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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.25.2010.tde-02062011-153826
Documento
Autor
Nome completo
Janine Della Valle Araki
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2010
Orientador
Banca examinadora
Janson, Guilherme dos Reis Pereira (Presidente)
Carreira, Daniela Gamba Garib
Morea, Gladys Cristina Dominguez
Nascimento, Jorge Faber do
Ursi, Weber Jose da Silva
Título em português
Comparação da estabilidade do tratamento da má oclusão de Classe II subdivisão realizado com extração de três e quatro pré-molares
Palavras-chave em português
Assimetria facial
Extração dentária
Má Oclusão de Angle Classe II
Recidiva
Resumo em português
Diante da indicação do tratamento da Classe II subdivisão com extrações dentárias, existe a alternativa de extrair três ou quatro pré-molares. Estes protocolos atuam diferentemente na relação molar porque o tratamento com três extrações mantém a relação molar de Classe II em um dos lados e a de Classe I no outro e o tratamento com quatro extrações busca atingir uma relação molar de Classe I bilateral, corrigindo a relação molar de Classe II presente no início do tratamento. Considerando-se que o sucesso do tratamento ortodôntico está relacionado com a manutenção das alterações promovidas, em longo prazo, e que alguns autores questionam a estabilidade do término com relação molar de Classe II, julgou-se pertinente comparar a estabilidade dos resultados promovidos por estes dois protocolos. Para tanto, foram selecionados 162 pares de modelos de gesso de 52 pacientes Classe II subdivisão, correspondentes a três estágios distintos: pré-tratamento (T1), pós-tratamento (T2) e de observação pós-tratamento (T3), ou seja, confeccionados 6,9 anos, em média, após o término do tratamento. O grupo 1 foi composto pelos modelos de gesso de 24 pacientes tratados com três extrações e com idade média de 13,54 anos (9,50 a 21,06) no pré-tratamento, de 17,03 anos (14,42 a 25,11) no pós-tratamento e de 23,45 anos (18,33 a 29,87) no estágio de observação pós-tratamento e o grupo 2 compreendeu os modelos de gesso de 28 pacientes tratados com quatro extrações e com idade média de 13,33 anos (10,51 a 15,68) no pré-tratamento, de 16,31 anos (14,01 a 20,86) no pós-tratamento e de 23,70 anos (17,18 a 35,16) no estágio de observação pós-tratamento. Calculou-se os valores dos índices oclusais PAR e IPT para todos os pares de modelos de gesso e, a partir deles, calculou-se as alterações do tratamento e pós-tratamento. O teste t independente foi empregado para a comparação entre os grupos das idades e dos valores dos índices oclusais PAR e IPT nos três estágios de avaliação, dos tempos de tratamento e de observação pós-tratamento, bem como das alterações ocorridas durante o tratamento e no período pós-tratamento, dos percentuais de melhora e de recidiva. A avaliação da estabilidade foi realizada pela subtração dos valores dos índices PAR e IPT pós-tratamento dos valores do estágio de observação pós- tratamento (PAR3-PAR2 e IPT3-IPT2), sendo que quanto maior a diferença, maior foi a recidiva. Os resultados não apontaram diferenças entre os grupos em nenhuma das variáveis estudadas. Desta forma, verificou-se que a estabilidade dos resultados do tratamento da Classe II subdivisão realizado com três ou quatro extrações é semelhante.
Título em inglês
Stability of Class II Subdivision Malocclusion Treatment With 3- and 4- Extractions
Palavras-chave em inglês
Angle Class II Malocclusion
Facial asymmetry
Recurrence
Tooth extraction
Resumo em inglês
If Class II subdivision treatment with extractions is the best treatment alternative, it can comprise 3- or 4- premolar extractions. The main difference between these two protocols is their accomplishment to the posttreatment molar relationship because the first achieve a Class II molar relationship in one side and a Class I in the other and the second attain a bilateral Class I molar relationship. Considering that long-term stability is an important item of treatment success evaluation and stability of Class II molar relationship that is kept unchanged in some protocols is considered to be suspicious by some authors, the purpose of this study was to compare the occlusal stability of Class II subdivision malocclusion treatment with 3- and 4- premolar extractions. The sample comprised 162 pairs of dental casts obtained at T1 (pretreatment), T2 (posttreatment) and T3 (long-term posttreatment), that match to a mean of 6.9 years after treatment conclusion of 52 Class II subdivision patients. Group 1 comprised the dental casts of 24 patients treated with 3 premolar extractions and with a mean age of 13.54 years (range, 9.50 to 21.06) at pretreatment, 17.03 years (range 14.42 to 25.11) at posttreatment and 23.45 years (range, 18.33 to 29.87) at long-term posttreatment and group 2 included 28 patients' dental casts treated with four premolar extractions and with a mean age of 13.33 years (range, 10.51 to 15.68) at pretreatment, 16.31 years (range, 14.01 to 20.86) at posttreatment and 23.70 years (range, 17.18 to 35.16) at long-term posttreatment. The PAR and TPI occlusal indexes were calculated for all the dental casts and they were used to calculate the treatment and long-term posttreatment changes. T tests were used to compare the groups´ ages and the indexes values at T1, T2 and T3, the treatment time, the long-term posttreatment time, the amount of treatment and long-term posttreatment changes and the percentages of reduction and relapse. Stability evaluation was calculated by subtracting the posttreatment from the long-term posttreatment index values (PAR3-PAR2 and TPI3-TPI2). The greater the difference, the greater the relapse. There were not significant differences between the groups' variables considered in this study and it was concluded that treatment of Class II subdivision malocclusion with 3- and 4- premolar extractions have a similar long-term posttreatment stability.
 
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Data de Publicação
2011-06-03
 
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