Dissertação de Mestrado
Documento
Dissertação de Mestrado
Autor
Nome completo
Ísis Maria de Paula Oliveira
E-mail
Unidade da USP
Faculdade de Educação (FE)
Área de Concentração
Data de Defesa
2026-02-23
Imprenta
São Paulo, 2026
Orientador
Banca examinadora
Silva, Michela Tuchapesk da (Presidente)
Batista, Eduardo Pereira
Osorio, Carolina Tamayo
Título em português
Aqui a gente não faz matemática. Fabulações de uma pedagoga-cartógrafa numa escola indígena
Palavras-chave em português
Aprender; Confluências; Corpo-olho-do-sensível; Educação matemática; Linhas de força
Resumo em português
A presente pesquisa de mestrado a partir de uma abordagem transversal na Educação Matemática, busca tensionar as relações com o aprender a partir dos conceitos da Filosofia da Diferença e de teorias contra coloniais, que contribuem para discutirmos as práticas educacionais, sociais e culturais indígenas em contextos escolares. Utilizamos a cartografia como modo de pesquisa, entendendo que seu processo contribui com os objetivos do trabalho que consiste em mapear as linhas de força que organizam o aprender em uma escola indígena, bem como pensar nas relações que são produzidas no entre das práticas indígenas e a matemática escolar. Este estudo foi desenvolvido no Centro de Educação e Cultura Indígena - CECI Jaraguá, São Paulo, que atende a comunidade guarani mbya . Neste, buscamos problematizar a aprendizagem de uma matemática hegemônica ocidental, a partir da produção do mapa aprender-matemática-escola-indígena-guarani, a fim de percorrermos caminhos outros com a Educação Matemática, caminhos que possibilitam práticas de resistências às regulamentações legitimadas pela instituição escola.
Título em inglês
Here we dont do mathematics. Fabulations of a pedagogue-cartographer in an Indigenous school
Palavras-chave em inglês
Body-eye-of-the-sensible; Confluences; Learning; Lines of force; Mathematics education
Resumo em inglês
This master's research, using a cross-cutting approach in Mathematics Education, seeks to explore the relationship with learning through concepts from the Philosophy of Difference and counter-colonial theories, contributing to a discussion of Indigenous educational, social, and cultural practices in school contexts. We used cartography as a research method, understanding that its process contributes to the objectives of the work, which consists of mapping the lines of force that organize learning in an Indigenous school, as well as considering the relationships produced between Indigenous practices and school mathematics. This study was developed at the Indigenous Education and Culture Center - CECI Jaraguá, São Paulo, which serves the Guarani Mbya community. Here, we sought to problematize the learning of a hegemonic Western mathematics, based on the production of the map "learning-mathematics-school-indigenous-Guarani," in order to explore alternative paths with Mathematics Education, paths that enable practices of resistance to the regulations legitimized by the school institution.
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Data de Publicação
2026-04-13
Trabalhos decorrentes
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