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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Marcos Filipe Guimarães Pinheiro
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Simões, Antonio Carlos (Presidente)
Cortez, José Alberto Aguilar
Cozac, João Ricardo Lebert
Vasconcelos, Esdras Guerreiro
Título em português
Análise da religiosidade no esporte: o olhar de atletas olímpicos brasileiros
Palavras-chave em português
Atleta
Esporte
Religiosidade
Resumo em português
O sinal da cruz feito sobre o peito ao entrar no local de disputa sempre com o pé direito; dedos apontados para o céu enquanto uma reza ou oração é proferida antes da partida, ou em agradecimento por um gol ou ponto marcado, enfim, pela vitória, pela medalha pendurada no pescoço. Conseguimos encontrar com muita facilidade inúmeras manifestações cotidianas de religiosidade no meio esportivo. Essas crenças pessoais e o esporte podem conviver em paz e harmonia na vida de um atleta por toda sua carreira em total simbiose. Todavia, ambos, esporte e religiosidade podem se chocar e promover momentos de crise entre a religião professada, crenças pessoais e a carreira esportiva. Alguns exemplos disso podem ser percebidos nos conflitos envolvendo a observação de jejuns obrigatórios impostos pela religião durante competições, guarda de dias sagrados, abstenção e recusa em receber prêmios em bebida alcóolica, uso de uniformes com slogans contrários à crenças ou que mostram o corpo de forma imprópria, entre muitos outros. Como estes processos são percebidos na carreira de atletas olímpicos? Será que o esporte pode ser visto, de alguma forma, como um substituto, parceiro ou inimigo da religião para alguns atletas? Como a religião poderia influenciar os processos de treinamento e as competições? E ao mesmo tempo, como o esporte poderia influenciar as práticas religiosas cotidianas? Assim, quais as relações que os atletas percebem entre o esporte e suas crenças? Como os atletas enxergam e administram tais relações? Assim, foi objetivo desta pesquisa investigar, comparar e analisar as possíveis relações das vivências esportivas e da religiosidade de atletas olímpicos mediante entrevistas semiestruturadas baseadas no Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) e Método de História Oral. Participaram deste estudo cinco atletas do sexo feminino e idade entre 27 e 56 anos, competidoras na última edição dos Jogos Olímpicos realizado no Brasil no ano de 2016 considerando a representatividade de tais atletas no cenário nacional nas modalidades Rugby, Luta (Wrestling), Remo, Taekwondo e Tiro Esportivo. Neste estudo exploratório descritivo de natureza qualitativa foram realizadas entrevistas semiestruturadas baseadas nos métodos de História Oral Temática e os dados analisados a partir do DSC. Os resultados mostraram que a influência religiosa percebida diretamente na vivência esportiva é fraca: pontual - somente para determinados fins e esporádica - apenas em alguns momentos, estando sempre relacionada à superação de desafios e conquista de objetivos. A crença em Deus das atletas pesquisadas, embora sofra influência da religião familiar predominante, é exercida a sua maneira, subjetiva e individualmente e fornece suporte psicológico para a maioria das atletas ao ajudar a lidar com os constantes desafios da carreira esportiva promovendo resiliência, autoconfiança e esperança. Enquanto que a não crença é vista como um forma de ter mais autonomia no esporte, mais autonomia para agir no mundo sem precisar prestar conta ou esperar pela intervenção de um ser superior. As tendências de comportamentos das atletas, envolvidas com as orientações religiosas, são tão plurais quanto suas crenças, uma vez que a bricolagem de crenças e religiões é feita mais individualmente e menos coletivamente
Título em inglês
Analysis of religiosity in sport: the view of Brazilian Olympic athletes
Palavras-chave em inglês
Athlete
Religiosity
Sport
Resumo em inglês
The sign of the cross made on the chest when entering the place of dispute always with the right foot; fingers pointed to the sky while a prayer or prayer is given before the game, or in thanks for a goal or point marked, finally, by the victory, by the medal. We have been able to find with ease many daily manifestations of religiosity in the sport. These personal beliefs and sport can live in peace and harmony in the life of an athlete throughout his career in total symbiosis. However, both sport and religiosity may clash and promote moments of crisis between professed religion, personal beliefs and sports career. Some examples of this can be seen in conflicts involving the observance of mandatory fastings imposed by religion during competitions, sacred day keeping, abstention and refusal to receive alcoholic prizes, wearing uniforms with slogans that are contrary to beliefs or that show the body, among many others. How are these processes perceived in the career of Olympic athletes? Can sport be seen in any way as a substitute, partner, or enemy of religion for some athletes? How could religion influence training processes and competitions? And at the same time, how could sport influence everyday religious practices? So, what relationships do athletes perceive between sport and its beliefs? Thus, it was the objective of this research to investigate, compare and analyze the possible relationships of sporting experiences and the religiosity of Olympic athletes through semi-structured interviews based on the Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) and Oral History Method. Participating in this study five female athletes, 27 until 56 years old, who competed in the last edition of the Olympic Games in Brazil 2016, considering the representation of such athletes in the national scenario in the Rugby, Wrestling, Taekwondo and Shooting. The results showed that the religious influence perceived directly in the sporting experience is weak: punctual - only for certain purposes and sporadic - only in some moments, being always related to overcoming challenges and achieving goals. The athletes' belief in God while influenced by the predominant family religion, is exercised in their own way, subjectively and individually, and provides psychological support for most athletes by helping to deal with the constant challenges of a sports career by promoting resilience, self-confidence, and hope. While non-belief is seen as a way to have more autonomy in sport, more autonomy to act in the world without someone to care with or wait for the intervention. Athletes' behavioral tendencies, involved with religious orientations, are as plural as their beliefs, since the bricolage of beliefs and religions is made more individually and less collectively
 
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Data de Publicação
2019-04-11
 
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