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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.42.2017.tde-18052017-103221
Documento
Autor
Nome completo
Gustavo Gastão Davanzo
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Michelini, Lisete Compagno (Presidente)
Antunes, Vagner Roberto
Cardoso, Sandra Lia do Amaral
Passaglia, Rita de Cassia Aleixo Tostes
Título em português
Inflamassoma NLRP3 como um possível mecanismo na mediação de déficits funcionais na hipertensão: efeitos do treinamento aeróbio.
Palavras-chave em português
Hipertensão
Inflamassomas
Ratos
Treinamento aeróbio
Resumo em português
O processo inflamatório pode ser iniciado pela presença de patógenos (PAMPs) ou de moléculas associadas ao dano tecidual (DAMPs), estes sinais são reconhecidos por células do sistema imune via receptores de reconhecimento de padrão localizados na membrana ou no citoplasma destas células. A ativação da família de receptores intracitoplasmáticos do tipo NOD (NLR) pode levar à formação de complexos proteicos denominados inflamassomas, entre eles, o inflamassoma NLRP3, formado por três estruturas básicas: receptores do tipo NOD, proteína adaptadora (ASC) e pró-caspase 1. Essas caspases ativas são capazes de induzir a maturação proteolítica de interleucina-1 beta (IL-1b) e IL-18, que então são liberadas para o meio extracelular. É sabido que a hipertensão é uma doença inflamatória associada à presença de DAMPs em regiões de controle da pressão arterial, como o núcleo paraventricular do hipotálamo (PVN) bem como, que o treinamento aeróbio é uma conduta eficaz em reverter muitos dos efeitos deletérios da hipertensão. Desta forma, é nossa hipótese de trabalho que inflamassomas NLRP3 possam estar ativados na hipertensão e que o treinamento aeróbio corrija muitos déficits do controle cardiovascular por modular a resposta imune inata. Em ratos machos adultos Wistar Kyoto e ratos espontaneamente hipertensos (SHR), foram feitas análises de parâmetros cardiovasculares, além da expressão gênica dos constituintes do inflamassoma e citocinas, e proteica de citocinas no PVN de animais sedentários ou treinados por quatro semanas de ambas as linhagens. Nossos resultados mostram que animais hipertensos se caracterizam por valores aumentados de pressão arterial e frequência cardíaca de repouso, associados à disfunção autonômica ao coração e vasos. SHR apresentam inflamação no PVN, o que foi evidenciado pelo elevado perfil de expressão dos constituintes da via do inflamassoma NLRP3, TLR-4 e citocinas pró-inflamatórias. O treinamento aeróbio de baixa a moderada intensidade reduziu a expressão gênica desses parâmetros e proteica de citocinas pró-inflamatórias, bem como a disfunção autonômica, além de determinar a instalação da bradicardia de repouso. Nossos dados sugerem que a elevada expressão de citocinas pró-inflamatórias no PVN de SHR seja devido à ativação do inflamassoma NLRP3, numa via dependente de TLR-4. Nosso trabalho é o primeiro a investigar o papel de inflamassomas em regiões autonômicas em hipertensos, bem como o efeito do treinamento físico sobre este perfil inflamatório.
Título em inglês
NLRP3 inflammasome as a possible mechanism in the mediation of functional deficits in hypertension: effects of aerobic training.
Palavras-chave em inglês
Exercise training
Hypertension
Inflammasomes
Rats
Resumo em inglês
The inflammatory process can be triggered by the presence of pathogens (PAMPs) or damaged-associated molecules pattern (DAMPs), this danger signals are recognized by immune system via pattern recognition receptors (PRR) in membrane or in the cytoplasm cells. The activation of NOD like receptors in the cytoplasm can trigger the formation of protein complex called inflammasomes, such as the NLRP3 inflammasome, which is comprised of three basics structures: NOD like receptor, adaptor protein and pro-caspase-1. This complex can induce the proteolytic maturation of pro-inflammatory cytokines (PICs), like interleukin 1 beta (IL-1b) and IL18, which are then released into the extracellular medium. It is known that hypertension is an inflammatory disease associated with DAMPs in blood pressure controlling areas in hypothalamus, like paraventricular nucleus (PVN) and that aerobic training can reverse the deleterious effects of hypertension. So, is our hypothesis that NLRP3 inflammasomes can be active in hypertension and that the exercise training restored the cardiovascular deficits by modulate the innate response. In adult male rats Wistar Kyoto and spontaneously hypertensive rats (SHR), cardiovascular parameters, gene expression of inflammasomes members or cytokines and cytokines protein contents were measured in the PVN of sedentary or four weeks trained groups from both lineages. Our results show that hypertensive animals are characterized by enhanced blood pressure and resting heart rate values, associated with autonomic dysfunction to heart e vessels. SHR had PVN inflammation, what is evidenced by the enhanced inflammasome NLRP3, TLR-4 and PICs expression in this area. The aerobic training with low or moderate intensity reduce the gene expression of these parameters and the protein expression of PICs, as well as, the autonomic dysfunction, in addition to determining the installation of resting bradycardia. Our data suggest that the elevated expression of PICs in SHR PVN is due to the activation of NLRP3 inflammasomes, in a TLR-4 dependent pathway. Our work is the first to investigate the role of inflammasomes in autonomic brain areas in hypertensive rats, as well as, the effect of exercise training on this inflammatory profile.
 
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Data de Liberação
2019-05-18
Data de Publicação
2017-05-18
 
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