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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.25.2014.tde-17072014-103208
Documento
Autor
Nome completo
Fernanda Soares Granço
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2014
Orientador
Banca examinadora
Costa Filho, Orozimbo Alves (Presidente)
Alvarenga, Katia de Freitas
Meyer, Adriana Sampaio de Almeida
Título em português
A correlação entre o potencial evocado auditivo do estado estável e respostas comportamentais em crianças com perda auditiva profunda
Palavras-chave em português
Avaliação comportamental
PEAEE
Perda Auditiva
Resumo em português
A utilização do Potencial Evocado Auditivo do Estado Estável na avaliação audiológica infantil tem ampliado, devido à possibilidade de estimulação binaural com tons puros de forte intensidade, além da análise objetiva da resposta. Diversos estudos têm sido realizados a fim de caracterizar a correlação da resposta eletrofisiológica com os limiares comportamentais, contudo, ainda não há um consenso quanto aos valores a serem utilizados para cada frequência pesquisada. Desta forma, o objetivo desse estudo foi correlacionar os limiares dos potenciais evocados auditivos de estado estável com os níveis mínimos de resposta obtidos na audiometria condicionada com reforço visual ou lúdica em crianças com perda auditiva neurossensorial de grau profundo a fim de determinar o fator de correção a ser utilizado na prática clínica. Foram avaliados 88 exames realizados em crianças na faixa etária de seis a 49 meses, totalizando 168 orelhas. Os resultados demonstraram correlação significante entre o limiar do Potencial Evocado Auditivo do Estado Estável e o nível mínimo de resposta apenas para as frequências de 500 e 1000 Hz, não sendo possível estimar o nível mínimo de resposta para as frequências de 2000 e 4000 Hz. Nas frequências de 2000 e 4000 Hz ocorreu presença de resposta eletrofisiológica em forte intensidade, mesmo na ausência de resposta comportamental. Os limiares do Potencial Evocado Auditivo do Estado Estável superestimaram o grau da perda auditiva considerando a classificação da perda auditiva profunda de acordo com Boothroyd (1997).
Título em inglês
Correlation between Auditory steady-state response and behavioral thresholds in children with profound hearing loss
Palavras-chave em inglês
ASSR
Behavioral assessment
Hearing loss
Resumo em inglês
The use of Auditory Steady-State response in pediatric audiologic assessment has increased, owing to the possibility of binaural stimulation with strong intensity pure tones, besides the objective analysis of the response. Several studies have been carried out so as to correlate the electrophysiological response with behavioral thresholds, nevertheless, there is no consensus on the values to be used for each frequency investigated. Thus, this study aimed at correlating the thresholds of auditory steady-state response with the minimum response levels achieved in the ludic or visually reinforced audiometry in children presented with profound sensorineural hearing loss, in order to determine the correction factor to be used in clinical practice. Eighty-eight exams performed in children aged six to 49 months, totaling 168 ears, were assessed. The results showed a significant correlation between ASSR threshold and the minimum response level only for frequencies of 500 and 1,000 Hz, being impossible to rate the minimum response level for frequencies of 2,000 and 4,000 Hz which showed strong intensity electrophysiological response, even in the absence of behavioral thresholds. ASSR thresholds overestimated the degree of hearing loss, taking into account profound hearing loss rating, according to Boothroyd (1997).
 
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Data de Publicação
2014-07-17
 
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