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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Laura Sahm Shdaior
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Rosa, Miriam Debieux (Presidente)
Goncalves Filho, Jose Moura
Marazina, Isabel Victoria
Título em português
Entre o emprego e a militância: ensaios sobre a atuação na rede pública de atenção ao usuário de drogas
Palavras-chave em português
Cracolândia
Emprego
Militância
Psicanálise
Responsabilidade
Resumo em português
Se a reforma psiquiátrica e a redução de danos reconhecem a participação social como dimensão fundamental da atuação na rede de atenção psicossocial, é possível dizer que a prática das equipes desta rede coincide com o conceito de responsabilidade da Psicanálise e com a concepção de ação e política, de Hannah Arendt. A intervenção na região do centro da cidade de São Paulo conhecida como Cracolândia confirma essa perspectiva, uma vez que põe em evidência a dimensão social do sofrimento da população que por ali circula. Contudo, a transformação moderna da ação em comportamento alarga a distância entre política e atividade profissional, acusando a primeira de militância e restringindo a segunda ao que se denomina emprego. A consequência disso é uma leitura imaginária da responsabilidade dos atores envolvidos: aos profissionais das equipes multiprofissionais é atribuída a impotência e às instâncias superiores a onipotência. A fim de superar essa concepção, a presente dissertação procura fornecer ferramentas para que o profissional da rede pública de atenção ao usuário de drogas possa identificar, legitimar e realizar em suas práticas diárias o exercício da política, no sentido arendtiano do termo. Mais especificamente, o objetivo é apresentar a ética da responsabilidade em contraposição à lógica da obediência a fim de favorecer que os profissionais provoquem transformações em seu campo de atuação. Trata-se de um ensaio em psicanálise dividido em quatro capítulos. O primeiro visa delimitar o campo de intervenção e esclarece o que é intersetorialidade, integralidade e articulação de rede. Os três capítulos seguintes articulam conceitos arendtianos e psicanalíticos com cenas vividas na atuação da rede pública de atenção psicossocial, especificamente na região da Cracolândia. Em particular, as cenas do segundo capítulo introduzem a discussão sobre burocracia e seus desdobramentos a partir da exposição da banalidade do mal, pensada por Arendt. O terceiro capítulo discorre sobre a compreensão da autora sobre ação e os conceitos que a ela se relacionam. Ao delimitar também o que não corresponde à ação, a discussão psicanalítica sobre tática, estratégia e política será introduzida. Por fim, o quarto capítulo apresenta a concepção de Claude Lefort sobre o lugar vazio do poder e elenca ainda outras ferramentas que possam auxiliar o profissional da rede de atenção psicossocial em suas práticas diárias
Título em inglês
Not informed by author
Palavras-chave em inglês
Crack-land
Employment
Militancy
Psychoanalysis
Responsibility
Resumo em inglês
If the psychiatric reform and the harm reduction strategy acknowledge social participation as a fundamental aspect of operating within the psychosocial care network, it is safe to say that this network's operations agree with Hannah Arendt's concept of politics and action and also with the concept of responsibility, according to Psychoanalysis. The intervention that took place indowntown São Paulo, a region popularly known as "Crack-land", affirms this point of view, as it sheds light on the social facet of this population's suffering. However, modern era's transformation of action into behavior lengthens the distance between politics and professional activity, labeling the first as militancyand restricting the latter to what is called employment. As a consequence, there is an imaginary reading of what the involved actor´s responsibilities are: the multi-professional teams are attributed with impotence while the higher instances are ascribed with omnipotence. For the purpose of overcoming this conception, this study aims to provide mechanisms to the professionals within the public network of drug-user care, so that they can identify, legitimize and perform, within their daily practice, the exercise of politics, according to Arendt's vision of what politics means. More specifically, the goal is to oppose the ethics of responsibility with the logic of submission, in order to create conditions for practitioners to transform their field of action. This is a psychoanalytic essay divided into four chapters. The first aims to delimit the field of intervention and clarifies the meaning of intersectoral actions, integrality and network articulation. The following three chapters connect arendtian and psychoanalytic concepts with real scenes from operating inside the public network of psychosocial care, specifically in the region called "Crack-land". Notably, the scenes in the second chapter introduce the discussion concerning bureaucracy and its development, based on the exposition of the banality of evil, thought out by Arendt. The third chapter is founded on the author's comprehension of action, and its underlying concepts. By also delimitating what does not correspond to action, the psychoanalytic debate surrounding tactics, strategy and politics will be introduced.Lastly, the fourth chapter presents Claude Lefort's conception of power as an empty space, and, furthermore, points out other tools that might assist professionals in the psychosocial care network in their daily practice
 
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laura_me.pdf (2.75 Mbytes)
Data de Publicação
2019-11-08
 
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