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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2016.tde-25022016-170606
Documento
Autor
Nome completo
Thayanne Monteiro Ramos Oliveira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Silva, Patricia Moreira de Freitas Costa e (Presidente)
Aranha, Ana Cecilia Corrêa
Navarro, Ricardo Scarparo
Ramalho, Karen Müller
Turssi, Cecilia Pedroso
Título em português
Avaliação in situ do potencial da solução de AmF/NaF/SnCl2, associada ou não ao laser de CO2, em prevenir a erosão em esmalte dental bovino
Palavras-chave em português
Esmalte Dental
Flúor
In situ
Laser. Erosão
Perfilometria
Ultramicrodureza Transversal
Resumo em português
Apesar de vários estudos terem demonstrado resultados promissores do uso da solução de AmF/NaF/SnCl2 no controle da erosão do esmalte dental, não existem relatos da sua associação com a irradiação do substrato com o laser de CO2, de comprimento de onda de 9,6 ?m. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo avaliar o potencial da solução de AmF/NaF/SnCl2, associada ou não ao laser de CO2 (4,5 J/cm2, 20 Hz, 20 ?s), em controlar a erosão em esmalte dental bovino. Treze voluntários participaram desse estudo in situ, de delineamento cruzado, em 02 fases (04 dias cada), onde 04 tratamentos foram testados utilizando réplicas (n = 13): GC - nenhum tratamento (controle negativo); GF - solução de AmF/NaF/SnCl2 (controle positivo); GL - irradiação com laser de CO2 (9,6 ?m); GLF - laser de CO2 associado à solução de AmF/NaF/SnCl2. Os voluntários usaram dispositivos intra-bucais removíveis contendo 08 amostras de esmalte bovino. Na primeira fase, 07 voluntários utilizaram dispositivos intra-bucais contendo amostras dos grupos GC e GL, e outros 06 voluntários utilizaram dispositivos contendo amostras dos grupos GF e GLF. Na segunda fase, os voluntários foram cruzados, permitindo que todos os grupos experimentais fossem avaliados no meio bucal dos 13 voluntários da pesquisa. Os dispositivos intra-bucais foram removidos da boca para ciclagem erosiva ex-situ em ácido cítrico 0,65%, pH 3,6, durante 4 minutos, 2x/dia, em horários pré-determinados. As amostras foram avaliadas em perfilômetro óptico de não-contato (n = 13) para análise da perda de tecido mineral após o desafio erosivo, e um ensaio de ultramicrodureza transversal (n = 13) foi realizado com o objetivo de determinar a profundidade da área de desmineralização abaixo da superfície do esmalte erodido. A análise morfológica foi realizada utilizando microscopia eletrônica de varredura (MEV) (n = 3). Os dados foram analisados estatisticamente por meio do modelo ANOVA 2 fatores para medidas repetidas, com subsequente comparação entre os diferentes tratamentos (? = 0,05). A ciclagem ácida realizada no presente estudo provocou perda de esmalte significativamente maior (p < 0,001) nos grupos GC (4,8 ± 1,4A ?m) e GL (4,4 ± 2,0A ?m). Não houve diferença estatística entre a perda de superfície nos grupos GF (1,9 ± 0,9B ?m) e GLF (1,7 ± 0,9B ?m). Os resultados de ultramicrodureza transversal mostraram que as amostras tratadas com a solução fluoretada (grupo GF) apresentaram uma zona parcialmente desmineralizada com média de dureza semelhante às amostras do grupo que não recebeu qualquer tipo de tratamento (grupo GC), com ambos os grupos apresentando média de dureza significativamente maior que os grupos que foram irradiados com o laser de CO2 (GL e GLF) (p < 0,001). As micrografias mostraram que as características morfológicas superficiais do esmalte nos grupos irradiados com laser de CO2 apresentaram-se semelhantes nos grupos GL e GLF, verificando-se a presença de áreas sugestivas de derretimento, resolidificação, microporos e microtrincas, sem evidências de precipitados fluoretados no grupo GFL. Uma camada amorfa pôde ser observada nas superfícies de esmalte tratadas apenas com a solução fluoretada contendo estanho. Pode-se concluir que o uso do enxaguatório bucal fluoretado contendo estanho (500 ppm F-, 800 ppm Sn2+, pH = 4,5) mostrou potencial de prevenção da erosão de esmalte dental. A irradiação do esmalte dental com o laser associado à solução fluoretada mostrou-se eficaz, mas seu efeito não foi sinérgico. O laser de CO2 (9,6 ?m), nos parâmetros utilizados, não foi capaz de prevenir a erosão em esmalte causada por ácido cítrico.
