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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2010.tde-22052010-103133
Documento
Autor
Nome completo
Silvia Virginia Tedeschi Oliveira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Melani, Rodolfo Francisco Haltenhoff (Presidente)
Oliveira, Rogerio Nogueira de
Paiva, Luiz Airton Saavedra de
Silva, Ricardo Henrique Alves da
Silva, Sérgio Francisco Serafim Monteiro da
Título em português
Reconstrução facial forense: projeção nasal
Palavras-chave em português
Antropologia Forense
Antropometria
Nariz
Odontologia Legal
Resumo em português
O nariz, ocupando o terço médio da face, tem marcada influência cognitiva sobre a imagem facial. Constitui-se em grande parte por tecido cartilaginoso, músculos, pele e gordura, perdendo sua forma durante a decomposição cadavérica. A técnica de Reconstrução Facial no restabelecimento da aparência nasal pode influenciar o reconhecimento de um crânio sem identidade atribuível e tem sido alvo de numerosas críticas. Os métodos conhecidos para estimar essa projeção nasal a partir de elementos do crânio carecem de praticidade e reprodutibilidade. Neste estudo, buscou-se relacionar os pontos prosopométricos Rinio ( Rhi - ósseo), Pronasal ( Pn -no tecido mole) e Próstio (Pr ósseo) estudando o ângulo formado pelas retas que os unem, observando-se a possibilidade de sua utilização na determinação do comprimento nasal. Dois examinadores independentes e calibrados mensuraram esse ângulo com o auxílio do programa de análise e processamento de imagens Image J, versão 1.43; diretamente em radiografias cefalométricas selecionadas a partir do acervo de documentações em arquivos digitais de quatro Institutos de Radiologia Odontológica situados na cidade de São Paulo Brasil. Medidas lineares foram tomadas considerando a diferença do valor encontrado para o ângulo proposto e o valor hipotético de 90.00 graus. A amostra foi constituída por 600 radiografias laterais da cabeça (300 de indivíduos do sexo masculino com idade entre 24 e 77 anos e 300 do sexo feminino, com idade de 24 a 69 anos). Os dados foram analisados utilizando-se o programa Microsoft Office Excel 10.0. Os resultados obtidos demonstraram que os valores referentes às mensurações de ambos examinadores foram muito próximos a uma relação linear perfeita (r=0.99). Ambos os sexos apresentaram a mesma distribuição de idades nas amostras. O ângulo proposto Rinio-Pronasal-Próstio apresentou valores entre 80.00° e 100.00° em ambos os sexos e para todas as idades. No sexo masculino, a distribuição da variável ângulo foi mais simétrica, centrada em 90.88 graus, enquanto no sexo feminino existiu uma maior freqüência de valores maiores ou iguais a 90.00 graus, com média de 92.89°. Para as medidas lineares a maior freqüência relativa na amostra feminina foi de 0.31 mm e na masculina 0.32 mm, ou seja, cada grau de diferença entre o ângulo real mensurado e o ângulo sugerido de 90.00° correspondeu em medida linear a aproximadamente 0.31 mm. Sendo os pontos prosopométricos Rinio e Próstio de fácil localização no crânio, o cruzamento das retas que passam por esses pontos determinam o ponto Pronasal como vértice desse ângulo. Diante dos resultados obtidos, considerou-se possível a utilização do valor de 90.00° para o ângulo Rhi-Pn-Pr na determinação da projeção nasal em brasileiros adultos.
Título em inglês
Forensic facial reconstruction: nasal projection
Palavras-chave em inglês
Anthropometry
Forensic Anthropology
Forensic Dentistry
Nose
Resumo em inglês
The nose, occupying the middle third of the face, has a marked cognitive influence on facial image. It consists largely of cartilage tissue, muscles, skin and fat, and loses its shape during cadaveric decomposition. The technique of facial reconstruction to restore nasal appearance can influence the recognition of a skull that has no assignable identity and has been the subject of much criticism. The known methods of estimating nasal projection using elements of the skull are lacking in practicality and reproducibility. In this study, we attempted to relate the prosopometric points Rhinion (Rhi, bone), Pronasale (Pn, soft tissue) and Prosthion (Pr, bone) by studying the angle formed by straight lines that connect them, noting the possibility of its use in determining the length of the nose. Two independent and calibrated examiners measured this angle with the help of analysis and image processing software, Image J, version 1.43, directly from cephalometric radiographs, which had been selected from a collection of documentation from the digital archives of four Dental Radiology institutes, located in São Paulo Brazil. Linear measurements were taken by taking into consideration the difference of the value found for the proposed angle and the hypothetical value of 90.00 degrees. The sample consisted of 600 lateral radiographs of the head (of 300 males aged between 24 and 77 years and 300 females, aged 24 to 69 years). The data were analyzed using Microsoft Office Excel 10.0. The results showed that the values for the measurements of both investigators were very close to a perfect linear relationship (r = 0.99).Both gender had the same age distribution. The proposed Rhinion-Pronasale-Prosthion angle varied from 80.00° to 100.00° in both genders and all ages. In males, the distribution of the angle was more symmetrical, centered at 90.88 degrees, while in females there was a higher frequency of values greater than or equal to 90.00 degrees, with a mean of 92.89°. For the linear measurements, the highest relative frequency of the female sample was 0.31 mm and for the male sample it was 0.32 mm that is, each degree of difference between the actual measured angle and suggested one of 90.00° corresponded to the linear measure of about 0.31 mm. Because the Rhinion and Prosthion prosopometric points are easy to find in the skull, the crossing of lines that pass through these points determine the Pronasale point as the apex of the angle. Considering the results obtained, it was possible to use the value of 90.00° for the angle Rhi-Pn-Pr in order to determine nasal projection in Brazilian adults.
 
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Data de Publicação
2010-05-27
 
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