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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.41.2011.tde-08092011-155916
Documento
Autor
Nome completo
Tatiana Ferreira de Almeida
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2011
Orientador
Banca examinadora
Neves, Walter Alves (Presidente)
Jacques, Sídia Maria Callegari
Otto, Paulo Alberto
Título em português
Análise da dispersão das populações nativas americanas: uma abordagem genético-fisiográfica
Palavras-chave em português
Biogeografia
Marcadores moleculares
Nativos americanos
Resumo em português
Até recentemente, o povoamento das Américas era visto como um produto de uma expansão em linhas paralelas do norte para o sul do continente. Sob este cenário, os sítios arqueológicos dos primeiros americanos deveria obedecer um gradiente cronológico seguindo a mesma lógica, independente de sua longitude. Recentemente, no entanto, especialistas começaram a reconhecer que certas características dos diferentes biomas poderiam favorecer diferentes taxas de expansão populacional. Beaton (1991), por exemplo, sugeriu que as expansões humanas em escala continental seriam mais condicionadas às características do ambiente (biomas) de que a distâncias geográficas lineares, ideia esta, também suportada por Dixon (2001). Neste estudo foi testada a hipótese de Beaton e Dixon, aplicada às Américas, investigando se a estrutura genética dos nativos americanos atuais é influenciada pelos biomas que elas ocupam. Para fazer isso, três diferentes tipo de matrizes foram construídas baseadas em dados de DNA mitocondrial e microssatélites de grupos de nativos americanos: uma, formada por distâncias genéticas (Fst) entre as populações, outra formada pelas distâncias geográficas entre as mesmas populações em quilômetros, e uma última formada pelas distâncias fisiográficas. Essas matrizes foram comparadas pela correlação de Pearson seguida de testes de Mantel e parciais de Mantel. Os resultados obtidos mostraram que em geral os diferentes biomas não tiveram um papel significativo na estruturação genética das populações nativas americanas, ao menos como estão distribuídas hoje.
Título em inglês
Dispersion analysis of the native american populations: a genetic-fisiographyc approach
Palavras-chave em inglês
Biogeography
Moleculars markers
Native americans
Resumo em inglês
Until recently, the settlement of the Americas was seen as the product of a "bow wave" human expansion from north do south. Under this scenario, the archaeological sites of the first americans should obey a chronological gradient following the same logic, independent of their longitude. Recently, however, specialists began to recognize that certain characteristics of different biomes could have favored different rates of demic expansion. Beaton (1991), for instance, suggested that human expansions in continental scales are much more conditioned by the ecological attributes of the macro environmental zones (biomes) involved than by linear geographic distances, an idea also spoused by Dixon (2001). In this study we test Beaton´s and Dixon´s ideas, as applied to the Americas, by investigating if the genetic structure of recent native american populations is influenced by the biomes they occupy. In order to do this, three different kinds of matrices were constructed based on the frequency of mtDNA and microsatelites from native american groups: one formed by the genetic distances (Fst) among the populations, a second one formed by the geographic distances among the same populations in kilometers, and a last one formed by their "physiographic" distances. These matrices were compared by Pearson´s correlation followed by Mantel and partial Mantel tests. The results obtained showed that in general the different biomes did not play a significant role in the native american genetic structuring, at least as they are distributed today.
 
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Tatiana_Almeida.pdf (18.55 Mbytes)
Data de Publicação
2011-09-16
 
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