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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.25.2011.tde-26072011-164502
Documento
Autor
Nome completo
Raquel Beltrão Amorim
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2011
Orientador
Banca examinadora
Alvarenga, Katia de Freitas (Presidente)
Amantini, Regina Celia Bortoleto
Corteletti, Lilian Cássia Bornia Jacob
Título em português
Desenvolvimento do sistema auditivo central em crianças com Espectro da Neuropatia Auditiva usuárias de implante coclear
Palavras-chave em português
Córtex auditivo
Implantes cocleares
Potenciais evocados auditivos
Resumo em português
O implante coclear tem sido indicado para a reabilitação de crianças com Espectro da Neuropatia Auditiva, com ampla variação no desempenho na percepção de fala. Caso o desenvolvimento das estruturas auditivas centrais não ocorra normalmente, pode-se presumir que as habilidades perceptuais que são a base para a percepção e produção da fala também não se desenvolverão normalmente. Nesse contexto, é possível questionar se a maneira como o sistema auditivo dessas crianças responde à estimulação elétrica após o período de privação sensorial poderia ser uma das justificativas para a variabilidade no resultado obtido com o implante coclear. O objetivo deste estudo foi caracterizar o componente P1 dos potenciais evocados auditivos de longa latência em indivíduos com Espectro da Neuropatia Auditiva usuários de implante coclear e correlacioná-los com o desempenho na percepção de fala e secundariamente a outras variáveis relacionadas ao implante coclear. Participaram do estudo 14 crianças com Espectro da Neuropatia Auditiva, usuárias de implante coclear, de ambos os sexos, na faixa etária de 4 a 11 anos. Foi realizada a pesquisa dos potenciais evocados auditivos de longa latência com estimulação acústica, utilizando estímulo de fala /da/ apresentado em campo livre, e a avaliação da percepção de fala por meio do protocolo GASP (BEVILACQUA; TECH, 1996). Como resultado, foi constatado que foi possível registrar o componente P1 em 85,7% desta população, sendo que o valor da latência do componente P1 apresentou correlação significante com o tempo de privação sensorial demonstrando que quanto maior o tempo de privação sensorial, maior a latência do componente P1. Não foi observada correlação significante entre o componente P1 e o tempo de uso do implante coclear. Foi observado que quando separados os indivíduos em grupos de acordo com o desempenho na percepção de fala, aqueles que apresentaram um melhor desempenho possuíam a latência do componente P1 estatisticamente menor, comparados ao de pior desempenho. Com os resultados obtidos neste estudo foi possível caracterizar o componente P1 dos potenciais evocados auditivos de longa latência em crianças com Espectro da Neuropatia Auditiva usuárias de implante coclear e demonstrar a correlação com o desempenho de percepção de fala e tempo de privação sensorial. Em crianças com Espectro da Neuropatia Auditiva, o componente P1 pode servir como um preditor do desempenho da criança usuária de implante coclear para a percepção de fala.
Título em inglês
Development of the central auditory system in cochlear implanted children with Auditory Neuropathy Spectrum
Palavras-chave em inglês
Auditory cortex
Cochlear implants
Evoked potentials
Resumo em inglês
The cochlear implant has been recommended for the rehabilitation of children with Auditory Neuropathy Spectrum, with wide variation in performance in speech perception. If the development of central auditory structures does not occur normally, one can assume that the perceptual abilities that are the basis for the perception and speech production will not develop normally either. In this context one might question if the way the auditory system of these children respond to electrical stimulation after a period of sensory deprivation could be one of the reasons for this variability in the results obtained with the cochlear implant. The aim of this study was to characterize the P1 component of long-latency auditory evoked potentials in cochlear implanted individuals with Auditory Neuropathy Spectrum and correlate it with performance in speech perception and secondarily to other variables related to cochlear implant. The study included 14 cochlear implanted children with Auditory Neuropathy Spectrum, of both sexes, aged from four to eleven years. We studied the long-latency auditory evoked potential with acoustic stimulation, using speech stimuli presented in open field, and assessment of speech perception by means of GASP test (BEVILACQUA; TECH, 1996). As a result, we found that it was possible to register the P1 component in 85.7% of this population, and the P1 component latency value showed a significant correlation with the duration of sensory deprivation showing that the longer the duration of sensory deprivation, the greater the latency of the P1 component. There was no significant correlation between the P1 component and the time of cochlear implant use. It was observed that when the individuals were separated into groups according to performance on speech perception, those who performed better had the P1 component latency statistically lower when compared to the worst performers. With the results obtained from this study it was possible to characterize the P1 component of long-latency auditory evoked potentials in cochlear implanted children with Auditory Neuropathy Spectrum and demonstrate a correlation with the performance of speech perception. In children with Auditory Neuropathy Spectrum, the P1 component may serve as a predictor of the performance of a cochlear implanted child for speech perception.
 
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Data de Publicação
2011-07-27
 
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