heteronomia.
Título em inglês
Authonomy(ies) in the work of primary health care nurses.
Palavras-chave em inglês
Collective health nursing.
Health work process
Labor
Primary health Care
Professional autonomy
Resumo em inglês
This study takes as an object the Autonomy in the practices of nurses that act in primary health care in a municipality of the state of Minas Gerais. The theoretical methodological frame of reference is the work process in health and and we take autonomy as one of the elements of this process, a light technology produced between workers and users, workers and workers, and workers and managers. Our goal was to identify and analyze the work process of the primary health care nurse, producing autonomy of individuals involved in the relations of production in health care. With the qualitative approach, we conducted participant observation of daily work of two nurses, one from a basic health care unit and another from a family health care unit. We also conducted interviews with twelve nurses from different teams. The data were subjected to content analysis, thematic field, being arranged on two themes: 1. Conceptions of autonomy and 2. Limits and possibilities for the production of autonomy in health work. As prevalent conception is the one of autonomy as something self-centered, related to power to do and decide and as an object that can be given and received. Another conception is the one of relational autonomy in which the possibility of the exercise of autonomy in a relational process with staff, users and managers is understood, but in a hierarchical manner in which the presence of an autonomy weakens or cancels the other. Although there have been observed cases of exercise of autonomy, the subjects don't name them as such. We have built the prospect of autonomy as an exercise to be considered in the plural; autonomies, which is always relational, and may conform itself as horizontal autonomy. In this sense the second category, of limits and potentials, indicate the tutelage as a first step on this process that must be overcome. The lack of working conditions, overload and relationship with the management team are considered as limiting factors of the autonomy by the subjects. Dialectically, they are potential for another labor organization and shape decision-making and less control of the work of another. We also highlight an important element of the work process that is the purpose of it. This seems to be unclear for employees and relates to the resolution of everyday problems and health care needs according to biomedicine logics. The possibilities discussed turn to co-management and continuing health education. We conclude that without the glimpse of a care project that surpasses given logics, autonomy keeps an ideal, and heteronomy becomes natural.
 
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Data de Publicação
2013-06-17
 
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