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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.27.2008.tde-15072009-222245
Documento
Autor
Nome completo
Pedro Plaza Pinto
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Xavier, Ismail Norberto (Presidente)
Alambert Junior, Francisco Cabral
Machado Junior, Rubens Luis Ribeiro
Machado, Carlos Eduardo Jordao
Morettin, Eduardo Victorio
Título em português
Paulo Emilio e a emergência do cinema novo: débito, prudência e desajuste no diálogo com Glauber Rocha e David Neves
Palavras-chave em português
Cinema brasileiro
Crítica
Resumo em português
Os primeiros anos da década de 1960 representam um esforço da imaginação sobre a realidade e um impulso em tomar partido que foram mobilizados pelos críticos-cineastas do Cinema Novo. O já reconhecido crítico e conservador da Cinemateca Brasileira, Paulo Emilio Salles Gomes, foi convocado a chancelar o movimento de acordo com a herança de referências a idéias supostamente presentes em seus textos. No torvelinho dos debates que precederam o aparecimento de vários dos filmes cinemanovistas, dentro deste instante de afirmação e engajamento, ele dedicava-se ao trabalho pela instalação plena de uma cinemateca, combinado com a intervenção por um novo ambiente intelectual de sensibilidade moderna na crítica cinematográfica (Suplemento Literário, 1956-1965) e na inteligência de esquerda engajada (Brasil, Urgente, 1963). Mesmo quando provocado nas letras de Revisão crítica do cinema brasileiro, de Glauber Rocha, ou pelo pedido pessoal de leitura e comentário de Cinema Novo no Brasil, de David Neves, Paulo Emilio apenas pontuou o caráter ainda incipiente do movimento. A confrontação entre afirmação ideológica e a resultante fílmica é considerada o nó desta proposta de estudo. A análise se detém sobre textos de Paulo Emilio Salles Gomes, David Neves e Glauber Rocha, no momento de emergência do Cinema Novo, quando são traçadas as primeiras linhas do projeto juvenil, antes do Golpe Militar de 1964. Procuramos enfatizar o descompasso entre afirmação ideológica e análise estética, recusando a suposta posição paterna ou de omissão de Paulo Emilio, em razão de demonstrar o mesmo ponto fraco: refletem uma meditação que pede aos seus textos algo que não se encontrava no horizonte dos seus objetivos. Os jovens exigiram uma ordem de problemas forçada, dentro de esquemas que não se encontravam de acordo com o modo do crítico lidar com os objetos. Buscamos, nas análises dos textos e na contextualização dos trechos de vida do crítico, uma compreensão para a sua recusa da posição de ideólogo neste momento distintivo de afirmação de cinema moderno.
Título em inglês
Paulo Emilio and the emergence of Cinema Novo: debt, prudence and misalignment on the dialogue with Glauber Rocha e David Neves.
Palavras-chave em inglês
Cinema brasileiro
Crítica
Resumo em inglês
The firthies years of 1960s represents an imagination effort about the reality and an impulse to take party that were promoted by the Cinema Novos critics-filmmakers. The already recognized critic and conservator of the Cinemateca Brasileira, Paulo Emilio Salles Gomes, was convoked to endorse the movement according to the inheritance of some ideas that supposedly would be in his texts. In the whirlwind of the debates that had preceded the appearance of several cinemanovistas films, at that moment of affirmation and engagement, he dedicated his work for the complete installation of a film archive, combined with the intervention for a new intellectual environment of modern sensitivity in the cinematographic critics (Suplemento Literário, 1956-1965) and in the intelligence of engaged left (Brasil,Urgente 1963). Even when provoked by Glauber Rochas Revisão crítica do cinema brasileiro, or by the personal request for reading and commenting David Neves Cinema Novo no Brasil, Paulo Emilio just spotted the still incipient character of the movement. The center of this study proposal is the confrontation between ideological affirmation and the filming resultants. The analysis withholds on texts of Paulo Emilio Salles Gomes, David Neves and Glauber Rocha, at the moment that Cinema Novo emerges, when were draw the first lines of that youthful project, before the military coup détat of 1964. We look for emphasizing the lag between ideological affirmation and aesthetic analysis, refusing Paulo Emilios supposed paternal position or attitude of omission, because it demonstrates the same weak point: it reflects ideas that look for something in the writings that were not in the horizon of its objectives. The young filmmakers demanded a forced order of problems, inside schemes that werent in accordance with the way the critic dealt with the objects. We search, in the analysis of the writings and in the contexts in each part the critics life, an understanding for the ideologists position refusal at this distinctive moment of affirmation of the modern cinema.
 
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5065089.pdf (889.89 Kbytes)
Data de Publicação
2009-10-15
 
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