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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.25.2016.tde-04082016-195932
Documento
Autor
Nome completo
Dayane Kemp Grandizoli
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2016
Orientador
Banca examinadora
Ferreira Júnior, Osny (Presidente)
Cardoso, Camila Lopes
Gonçales, Eduardo Sanches
Suedam, Valdey
Título em português
Avaliação da disponibilidade óssea para enxertos, na região posterior da mandíbula, por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico
Palavras-chave em português
Mandíbula
Tomografia computadorizada de feixe cônico
Transplante ósseo
Resumo em português
O estudo anatômico dos ossos dos maxilares é de extremo interesse devido à elevada demanda por procedimentos cirúrgicos como implantes osseointegrados e cirurgias ortognáticas. Embora uma variedade de substitutos ósseos seja utilizada para restabelecer a quantidade necessária de osso para instalação de implantes, existe um particular interesse em relação aos enxertos ósseos autógenos, que se mostram superiores, principalmente pela previsibilidade e altas taxas de sucesso. O objetivo desse trabalho foi quantificar o volume ósseo disponível na região posterior de mandíbula através da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico. A TCFC permite realizar medições com precisão e é uma ferramenta útil para avaliação préoperatória em cirurgia odontológica, já que o campo de imagem relativamente pequeno limita a exposição do paciente à radiação. Foram analisados 1.500 exames de TCFC e selecionados 70 exames do arquivo de imagens do Departamento de Estomatologia da Faculdade de Odontologia de Bauru, avaliados bilateralmente nas reformatações panorâmica e parassagitais através do software i-Cat Vision®. Na literatura não há consenso entre parâmetros e limites de osso. Dessa forma, foram definidas algumas referências: a distal da coroa do primeiro molar inferior como o limite anterior do enxerto e o local onde a cúspide mais alta dos molares cruza a borda anterior do ramo ascendente da mandíbula como o limite posterior do enxerto. Nessa região avaliou-se comprimento, altura, espessura de osso e volume da cortical óssea vestibular para enxertia óssea. Os resultados mostraram um volume médio de 859,26 mm3, sendo que a espessura média do osso cortical foi de 2,60mm, o comprimento médio foi de 18,98mm e a média de altura de 17,33mm. Esses valores mostram que a região posterior da mandíbula pode ser utilizada com segurança como área doadora de osso autógeno para reconstrução de pequenos defeitos e, usando esta estimativa de disponibilidade óssea, o cirurgião estará mais seguro para enfrentar os desafios da reconstrução maxilofacial.
Título em inglês
Evaluation of available bone for grafting in the posterior mandible by means of cone beam computed tomography
Palavras-chave em inglês
Bone transplantation
Cone-beam computed tomography
Mandible
Resumo em inglês
The anatomical study of the bones of the jaw is of extreme interest due to the high demand for surgical procedures such as dental implants and orthognathic surgery. Although a variety of bone substitutes are used for restoring the necessary amount of bone for implant placement, there is a particular interest in relation to autogenous bone grafts, which are superior primarily by the predictability and high success rates. The aim of the present study was to quantify the bone volume available on the posterior region of the mandible through Cone Beam Computed Tomography. CBCT allows for an accurate measurement and is a useful tool for preoperative evaluations in dental surgery, since the relatively small image field limits the patient's exposure to radiation. Thousand five hundred CBCT exams were analyzed and selected seventy exams of the archives of images from the Department of Stomatology, Bauru School of Dentistry, bilaterally assessed in panoramic and parasagittal reformatting through the i-Cat Vision® software. In the literature there is no consensus between parameters and bone limits. Thus, we determined some references: the distal of the first mandibular molar crown as the anterior limit of the graft, and where the highest cuspid of mandibular molars crosses the anterior border of the ascending ramus of the mandible as the posterior limit of the graft. In this region were evaluated length, height, bone thickness and volume of the vestibular cortical bone for bone grafting. The results showed an average volume of 859.26mm3, while the average thickness of cortical bone was 2.60mm, an average length of 18.98mm and an average height of 17.33mm. These values show that the posterior mandible can be safely used as donor area of autologous bone to rebuild small areas, and using this estimate of available bone, the surgeon will be safer to face the challenges of maxillofacial reconstruction.
 
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Data de Publicação
2016-08-10
 
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