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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2014.tde-14052014-162050
Documento
Autor
Nome completo
Anna Beatriz Carnielli Howat Rodrigues
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Mauro, Patricia Izar (Presidente)
Bussab, Vera Silvia Raad
Cosentino, Leonardo Antonio Marui
Lopes, Fivia de Araújo
Pimenta, Olívia de Mendonça Furtado
Título em português
Propensão ao risco diante de contextos de imprevisibilidade: uma análise do comportamento humano pela abordagem evolucionista
Palavras-chave em português
Abordagem multidimensional
Incerteza
Psicologia Evolucionista
Risco
Teoria dos Ciclos de Vida
Resumo em português
A perspectiva evolucionista entende a propensão humana ao risco como estratégia comportamental selecionada para responder a certas dicas ambientais e individuais sobre a disponibilidade de recursos. Dentre as dicas ambientais, a imprevisibilidade é um dos aspectos mais influentes na propensão ao risco. No entanto, não há consenso sobre a importância da imprevisibilidade real do ambiente atual ou de um viés perceptivo sobre a imprevisibilidade, construído ao longo do desenvolvimento. Além disso, é importante considerar o estudo destas relações de forma multidimensional, a fim de se analisar os vários aspectos que influenciam o risco (social, cultural, individual e contextual) e a imprevisibilidade (perceptiva, objetiva e contextual). Esta tese teve como objetivos: (1) comparar diferentes instrumentos/metodologias de mensuração do risco relacionadas a diferentes formas de envolvimento do participante em situação de tomada de decisão; (2) investigar as relações da percepção de imprevisibilidade do ambiente infantil, da percepção de imprevisibilidade do ambiente atual e da imprevisibilidade objetiva do ambiente atual com as taxas de propensão ao risco; e (3) diferenciar grupos sexuais e grupos experimentais de imprevisibilidade contextual imediata manipulada quanto à variação das taxas de propensão ao risco. Esta pesquisa constou de etapa de construção de instrumento de ativação contextual (a partir de grupos focais; n=35), etapa de pré-teste (n=46) e etapa de coleta propriamente dita (n=211). Tanto no pré-teste quanto na coleta de dados foram usados os mesmos instrumentos: além de questionário sociodemográfico e questionário sobre marcos futuros, usamos instrumentos de imprevisibilidade (EIFI, dados objetivos e ativação contextual por meio de vídeos) e de propensão ao risco (EPRE, jogo driving a car e jogo de cartas). A coleta ocorreu individualmente em setting experimental, com grupos amostrais: 120 participantes eram mulheres (m=21,60 anos; dp=2,19) e 91 eram homens (m=21,46 anos; dp=2,0); 74 participantes compuseram o grupo somático, 78 o grupo reprodutivo e 59 o grupo controle. Os resultados apoiaram a hipótese da relação entre a percepção de imprevisibilidade na infância e a propensão ao risco em etapas mais maduras da vida. Entretanto, esta relação é acompanhada de outros fatores diretamente, tal como a expectativa de vida, e indiretamente, tais como a imprevisibilidade objetiva atual, a percepção de imprevisibilidade atual reprodutiva e o lócus de controle externo. Médias de risco foram diferenciadas por características sexuais, enquanto características contextuais diferenciam a estratégia de resposta ao risco, ou seja, sob ativação contextual o indivíduo recorre mais fortemente à percepção de imprevisibilidade infantil para responder à propensão ao risco do que à expectativa de vida. Além disso, este trabalho contribuiu para a construção e desenvolvimento de instrumentos válidos para o estudo da propensão ao risco voltados para população brasileira
Título em inglês
Risk taking in unpredictability contexts: a human behavioral analysis within an evolutionary framework
Palavras-chave em inglês
Evolutionary Pshychology
Life History Theory
Multidimensional approach
Risk-taking
Unpredictability
Resumo em inglês
According to the Evolutionary Theory, risk-taking is an evolved behavioral strategy to deal with individual and environmental cues about the availability of resources. Among the environmental cues, unpredictability is one of the most influential on risk-taking. However, there is no consensus whether the actual unpredictability of the current environment or a developmentally acquired perceptual bias of the unpredictability is more important. Furthermore, it is important to consider the study of these relationships in a multidimensional way in order to analyze the various aspects that influence risk (social, cultural, individual and contextual) and unpredictability (perceptive, objective and contextual). This project aimed at: (1) comparing different risk-taking instruments/measures related to different forms of participant involvement in decision-making situations; (2) investigating the relationships between perception of unpredictability in the childhood, perception of unpredictability in current life and objective unpredictability with risk-taking; and (3) differentiating gender and experimental groups with handling contextual unpredictability on risk-taking averages. This research included a phase for the development of an activation of unpredictability instrument (from focus groups, n = 35), stage of pre-test (n=46), and stage of data collection (n=211). Both for the pre-test and for data collection the same instruments were used: a sociodemographic questionnaire, a questionnaire of future milestones, instruments of unpredictability (EIFI, objective data and contextual activation through videos), and instruments of risk-taking (EPRE, game driving a car and cards game). Data collection occurred individually in experimental setting with sample groups: 120 participants were women (mean = 21.60 years, sd= 2.19) and 91 were men (m= 21.46 years, sd=2.0); 74 participants in the somatic group, 78 in the reproductive group and 59 in the control group. The results supported the hypothesized relationship between early childhood perception of unpredictability and risk-taking in mature stages of life. However, this relationship is directly accompanied by other factors, such as life expectancy, and indirectly, such as the objective unpredictability, perception of current reproductive unpredictability and external locus of control. Risk-taking means were differentiated by sex, while contextual characteristics differentiated the strategy of risk response, i.e., under contextual activation individuals use more strongly the childhood perception of unpredictability to respond to risk-taking than to life expectancy. Furthermore, this study has contributed to the construction and development of valid instruments for the study of risk-taking in the Brazilian population
 
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rodrigues_do.pdf (2.45 Mbytes)
Data de Publicação
2014-06-05
 
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