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Thèse de Doctorat
DOI
10.11606/T.5.2017.tde-06042017-085222
Document
Auteur
Nom complet
Juliana Caldas Ribeiro
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2016
Directeur
Jury
Hajjar, Ludhmila Abrahão (Président)
Galas, Filomena Regina Barbosa Gomes
Gaiotto, Fábio Antônio
Panerai, Ronney Bernardes
Titre en portugais
Avaliação da hemodinâmica encefálica em pacientes de alto risco submetidos a cirurgia cardíaca: papel do balão de contrapulsação intra-aórtico
Mots-clés en portugais
Balão intra-aórtico
Complicações pós-operatórias
Delírio/diagnóstico
Lesões encefálicas
Revascularização miocárdica
Velocidade do fluxo sanguíneo
Resumé en portugais
Introdução: A cirurgia cardíaca resulta em taxa considerável de complicações neurológicas, incluindo delirium, disfunção cognitiva e acidente vascular cerebral isquêmico. Supõe que a fisiopatologia envolva embolia, aterotrombose, hipofluxo, redução do débito cardíaco e alterações da autorregulação cerebral. O balão de contrapulsação intra-aórtico (BIA) é um dispositivo de assistência circulatória comumente utilizado no perioperatório de pacientes de alto risco com o objetivo de otimização do débito cardíaco e da perfusão coronária. Apesar do benefício hemodinâmico do BIA, não é conhecido seu efeito na hemodinâmica encefálica. Objetivo: Avaliar os efeitos do BIA na hemodinâmica encefálica em pacientes de alto risco submetido a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea (CEC). Métodos: Trata-se de um subestudo do estudo clínico prospectivo e randomizado "Balão de contra-pulsação intra-aórtico eletivo em pacientes de alto risco submetidos a cirurgia cardíaca", realizado no Instituto do coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo entre 2014 e 2016. Dos 181 pacientes incluídos no estudo randomizado, 67 pacientes foram incluídos no subestudo. Os pacientes eram adultos, submetidos a cirurgia cardíaca de revascularização miocárdica (RM) com fração de ejeção menor ou igual a 40% e/ou EuroScore maior ou igual a 6. Os mesmos foram randomizados para uso do BIA logo após a indução anestésica ou para grupo controle. A velocidade de fluxo sanguíneo cerebral (VFSC) pelo ultrassom Doppler transcraniano e a pressão arterial (PA) pelo Finometer foram continuamente gravados por 5 minutos antes da cirurgia (T1), 24h após (T2) e 7 dias após (T3). O índice de autorregulação (ARI) foi estimado através da resposta ao degrau da VFSC a mudanças na PA, derivados da análise da função de transferência. As seguintes complicações clínicas neurológicas foram avaliadas: delirium, disfunção cognitiva e acidente vascular cerebral isquêmico. Resultados: Dos pacientes incluídos no estudo, 34 foram alocados para a estratégia de uso profilático do balão intra-aórtico e 33 para a estratégia controle. Não houve diferenças significativas entre os grupos BIA e controle respectivamente, nos três tempos de avaliação, em relação ao ARI (T1 - 5,5 ± 1,9 vs 5,7 ± 1,7; T2 - 4,0 ± 1,9 vs 4,1 ± 1,6; T3 - 5,7 ± 2,0 vs 5,7 ± 1,6, P= 0,978) e em relação à VFSC (T1 - 57,3 ± 19,4 vs 59,3 ± 11,8; T2 - 74,0 ± 21,6 vs 74,7 ± 17,5; T3 - 71,1 ± 21,3 vs 68,1 ± 15,1; P=0,952). O grupo BIA e o grupo controle apresentaram incidência semelhante de complicações neurológicas (delirium na unidade de terapia intensiva - 26,5% vs 24,2%, P=0,834, acidente vascular cerebral isquêmico - 3,0% vs 2,9%, P=1,00, e declínio cognitivo pós-operatório através das escalas Mini Mental State Examination MMSE - 16,7% vs 40,7%; P= 0,073 e Avaliação Cognitiva Montreal MoCA - 79,16% vs 81,5%; P= 1,000). Conclusões: O uso profilático do BIA em pacientes de alto risco submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio não altera a hemodinâmica encefálica e não está associado ao aumento de complicações neurológicas como delirium, declínio cognitivo e acidente vascular cerebral isquêmico
Titre en anglais
Cerebral hemodynamic in high-risk cardiac patients undergoing cardiac surgery with cardiopulmonary bypass: the role of intra-aortic balloon
Mots-clés en anglais
Blood flow velocity
Brain injuries
Delirium/diagnosis
Intra-aortic balloon pumping
Myocardial revascularization
Postoperative complications
Resumé en anglais
Introduction: Cardiac surgery is associated with a high incidence of neurologic complications, such as delirium, cognitive decline and stroke. The pathophysiology probably involves embolism, thrombosis, decreased cardiac output and abnormalities in cerebral autoregulation. The intraaortic balloon pump (IABP) is an assist device commonly in high-risk patients undergoing cardiac surgery aiming to increase the cardiac output and to improve the coronary perfusion. However, the effect of the IABP on the cerebral hemodynamic is unknown. Objectives: To assess the effect of IABP on cerebral hemodynamics in high-risk patients undergoing cardiac surgery with cardio-pulmonary bypass (CPB). Methods: This is a substudy of the randomized controlled trial "Intraaortic Balloon Counterpulsation in Patients Undergoing Cardiac Surgery (IABCS trial)", performed at the Heart Institute/University of Sao Paulo, from 2014 to 2016. Of the 181 patients included in the IABCS, 67 were included if they were submitted to cardiac surgery and if they had one of these two criteria: left ventricular ejection fraction equal or lower than 40% and/or EuroSCORE equal or higher than 6. Patients were allocated to the strategy of prohylatic IABP after anesthesia induction or to control. Cerebral blood flow velocity (CBFV) through transcranial Doppler and blood pressure (BP) through Finometer or intra-arterial line were continuously recorded over 5 minutes preoperatively (T1), after 24h (T2) and 7 days after surgery (T3). Autoregulation index (ARI) was estimated from the CBFV response to a step change in BP derived by transfer function analysis. The following complications neurologic were evaluated: delirium, cognitive decline and stroke. Results: Of the included patients, 34 were allocated to the IABP group and 33 to control group. There were no significant differences between the IABP and the control respectively in the following parameters: ARI (T1 - 5.5 ± 1.9 vs 5.7 ± 1.7; T2 - 4.0 ± 1.9 vs 4.1 ± 1.6; T3 - 5.7 ± 2.0 vs 5.7 ± 1.6, P= 0.978), CBFV (T1 - 57.3 ± 19.4 vs 59.3 ± 11.8; T2 - 74.0 ± 21.6 vs 74.7 ± 17.5; T3 - 71.1 ± 21.3 vs 68.1 ± 15.1; P=0.952). Both groups (IABP and control) had similar incidence of neurological complications (delirium - 26.5% vs 24.2%, P=0.834, stroke - 3.0% vs 2.9%, P=1.00, and cognitive decline through the scales Mini Mental State Examination MMSE - 16,7% vs 40,7%; P= 0.073 and Montreal Cognitive Assessment MoCA - 79.16% vs 81.5%; P= 1.000). Conclusions: The prophylactic use of IABP in high-risk patients undergoing cardiac surgery does not change the cerebral hemodynamic and is not associated with higher incidence of neurologic complications such as delirium, cognitive decline and stroke
 
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Date de Publication
2017-04-06
 
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