Título em inglês
In situ assessment of the potential of AmF/NaF/SnCl2 solution, associated or not to CO2 laser irradiation, on preventing dental enamel erosion
Palavras-chave em inglês
Cross-sectional Nanohardness
Dental Enamel
Erosion
Fluoride
In situ
Laser
Perfilometry
Resumo em inglês
Although several studies have shown promising results using the AmF/NaF/SnCl2 solution in preventing the erosion of dental enamel, there are no reports of their association with the irradiation of the substrate with the CO2 laser, working at 9.6 ?m. Thus, this study aimed to evaluate the potential of AmF/NaF/SnCl2 solution, associated or not to CO2 laser irradiation (4.5 J/cm2, 20 Hz, 20 ?s), to prevent erosion on dental enamel. Thirteen volunteers participated in this 2-phase (4 days each), crossover study, where 04 treatments were tested using replicas (n = 13): GC - no treatment (negative control); GF - AmF/NaF/SnCl2 solution (positive control); GL - CO2 laser irradiation (9.6 ?m); GLF - CO2 laser irradiation associated with AmF/NaF/SnCl2 solution. The volunteers wore removable intra-buccal appliances containing eight bovine enamel samples. In the first phase, seven volunteers used intra-oral appliances containing samples of groups GC and GL and 6 volunteers, appliances containing samples of groups GF and GLF. In the second phase volunteers were crossed over, allowing all experimental groups were evaluated in the buccal environment of the 13 volunteers. Intra-buccal appliances were removed from the mouth and were exposed to a daily ex-situ erosive cycling (0.65% citric acid, pH 3.6, for 4 minutes, 2x/day) at pre-determined times. Samples were evaluated for surface loss using an optical non-contact profilometer (n = 13) for analysis of loss of mineral after the erosive challenge and a cross-sectional nanohardness test (n = 13) was carried out in order to determine the depth of demineralized area below the erosive lesion. Morphological analysis was carried out using scanning electron microscopy (SEM) (n = 3). The data were statistically analyzed by two-way ANOVA repeated measures with subsequent pairwise comparison test (? = 0.05). Erosive challenge significantly increased enamel wear (p < 0.001) in GC (4.8 ± 1.4A ?m) and GL (4.4 ± 2.0A ?m) groups. There was no significant difference between the surface loss in GF (1.9 ± 0.9B ?m) and GLF (1.7 ±0.9B ?m) groups. Data from cross-sectional nanohardness showed that samples treated with stannous fluoride solution (GF group) showed a partially demineralized zone with average hardness similar to samples in the group that did not receive any treatment (GC group), both groups had significantly higher average nanohardness than the irradiated samples (GL and GLF group) (p < 0.001). Morphologically, all CO2 laser irradiated samples resulted in similar changes, showing the presence of areas suggestive of melting, resolidification and some microcracks. No fluoride precipitates were observed in GFL groups. An amorphous layer could be observed on the surface of enamel treated with tin-containing solution alone. Within the limits of this in situ study, it can be concluded that the AmF/NaF/SnCl2 solution (500 ppm F, 800 ppm Sn2+, pH = 4.5) showed potential for prevention of dental enamel erosion. The enamel irradiation with the CO2 laser associated with the fluoride solution was effective, but its effect was not synergistic. The CO2 laser (9.6 ?m), with the parameters considered in this study, was not able to prevent the enamel erosion caused by citric acid.
 
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Data de Publicação
2016-03-07
 
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