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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Joseilde Maria Teles
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Souza, Maria Thereza Costa Coelho de (Presidente)
Caetano, Luciana Maria
Folquitto, Camila Tarif Ferreira
Leite, Marli Quadros
Paula, Fraulein Vidigal de
Taille, Elizabeth Harkot de La
Título em português
O tempo em ações: (re)construção dos tempos verbais na língua estrangeira sob a ótica piagetiana
Palavras-chave em português
Cognitivos,Tempo
Desenvolvimento
Processos
Tempos
Verbais
Resumo em português
Durante o processo de aprendizagem de uma língua estrangeira, uma das estratégias dos alunos é utilizar a estrutura da língua materna como base para alicerçar a língua estrangeira, produzindo, assim, uma sobreposição artificial. A compreensão dos Tempos Verbais de outro idioma costuma ser árdua, pois, admitindo uma dupla natureza na ordem temporal - por um lado, o Tempo constitui uma construção cognitiva universal, conquistada ao longo do desenvolvimento humano (Piaget, 1946), e, por outro, uma construção linguística convencional, na medida em que aprendemos a localizar ações numa linha do tempo e a expressá-las, em relação ao momento da fala, atendendo às necessidades e pontos de vista de cada idioma - perguntamo-nos: Como é possível reorganizar o Tempo, tanto linguistica quanto cognitivamente, ao aprendermos um novo idioma? Nossa tese é a de que exista necessidade de (re)construção da ordem temporal não apenas no plano linguístico (modo de representar), mas também no plano cognitivo (modo de pensar), isto é, faz-se necessária a construção novos esquemas linguísticos e a reconstrução da noção cognitiva de Tempo. Dessa forma, amparado pela teoria piagetiana, este trabalho pretendeu investigar percepções, hipóteses e justificativas dos sujeitos quanto ao uso dos Tempos Verbais e, principalmente, analisar os processos cognitivos envolvidos na compreensão dos Tempos Verbais na segunda língua. O método escolhido consistiu em coleta de dados por meio de entrevistas semi-estruturadas, com a participação de vinte voluntários, alunos de uma escola de idiomas de São Paulo. O instrumento foi composto por Entrevista Inicial e duas Terefas. Nas Tarefas, os voluntários deveriam escolher conjugações que considerassem adequadas para completar as frases oferecidas e, em seguida, justificar suas respotas. Resultados da Entrevista Inicial, cujo objetivo era investigar percepções, hipóteses e justificativas, trouxeram, entre outros aspectos, respostas relacionadas ao contraste entre uso formal e uso funcional da língua. Além disso, o Tempo surgiu como organizador do discurso e as diferenças no modo de representá-lo apareceram intimamante ligadas à comparação entre o funcionamento da língua materna e da língua inglesa. Quanto aos processos cognitivos, acessados através da resolução das duas Tarefas, encontramos e categorizamos estratégias de compreensão dos Tempos Verbais utilizadas pelos alunos (pistas perceptivas, pistas estruturais, pistas conceituais e dedução contextual) e as associamos aos níveis de processos cognitivos encontrados (intuitivos, intermediários e abstratos), inspirados pela teoria piagetiana
Título em inglês
Time in actions: (re)construction of the verb tenses in the foreign language according to Piaget´s theory
Palavras-chave em inglês
Cognitive
Development
Process,Time
Tense
Resumo em inglês
During the learning process of a foreign language, one of the most commom strategies of students in general is taking advantage of their native language structure to build the foreign language structure, producing an artificial juxtaposition. Understanding the Verb Tense meanings of the foreign language might be hard for them, because Time notion is, on the one hand, a universal cognitive construction, achieved during the development (Piaget, 1946) and, on the other hand, a conventional linguistic construction, once we learn to locate actions in the timeline and express them in relation to the moment of speaking, according to the necessities and points of view of each language. Our question is: how to organize the Time both linguistically and cognitively, as we learn another language? Our thesis is that there is necessity to (re)construct the temporal notion not only in the linguistic level (way of representing), but also in the cognitive level (way of thinking), i.e., it is necessary to construct new linguistic schemes and reconstruct the cognitive notion of Time. Thus, supported by Piaget's theory, this work aimed to investigate perceptions, hypotheses and explanations from the students when using Verb Tenses in the foreign language, and also analyse their cognitive processes involved in the understanding of Verb Tenses in the foreign language. The method adopted consisted of collecting data using semi-structured individual interviews with twenty participants from an English school in São Paulo. The instrument was composed of Initial Interview and two Tasks. During the Tasks, the participants should choose the most adequate conjugations for the sentences presented and also justify their answers. Results from the Initial Interview, which aimed to investigate perceptions, hypotheses and explanations, revealed answers related to the contrast between formal and functional language. Besides that, Time appeared as a discourse organizer and the differences in the way of representing it were associated to the comparison between mother language and foreign language (English). As for the cognitive processes analysed during the Tasks, strategies of Verb Tenses comprehension were found and classified into four categories (perceptive clues, structural clues, conceptual clues and context deduction). These categories were then associated to the levels of cognitive processes found (intuitive, intermediate and abstract), supported by Piaget's theory
 
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teles_corrigida.pdf (2.30 Mbytes)
Data de Publicação
2019-11-22
 
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