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Mémoire de Maîtrise
DOI
https://doi.org/10.11606/D.27.2020.tde-09012020-161008
Document
Auteur
Nom complet
Jamir Osvaldo Kinoshita
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2019
Directeur
Jury
Paulino, Roseli Aparecida Figaro (Président)
Costa, Maria Cristina Castilho
Rebechi, Claudia Nociolini
Silva, Maria Cecília Pérez de Souza e
Titre en portugais
A comunicação no mundo do trabalho dos carregadores da CEAGESP.
Mots-clés en portugais
Atividade linguageira
Carregadores
CEAGESP
Comunicação
Ergologia
Trabalho
Resumé en portugais
O presente estudo mostra como a imbricação entre a comunicação e o mundo do trabalho contribui para a formação da identidade dos carregadores autônomos que atuam no Entreposto Terminal São Paulo da CEAGESP. Na maior central de abastecimento da América Latina de frutas, verduras, legumes, flores, pescados e diversos (alho, batata, cebola, coco seco e ovos), esses profissionais fazem das relações interpessoais, que estabelecem com permissionários e compradores, o diferencial para obterem serviço todos os dias. A atividade, eminentemente masculina, árdua e que demanda muita força, remete aos moldes de trabalho braçal da era medieval, sobrevivendo em pleno século XXI em meio a uma situação total de precarização da mão de obra. Com seus carrinhos de madeira repletos dos mais diversos tipos de mercadorias, eles têm uma jornada de trabalho bastante pesada e exaustiva. A partir de uma pesquisa exploratória, feita com base em observação de campo geral e específica, em registros fotográficos e em entrevistas aprofundadas, analisamos a execução dessa tarefa em dois ambientes distintos de comercialização: na Feira de Flores e no Pátio do Pescado. Pela perspectiva ergológica, pudemos perceber a existência de um conhecimento específico para transportar os produtos em cada um desses lugares, que se espraia com a descoberta do caráter do inédito do trabalho. A percepção da atividade linguageira vem à tona quando avaliamos os discursos dos carregadores, que revelam não só as dificuldades como as condições insalubres de trabalho. Aliás, a situação autônoma da profissão faz com que os permissionários e a própria CEAGESP sejam os beneficiários dessa mais-valia. Longe de serem empreendedores, esses trabalhadores se veem praticamente sozinhos em seu ofício, já que até o sindicato da categoria sofre as consequências de fazer parte de um sistema em que tudo parece confluir para não dar certo. Mesmo assim, a atividade persiste, devido exclusivamente à determinação e à força política e social (ainda não devidamente reconhecidas) dos carregadores, e é de uma extrema importância dentro de toda a cadeia de abastecimento.
Titre en anglais
Communication in the working world of CEAGESP chargers.
Mots-clés en anglais
CEAGESP
Chargers
Communication
Ergology
Language activity
Work
Resumé en anglais
This study shows how the intertwining between communication and the world of work contributes to the formation of the identity of independent chargers who work at CEAGESP's São Paulo Terminal Warehouse. In Latin America's largest supply center for fruits, vegetables, flowers, fish and miscellaneous (garlic, potatoes, onions, dried coconut and eggs), these professionals make interpersonal relationships, which they establish with permit holders and buyers, the differential for get service every day. The eminently masculine, arduous and demanding activity is reminiscent of the medieval workmanship, surviving in the 21st century in the midst of a precarious situation of labor. With their wooden carts full of various types of goods, they have a very heavy and exhausting workday. From an exploratory research, based on general and specific field observation, photographic records and in-depth interviews, we analyzed the execution of this task in two different commercial environments: the Flower Fair and the Fishyard. From the ergological perspective, we could see the existence of a specific knowledge to transport the products in each of these places, spreading with the discovery of the unpublished character of the work. The perception of language activity comes to light when we evaluate the discourses of chargers, which reveal not only the difficulties but the unhealthy working conditions. In fact, the independent situation of the profession makes the permit holders and CEAGESP itself the beneficiaries of this added value. Far from being entrepreneurs, these workers find themselves practically alone in their craft, since even the union of the category suffers the consequences of being part of a system in which everything seems to converge to not work out. Even so, activity persists, due solely to the determination and political and social strength (not yet properly recognized) of chargers, and is of utmost importance within the entire supply chain.
 
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Date de Publication
2020-01-09
 
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