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Master's Dissertation
DOI
Document
Author
Full name
Thais Fernandes Alvim Coelho
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2019
Supervisor
Committee
Costa, Marcelo Fernandes da (President)
Bonci, Daniela Maria Oliveira
Lopes, Marcia Caires Bestilleiro
Souza, Givago da Silva
Title in Portuguese
Relação entre sensibilidade ao contraste e julgamento de expressões faciais de emoções em crianças de 6 a 14 anos
Keywords in Portuguese
Desenvolvimento
Julgamento de emoções
Percepção de faces
Sensibilidade ao contraste
Abstract in Portuguese
Este trabalho teve como objetivo estudar a relação entre sensibilidade ao contraste e o julgamento de expressões faciais de emoções durante o desenvolvimento infanto- juvenil, analisando a existência de possíveis correlações entre idade, taxa de acertos nas respostas e nível de contraste testado; além de diferenciar quais expressões emocionais precisam de maior/menor contraste para serem identificadas corretamente. Foram testadas 50 crianças, com idade média de 10,3 anos (desvio padrão= 2,05 anos; mediana= 10,5 anos e variação entre 6 e 14 anos) da Escola Municipal General Liberato Bittencourt (São Paulo/SP). Tivemos um grupo de adultos para comparação de pleno desenvolvimento, que contou com 30 adultos com acuidade visual normal, com idade média de 22,7 anos (desvio padrão= 2,7; mediana= 22,0 anos, variação entre 18 e 30 anos). Foi necessário desenvolver um instrumento de testagem que abrangesse todos os aspectos que queríamos abordar. Para isso utilizamos o Programa de Psicofísica Psykinematix. Avaliamos 4 diferentes expressões faciais, sendo neutra, alegria, tristeza e raiva, tanto para face feminina quanto para masculina. A tarefa do participante foi a de julgar o sexo e a emoção de cada imagem apresentada. Testamos 5 níveis de contraste distribuídos logaritmicamente entre 2,5% e 15% (2,5; 3,4; 5,2; 8,5; 15). O limiar de contraste para julgamento de cada emoção em cada sexo foi obtido por meio de uma medida psicofísica de Estímulos Constantes. Cada um dos níveis de contraste foi apresentado 3 vezes para cada uma das 4 expressões faciais. A imagem de cada face/expressão apareceu na tela do computador por um tempo de 2 segundos. O sujeito realizou um total de 120 julgamentos (60 faces masculinas + 60 faces femininas). Uma função psicométrica determinou o limiar de contraste correspondente a 75% de julgamentos corretos. Como resultado, encontramos um aprimoramento da capacidade de reconhecimento de emoções em faces proporcional ao aumento da idade. Para face Masculina Neutra houveram diferenças estatisticamente significantes (F= 8,63; p< 0,001) entre os subgrupos: Adulto Masculino e Adulto Feminino; Adulto Masculino e Criança Masculino; Criança Feminino e Criança Masculino; Adulto Feminino e Criança Feminino. Para a face Masculina Alegre (F= 3,08; p= 0,032) houve diferença entre os subgrupos Adulto Masculino e Criança Masculino. Na face Masculina Triste (F= 6,50; p= 0,002), mantiveram a diferença entre Adulto Masculino e Criança Masculino; e entre os subgrupos Adulto Feminino e Criança Feminino. Nas faces Femininas tivemos na Neutra (F= 5,13; p= 0,003), a diferença entre os subgrupos Adulto Masculino e Criança Masculino. Na face Alegre (F= 5,57; p= 0,002) tivemos diferença entre os subgrupos Adulto Feminino e Criança Feminino. A face Feminina Triste (F= 4,04; p= 0,011) mostrou diferença entre Adulto Masculino e Criança Masculino; e entre os subgrupos Adulto Feminino e Criança Feminino. Foi identificado apenas uma diferença estatisticamente significante entre os subgrupos de mesma idade testados, onde os Homens Adultos necessitaram de um menor limiar de contraste para identificar a face do Homem com expressão Neutra, dentre todos os outros subgrupos, e sexo/expressões, não houve diferença estatisticamente significante. Como conclusão: o contraste de luminância afeta o julgamento de expressões faciais quando comparamos adultos e crianças, independente da emoção expressada
Title in English
Not informed by author
Keywords in English
Desenvolvimento
Julgamento de emoções
Percepção de faces
Sensibilidade ao contraste
Abstract in English
This work aimed to study the relationship between sensitivity to contrast and the judgment of facial expressions of emotions during the development of children and adolescents, analyzing the existence of possible correlations between age, rate of correct answers and level of contrast tested; in addition to differentiating which emotional expressions need greater / lower contrast to be correctly identified. 50 children were tested, with a mean age of 10.3 years (standard deviation= 2.05 years, median= 10.5 years and variation between 6 and 14 years) of Escola Municipal General Liberato Bittencourt (São Paulo / SP). We had a group of adults for comparison of full development, who had 30 adults with normal visual acuity, mean age of 22.7 years (standard deviation= 2.7, median= 22.0 years, variation between 18 and 30 years). It was necessary to develop a testing instrument covering all the aspects we wanted to address. For this we use Psykinematix Psychophysics Program. We evaluated 4 different facial expressions, being neutral, joy, sadness and anger, both for the female and male faces. The participant's task was to judge the sex and emotion of each presented image. We tested 5 levels of contrast distributed logarithmically between 2.5% and 15% (2.5, 3.4, 5.2, 8.5, 15). The contrast threshold for the judgment of each emotion in each sex was obtained by means of a psychophysical measure of Constant Stimuli. Each of the contrast levels was presented 3 times for each of the 4 facial expressions. The image of each face / expression appeared on the computer screen for 2 seconds. The subject performed a total of 120 judgments (60 male faces + 60 female faces). A psychometric function determined the contrast threshold corresponding to 75% of correct judgments. As a result, we find an improvement in the ability to recognize emotions in faces proportional to the increase in age. There were statistically significant differences between the subgroups for Male Neutral Face (F= 8.63, p< 0.001): Male and Female; Adult Male and Child Male; Child Female and Child; Adult Female and Child Female. For the Joy Male (F= 3.08, p= 0.032) there was a difference between the Male and Female subgroups. In the sad male face (F= 6.50, p= 0.002), they maintained the difference between male and female; and among the subgroups Adult Female and Female Child. In the Female Faces we had in Neutral (F= 5.13, p= 0.003), the difference between the subgroups Adult Male and Male Child. In the Joy face (F= 5.57, p= 0.002) there was difference between the subgroup Adult Female and the subgroup Child Female. The sad female (F= 4.04, p= 0.011) showed difference between male and female; and among the subgroups Adult Female and Female Child. Only a statistically significant difference was identified among the subgroups of the same age tested, where Adult Men required a lower contrast threshold to identify the Neutrally Man face, among all the other subgroups, and sex / expressions, there was no difference statistically significant. As a conclusion: the luminance contrast affects the judgment of facial expressions when comparing adults and children, regardless of the emotion expressed
 
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coelhoThais_me.pdf (1.30 Mbytes)
Publishing Date
2019-11-28
 
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