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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.44.1995.tde-20032014-104734
Documento
Autor
Nome completo
Antonio Luiz Teixeira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1995
Orientador
Banca examinadora
Petri, Setembrino (Presidente)
Campanha, Ginaldo Ademar da Cruz
Coimbra, Armando Marcio
Título em português
Ambientes geradores dos sedimentos da Bacia Eleutério
Palavras-chave em português
Sedimentologia
Resumo em português
A Bacia Eleutério estende-se desde noroeste da cidade de Itapira (SP) até Jucutinga (MG) ao longo da porção sul da zona de Cisalhamento de Jacutinga (orientada segundo N60-70°E), que condicionou sua gênese e evolução. Caracteriza-se como uma bacia do tipo pull-apart, que se nucleou quando da movimentação transcorrente sinistral ao longo dessa zona de cisalhamento, no Eopaleozóico. O seu preenchimento ocorreu, num primeiro momento, com a contribuição de detritos oriundos da borda noroeste e, posteriormente, da borda sudeste. A sedimentação processou-se sob clima árido a semi-árido e sob forte controle tectônico, adquirindo caráter episódico. Desenvolveram-se, a partir das regiões de borda da bacia, sistemas de leques aluviais coalescentes e transicionais para a planície aluvial que, por sua vez, limitava-se distalmente com corpo d'água lacustre ou marinho(?). Coadjuvou com os processos de sedimentação fluvial, principalmente durante os períodos entre chuvas torrenciais, a deflação eólica. A inversão e encurtamento da bacia ocorreu graças à modificação no sentido do movimento ao longo da zona transcorrente, de sinistral para dextral, implicando em deformação essencialmente rúptil, responsável por metamorfismo de grau muito baixo com geração da foliação "S IND. 1", adernamento das camadas ("S IND. 0") para NW e retalhamento da bacia ao longo da zona de cisalhamento. Apoiando-se em correlações realizadas com as outras bacias similares, condicionadas pela Faixa Ribeira, e nas correlações paleoclimáticas e paleogeográficas disponíveis para o Gondwana Ocidental durante o Eopaleozóico, sugere-se que essas bacias tiveram evolução sedimentar acompanhada da ingressão do oceano Proto-Pacífico pelo interior da Faixa, na forma de golfo, ao longo do qual se coalesciam.
Palavras-chave em inglês
Not available.
Resumo em inglês
A Bacia Eleutério estende-se desde noroeste da cidade de Itapira (SP) até Jucutinga (MG) ao longo da porção sul da zona de Cisalhamento de Jacutinga (orientada segundo N60-70°E), que condicionou sua gênese e evolução. Caracteriza-se como uma bacia do tipo pull-apart, que se nucleou quando da movimentação transcorrente sinistral ao longo dessa zona de cisalhamento, no Eopaleozóico. O seu preenchimento ocorreu, num primeiro momento, com a contribuição de detritos oriundos da borda noroeste e, posteriormente, da borda sudeste. A sedimentação processou-se sob clima árido a semi-árido e sob forte controle tectônico, adquirindo caráter episódico. Desenvolveram-se, a partir das regiões de borda da bacia, sistemas de leques aluviais coalescentes e transicionais para a planície aluvial que, por sua vez, limitava-se distalmente com corpo d'água lacustre ou marinho(?). Coadjuvou com os processos de sedimentação fluvial, principalmente durante os períodos entre chuvas torrenciais, a deflação eólica. A inversão e encurtamento da bacia ocorreu graças à modificação no sentido do movimento ao longo da zona transcorrente, de sinistral para dextral, implicando em deformação essencialmente rúptil, responsável por metamorfismo de grau muito baixo com geração da foliação "S IND. 1", adernamento das camadas ("S IND. 0") para NW e retalhamento da bacia ao longo da zona de cisalhamento. Apoiando-se em correlações realizadas com as outras bacias similares, condicionadas pela Faixa Ribeira, e nas correlações paleoclimáticas e paleogeográficas disponíveis para o Gondwana Ocidental durante o Eopaleozóico, sugere-se que essas bacias tiveram evolução sedimentar acompanhada da ingressão do oceano Proto-Pacífico pelo interior da Faixa, na forma de golfo, ao longo do qual se coalesciam.
 
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Teixeira_Mestrado.pdf (15.34 Mbytes)
Data de Publicação
2014-03-25
 
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