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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2013.tde-13042013-093941
Documento
Autor
Nome completo
Inês Fugitaro Otobe Chebel
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Silveira, Fernando Ricardo Xavier da (Presidente)
Cavalcanti, Desirée Rosa
Penha, Sibele Sarti
Pustiglione, Marcelo
Witzel, Andréa Lusvarghi
Título em português
Ação do tratamento homeopático na sintomatologia da síndrome da ardência bucal em duas fases: estudo duplo cego placebo controlado e estudo aberto
Palavras-chave em português
Homeopatia
Síndrome da ardência bucal
Tratamento
Resumo em português
A síndrome da ardência bucal (SAB) é definida como uma sensação de queimação principalmente na língua, palato e ou gengiva ou em outra região da mucosa oral, na ausência de lesão oral específica. Caracterizada por uma contínua, espontânea, e intensa sensação de queimação como se a boca ou a língua tivessem sido escaldadas. A etiologia é pobremente compreendida embora nova evidências como neurológicas, emocionais e alterações hormonais estejam relacionadas com a SAB. É mais comum entre as mulheres na pós-menopausa e causa intenso desconforto e sofrimento. Antidepressivos tricíclicos, benzodiazepínicos e drogas antipsicóticas são as opções mais indicadas no tratamento e mostraram resultados variáveis. O objetivo desse estudo foi investigar a ação do tratamento homeopático na sintomatologia da ardência bucal em duas fases: estudo duplo-cego placebo-controlado e estudo aberto. Associados à SAB, níveis de ansiedade e depressão também foram considerados. Esse estudo foi composto por 31 pacientes diagnosticados com SAB na Clinica do Departamento de Estomatologia da FOUSP, entre julho de 2011 a setembro de 2012. Estes (25 mulheres, e 6 homens média de idade de 58,93 anos, variação 34-85 anos), foram randomizados em dois grupos G1(Arsenicum album) e G2 (Placebo), durante 90 dias, com washout de 30 dias (FASE1). O sintoma ardor bucal e a resposta terapêutica foram avaliadas utilizando uma escala visual de sintomatologia (EVS) a cada visita. Para se avaliar o Efeito global percebido (EGP), utilizou-se uma escala de 5 pontos ao término da FASE 1. O nível de redução sobre o sintoma ardor avaliado pela EVS e o efeito Global percebido (EGP) foram estatisticamente significantes para o grupo G1(Arsenicum album) com redução de sintoma de 44,50% em relação ao placebo (12,65%). Na FASE 2 (estud0 aberto), 28 pacientes que participaram da FASE 1, receberam medicamento homeopático individualizado durante 7 meses, com visitas mensais e Washout de 60 dias. O sintoma ardor e resposta terapêutica foram avaliados utilizando (EVS) inicial obtido ao final da FASE 1, e no final da FASE 2. Houve redução de sintomas no final do tratamento de 64,60%. A análise dos dados nos permitiu concluir que ambos os tratamentos FASE 1 e FASE 2 tiveram efeito terapêutico com significância estatística. Houve efetividade do tratamento homeopático sobre o placebo na sintomatologia da ardência bucal. A FASE 2 apresentou melhores resultados quando comparados aos resultados obtidos na FASE 1. O Grupo Medicamento da FASE 2 foi mais eficaz quando comparado aos Grupos, Medicamento e Placebo da FASE 1, com significância estatística no intervalo de confiança estabelecido. Os melhores resultados foram observados nos pacientes com sintomas entre 6 - 36 meses.
Título em inglês
Action of homeopathic treatment in the Symptoms of burning mouth syndrome in two phases: double-blind placebo controlled study and open trial study
Palavras-chave em inglês
Burning mouth syndrome
Homeopathy
Therapeutic
Resumo em inglês
Burning mouth syndrome (BMS) is defined as a burning sensation mainly on the tongue, palate and/or gingival or in any other region of the oral mucosa, in the absence of specific oral lesions. BMS is typically characterized by a continuous, spontaneous, and often intense burning sensation as if the mouth or tongue were scaled or on fire. The etiology of this disorder is poorly understood even though new evidence of involvement of neurological, emotional and hormonal alterations. The correct diagnosis of BMS and the exclusion of possible local or systemic factors that can be associated with the symptoms are fundamental. It is most common among postmenopausal women and causes intense discomfort and suffering. This condition often affects the health related quality of life in patients. Tricyclic antidepressants, benzodiazepines and antipsychotic drugs are the most accepted options in treatment and show variable results. The aims of this study were to investigate the action of homeopathy treatment in the symptomatological burning mouth syndrome in two phases: double-blind placebo controlled study and open trial study. Association of BMS with level of anxiety and depression had been considered. This study comprised data from 31 patients diagnosed with BMS in the outpatients Clinic of the Department of Stomatology, FOUSP, between July, 2011 and September, 2012. Thirty-one patients (25 women, 6 men median age 58.93 years, range 34-85), were randomized in two groups G1 (Arsenicum album) and G2 (Placebo) during 90 days, with washout for 30 days (PHASE 1).The oral symptoms and the treatment response were assessed using visual analogue scale (VAS) before and after the treatment and the global perceived effect (GPE) score using 5 point scale at the end of the PHASE 1. The level of burning reduction assessed by VAS was significant (44.50% with Arsenicum album and 12.65% with Placebo). In the PHASE 2, twenty-eight patients that participate of the PHASE 1, received individualized homeopathic medication during 7 months, with monthly visits and washout for 60 days. The symptoms and therapeutic response were assessed using VAS before and after treatment and the global perceived effect (GPE) at the end of PHASE 2. The level of burning reduction assessed by VAS was 64.60%. We concluded that both treatment PHASE1 and PHASE 2 had therapeutic effectiveness with statistical significance. The use of arsenicum album was better than Placebo to control the BMS symptoms. PHASE 2 showed the best results when compared to PHASE 1. The medication Group in PHASE 2 was more effective when compared to the groups, arsenicum album and Placebo of the PHASE 1, with statistical significance. The best results were observed in the patients between 6-36 months under treatment.
 
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Data de Publicação
2013-05-27
 
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