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Thèse de Doctorat
DOI
10.11606/T.39.2010.tde-16082010-143718
Document
Auteur
Nom complet
Flávio de Oliveira Pires
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2010
Directeur
Jury
Kiss, Maria Augusta Peduti Dal Molin (Président)
Kokubun, Eduardo
Lima, Jorge Roberto Perrout de
Moreira, Alexandre
Oliveira, Fernando Roberto de
Titre en portugais
Sobrecargas retangulares em diferentes domínios de intensidade: respostas cardiorrespiratórias, metabólicas e da percepção subjetiva de esforço em instantes relativos ao tempo de exaustão
Mots-clés en portugais
Exercício físico
Parâmetros metabólicos
Percepção subjetiva de esforço
Resumé en portugais
Introdução: Em particular, não se sabe se o exercício físico termina com falha da homeostase metabólica em intensidades pertencentes ao domínio moderado, pesado e severo. Este estudo examinou as respostas fisiológicas durante exercícios de sobrecargas constantes até a exaustão, executadas em diferentes domínios metabólicos. Métodos: Dez homens saudáveis executaram quarto cargas constantes as quais corresponderam aos domínios de intensidade moderada (LL1), pesada (LL50% e LL2) e severa (LW25%). Parâmetros metabólicos e cardiorrespiratórios e a percepção subjetiva de esforço (PSE) foram medidos em intervalos regulares de tempo. Resultados: O tempo de exaustão em cada carga constante foi: 93,8 (± 18,0), 77,0 (± 22,9), 44,5 (± 16,0) e 22,8 (± 10,6) minutos em LL1, LL50%, LL2 e LW25%, respectivamente. Quando os dados foram analisados em relação ao tempo absoluto de exercício, significantes variações temporais foram encontradas na razão de trocas respiratórias (RER) e nas concentrações plasmáticas de potássio em LL1; no VO2, VCO2, RER, freqüência respiratória (FR), concentrações plasmáticas de norepinefrina e potássio em LL50%; na RER e nas concentrações plasmáticas de norepinefrina, epinefrina e potássio em LL2; em na RER e concentrações plasmáticas de lactato e potássio em LW25%. Quando os dados foram normalizados pelo tempo de exaustão, algumas significantes variações temporais desapareceram. Exceções foram encontradas para RER e potássio em LL1; RER em LL50%; RER, norepinefrina e potássio em LL2; VE, RR, lactato e potássio em LW25%. Entretanto, com exceção da FR, nenhum outro parâmetro metabólico ou cardiorrespiratório aumentou significantemente depois de decorrido 50% do tempo de exercício, em qualquer das intensidades executadas, indicando a presença de um estado de equilíbrio nas variáveis metabólicas e cardiorrespiratórias, em todos os domínios de intensidade analisados. De outro lado, a PSE apresentou aumentou significante depois de decorrido 50% do tempo de exaustão nos domínios pesado (LL50% e LL2) e severo (LW25%.), quando analisada em termos relativos ao tempo de exaustão. A taxa de incremento da PSE em função do tempo de exercício foi significantemente correlacionada ao tempo de exaustão (r = -0,72 à -0,84; P < 0.05) em todas os domínios de intensidade. Conclusão: A exaustão ocorreu sem clara evidência de falha na homeostase, mesmo em exercício de domínio de intensidade severa, uma vez que não houve significante variação temporal nos parâmetros metabólicos ou cardiorrespiratórios depois de decorrido 50% do tempo de exercício. Estes resultados poderiam sugerir um mecanismo de controle centralmente regulado durante o exercício
Titre en anglais
Constant workload exercises in different intensity domains: cardiorespiratory, metabolic and perceived exertion responses in different moments relative to the time to exhaustion
Mots-clés en anglais
Cardiorespiratory parameters
Exercise
Metabolic parameters
Resumé en anglais
Introduction: We wished to determine whether exercise at moderate, heavy and severe intensities terminates with evidence of homeostatic failure. This study verified the physiological responses during exercise to exhaustion in different intensity domains. Methods: Ten healthy men performed prolonged exercise at four constant workloads corresponding to moderate (LT1), heavy (TT50% and LT2) and severe (TW25%) intensity domains. Metabolic and cardiorespiratory parameters and the rating of perceived exertion (RPE) were measured at fixed time intervals. Results: The time to exhaustion was 93.8 (±18.0), 77.0 (± 22.9), 44.5 (± 16.0) and 22.8 (± 10.6) minutes at LT1, TT50%, LT2 and TW25%, respectively. When data were analyzed according to absolute exercise duration, significant temporal variations were found in respiratory exchange ratio (RER) and plasma potassium concentrations in LT1; in VO2, VCO2, RER, respiratory rate (RR), plasma noradrenaline and potassium concentrations in TT50%; in RER, noradrenaline, adrenaline and potassium concentrations in LT2; and in RER and blood lactate and potassium concentrations in TW25%. When data were normalized to 100% of exercise duration, some significant temporal variations disappeared. Exceptions were RER and plasma potassium concentrations in LT1; RER in TT50%; RER and plasma noradrenaline and potassium concentrations in LT2; and VE, RR, blood lactate and plasma potassium concentrations in TW25%. Except for RR, no other cardiorespiratory or metabolic parameter increased significantly after the first 50% of any exercise bout had been completed, indicating the presence of a metabolic and cardiorespiratory steady state at all intensity domains. Conversely, RPE rose progressively in all constant workloads when analyzed in both absolute and relative terms. In addition, the slope at which RPE increased was significantly correlated to time to exhaustion (r = -0.72 to -0.84; P < 0.05) at all exercise intensities. Conclusion: Exercise terminated at all intensities without any indication of homeostatic failure. Since there was no significant variation in cardiorespiratory and metabolic parameters after the completion of 50% of any exercise bout these results might suggest a centrally-regulated control mechanism that defends homeostasis
 
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Date de Publication
2010-08-19
 
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