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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.48.2016.tde-06102016-150903
Documento
Autor
Nome completo
Elisabete Martins da Fonseca
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Santos, Marcos Ferreira dos (Presidente)
Lacerda, Sandra da Costa
Porto, Maria do Rosario Silveira
Rosito, Margarete May Berkenbrock
Rubira, Fabiana de Pontes
Título em português
Imaginário e formação de educadores: a narrativa de si
Palavras-chave em português
Antropologia educacional
Autobiografia
Formação de professores
Imaginário
Narrativa
Resumo em português
Nesta tese apresento a autobiografia como uma possibilidade de pesquisa em educação (Berkenbrock-Rosito, 2009; Gusdorf, 1991; Paula Carvalho, 1998; Ricoeur, 1991 e 1994; Ferreira-Santos, 1998, 2003 e 2005; Ferreira-Santos & Almeida, 2012), admitindo que a narrativa autobiográfica oportunize o reconhecimento das marcas geradas pela e na pessoa, que ao narrar expressa o seu modo de ser, o seu imaginário. Parte-se do princípio de que o imaginário é a força motriz dos processos de criação e, portanto, da formação dos educadores numa perspectiva da antropologia educacional. Ao narrar seu percurso a educadora tem a oportunidade de reconhecer sua própria autoria, seu modo particular de criar novas experiências a partir das trocas geradas em seu cotidiano. Ao narrar a educadora também pode recriar-se. A narrativa de si, como pesquisa autobiográfica, expressa pelo imaginário o sentido da obra a que cada pessoa dedica sua vida, revelando a diversidade dos seus itinerários de formação. Revela-se como uma oportunidade de reelaboração e de imersão no processo formativo, possibilitando o reconhecimento da obra do narrador ao ressignificar sua própria história. Ao narrar meu percurso profissional pelo caminho da educação, reconheci as marcas de minha autoria impressas em cada uma das experiências profissionais nas quais atuei, como professora alfabetizadora, professora no ensino fundamental, médio e superior, e também como gestora e formadora na rede pública no ensino fundamental e na educação infantil. Em cada uma destas experiências cotidianas reconheci a força do imaginário nos processos formativos. Força manifesta pelas produções autorais, quando deixamos de reproduzir o que fizeram conosco e passamos a criar nosso próprio modo de imprimir nossa marca no que fazemos. A narrativa de si emerge como obra inacabada gerada no trajeto antropológico da pessoa em seu constante processo de constituição, na incessante troca de suas pulsões subjetivas e da objetividade de seu meio sócio-cultural.
Título em inglês
Imaginary and educators training: a narrative of si
Palavras-chave em inglês
Autobiography
Educational anthropology
Imaginary
Narrative
Teacher training
Resumo em inglês
In this thesis I present the autobiography as a possibility of research in education (Berkenbrock-Rosito, 2009; Gusdorf, 1991; Paula Carvalho, 1998; Ricoeur, 1991 and 1994; Ferreira-Santos, 1998, 2003 and 2005; Ferreira-Santos and Almeida, 2012), assuming that the autobiographical narrative give brand recognition generated by and in person, when recounting that expresses his way of being, your imagination. It starts from the principle that the imagination is the driving force of the processes of creation and therefore the training of educators from the perspective of educational anthropology. In recounting his journey the teacher has the opportunity to recognize their own making, his particular way of creating new experiences from the exchanges generated in their daily lives. In recounting the educator can also recreate themselves. The narrative itself as autobiographical research expressed by the imaginary sense of the work that each person dedicates his life revealing the diversity of its training itineraries. It is revealed as an opportunity to restate and immersion in the training process, enabling the recognition of the narrator's work to reframe their own history. In recounting my career the way of education, I recognized the printed marks of my own in each of the professional experiences in which I worked as a literacy teacher, teacher in primary, secondary and higher education, as well as manager and trainer in public in primary and early childhood education. In each of these everyday experiences I recognized the imaginary strength in the formative processes. Force manifested by copyright productions, when we fail to reproduce what they did to us and we started to create our own way to print our brand in what we do. The narrative itself emerges as unfinished work generated in the anthropological path of the person in their constant process of constitution in the constant exchange of their subjective impulses and objectivity of their socio-cultural environment.
 
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Data de Publicação
2016-10-27
 
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