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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.27.2011.tde-14122011-220637
Document
Author
Full name
Mirella Martinelli Magnoli
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2011
Supervisor
Committee
Moreira, Roberto Franco (President)
Costa, Flavia Cesarino
Mourão, Maria Dora Genis
Title in Portuguese
A representação da subjetividade no longa-metragem Joana
Keywords in Portuguese
Argumento cinematográfico
Filme longa-metragem
Mulher.
Ponto de vista
Subjetividade
Abstract in Portuguese
O argumento cinematográfico para um filme de longa-metragem ficcional é tema central da presente dissertação. Para tal, foi realizada uma pesquisa baseada em dois eixos. O primeiro, o tema do filme (a relação entre os universos feminino e masculino na faixa de meia-idade no Brasil urbano contemporâneo); o segundo, a abordagem cinematográfica (representações da subjetividade no cinema). No século XX, enormes transformações colocaram a mulher em um novo lugar no tecido social. O homem contemporâneo viu seu lugar histórico ser abalado por essas transformações e ainda não se reposicionou. O descompasso entre feminino e masculino colocou num terreno de imensa dificuldade o relacionamento de casal, hoje pouco normatizado por regras sociais. Este tema é tratado em Joana do ponto de vista subjetivo da personagem principal. Na linguagem cinematográfica, a subjetividade, concebida como um nível específico da narração, compartilha com o espectador os olhos e ouvidos do personagem, e/ou o mergulho em sua mente. Algo para além do formal é necessário para que um filme expresse alto grau de subjetividade do personagem. Esta pesquisa examina alguns longa-metragens contemporâneos, localizando como é representada a subjetividade: o ponto de vista ótico, o comportamento do personagem, a expressão do mundo interno, a linguagem. É realizada uma incursão na literatura que compara o monólogo interior à voz dos pensamentos dos personagens no cinema e discrimina outras atividades mentais que no cinema podem ter outras representações além da palavra. As necessidades específicas de expressão dessa história, focalizada pela personagem principal, provoca a discussão sobre a forma da escrita do argumento e roteiro cinematográfico. São examinados textos de Sergei Eisenstein que tratam de estratégias para escrever roteiros, em que a emoção é privilegiada. Busca-se um formato específico para o argumento cinematográfico desta história. Circunscreve-se um campo de representações da subjetividade para o argumento em questão. Apresenta-se o argumento em seu sétimo tratamento.
Title in English
The representation of subjectivity in the feature film Joana
Keywords in English
Feature film
Film treatment
Point of view
Subjectivity
Woman
Abstract in English
Treatment for a fictional long-feature film is the central theme of the present dissertation. Research was conducted based on two axes: the first on film theme (the relation between middle-aged males and females living in urban areas of Brazil nowadays); the second on film language (representations of subjectivity in film). The 20th Century saw huge changes with women taking a new place in social life. As a result, contemporary men saw their historic place unsettled and have not yet repositioned themselves. The mismatch between the new male and female social positions brought great difficulties to relationships, which nowadays are regulated by very few social standards. This theme comes up in Joana through the main characters subjective point of view. In film language, subjectivity, conceived as a specific level of narration shares with the viewer the characters eyes and ears, and/or allows the viewer to get right inside the characters mind. Something beyond the merely formal is required for a film to express high levels of character subjectivity. This research examines some contemporary fiction films, analyzing how subjectivity is represented: the optical point-of-view, characters behavior, expressions of characters inner world, characters speech. A literature review compares inner monologue to how characters thoughts are depicted in film. It also discriminates between other mental activities that can be better expressed in film by different representations other than words. The specific expression needs of this story, based on the focal character, bring on the discussion of script and film treatment writing formats. Sergei Eisensteins writings dealing with screenwriting strategies to privilege emotion are examined. A specific format for the film treatment of this story is searched. A range of representation of subjectivity for this film treatment is defined. The seventh draft of the film treatment is presented.
 
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Publishing Date
2012-06-25
 
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