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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.5.2020.tde-07012020-122629
Documento
Autor
Nome completo
Jaime Paula Pessoa Linhares Filho
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Hueb, Whady Armindo (Presidente)
Garcia, Rosa Maria Rahmi
Hajjar, Ludhmila Abrahão
Soares, Paulo Rogério
Título em português
Prognóstico em longo prazo dos biomarcadores de injúria miocárdica e do realce tardio avaliado pela ressonância magnética cardíaca após revascularização miocárdica
Palavras-chave em português
Biomarcadores
Creatinoquinase-MB
Doença da artéria coronária
Prognóstico
Ressonância magnética
Revascularização miocárdica
Troponina
Resumo em português
Introdução: Durante o seguimento de pacientes com doença arterial coronariana (DAC) estável, é frequente a indicação de revascularização miocárdica, seja cirúrgica ou percutânea. Após esses procedimentos, a liberação de biomarcadores cardíacos (troponina e fração MB da creatinofosfoquinase - CK-MB), os quais estão associados a injúria miocárdica, é bastante comum. No entanto, o valor prognóstico desta liberação ainda não está bem estabelecido. Neste contexto, a ressonância magnética cardíaca (RMC) pode acrescentar informações tanto de complementação diagnóstica, como de melhor predição prognóstica. Adicionalmente, há poucos estudos avaliando biomarcadores cardíacos e novo realce tardio em um seguimento em longo prazo. Objetivo: avaliar o valor prognóstico em longo prazo da liberação de biomarcadores cardíacos e do novo realce tardio na RMC após procedimentos eletivos de revascularização miocárdica. Métodos: No período de maio de 2012 a março de 2014, foram incluídos 202 pacientes com DAC multiarterial e função ventricular preservada submetidos a revascularização miocárdica eletiva (percutânea ou cirúrgica). A coleta dos biomarcadores cardíacos em tempos pré-especificados e a RMC foram realizadas antes e após os procedimentos em todos os pacientes. O desfecho primário composto foi ocorrência de morte, infarto do miocárdio não fatal, revascularização adicional ou internação por causa cardiovascular (angina instável ou insuficiência cardíaca). As taxas de eventos foram estimadas pelo método de Kaplan- Meier, e as diferenças entre os grupos utilizando-se o teste do log-rank. Além disso, foi realizada uma análise multivariada para identificação de preditores independentes do desfecho primário e da mortalidade. O software SPSS versão 21 para Macintosh foi utilizado, e os testes foram realizados considerando nível de significância de 5%. Resultados: Em um seguimento mediano de 5 anos (4,8 - 5,8 anos), 136 (67,3%) pacientes foram submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) e 66 (32,7%) à intervenção coronária percutânea (ICP). Durante o seguimento, foi documentada a ocorrência do desfecho primário em 29 (14,3%) pacientes, dos quais 16 (11,1%) e 13 (22,4%) ocorreram nos grupos com CK-MB (pico) <= 26,35ng/ml e > 26,35ng/ml, respectivamente (p = 0,04). Pacientes que apresentaram um pico de troponina <= 5,67ng/ml e > 5,67ng/ml apresentaram 18 (11,6%) e 11 (23,4%) ocorrências do desfecho primário, respectivamente (p = 0,04). Em relação aos achados da RMC, 20 eventos (12,0%) ocorreram no grupo sem novo realce tardio e 9 (25,2%) nos pacientes com novo realce tardio (p = 0,045). Diferentemente da estratificação utilizando os marcadores de injúria miocárdica, a ocorrência de novo realce tardio associou-se a aumento da incidência de mortalidade (p = 0,02). Adicionalmente, após análise multivariada, a ocorrência de novo realce tardio mostrou-se como único preditor independente de eventos cardiovasculares e mortalidade. Conclusão: Nesta amostra, a elevação de biomarcadores cardíacos de injúria miocárdica após procedimentos eletivos de revascularização está associada ao aumento de risco de eventos cardiovasculares. Além disso, a ocorrência de novo realce tardio mostrou-se um preditor independente de eventos cardiovasculares e mortalidade
Título em inglês
Long-term prognostic value of myocardial injury biomarkers and late gadolinium enhancement after revascularization procedures, MASS-V follow-on
Palavras-chave em inglês
Biomarkers
Coronary artery disease
Creatine kinase-MB
Magnetic resonance imaging
Myocardial revascularization
Prognosis
Troponin
Resumo em inglês
Introduction: In stable coronary artery disease (CAD), cardiac biomarkers (troponin and CK-MB) release is quite common after revascularization procedures, even in absence of myocardial infarction (MI) confirmation by traditional methods (electrocardiogram and echocardiogram). In this context, late gadolinium enhancement cardiac resonance (LGE-CMR) may add useful information on periprocedural MI diagnosis and long-term prognosis. Objective: This study sought to evaluate long-term prognostic value of cardiac biomarkers elevation and new LGE after uncomplicated myocardial revascularization procedures. Methods: From 2012 to 2014, 202 patients with stable multivessel CAD and preserved ventricular function who underwent elective myocardial revascularization (percutaneous or surgical) were included. Cardiac biomarkers measurement and LGE-CMR were performed before and after procedures. Primary endpoint was composed of overall death, MI, additional revascularization, or hospitalization due to cardiac cause. Kaplan-Meier and Cox proportional hazards regression were used to assess association between biomarkers elevation, new LGE and outcomes. Multivariate analysis was performed to identify independent prognostic predictors. Results: In a five-year follow-up (4.8 - 5.8 years), 136(67.3%) patients underwent CABG and 66(32.7%) PCI. Primary endpoint was observed in 29(14.3%) patients, of whom 16(11.1%) had CK-MB(peak) <=26.35ng/ml and 13(22.4%) had CK-MB(peak) > 26.35ng/ml (p=0.04). In patients with troponin(peak) <= 5,67ng/ml and > 5,67ng/ml, 18(11.6%) and 11(23.4%) reached primary endpoint, respectively (p=0.04). Regarding CMR findings, 36(17.8%) patients had new LGE. Twenty (12.0%) cardiovascular events occurred in patients with no new LGE and 9(25.2%) in patients with new LGE (p=0.045). New LGE was also associated to increased incidence of mortality, with 4(2.4%) and 4(11.1%) deaths in subjects without and with new LGE (p=0.02). Additionally, new LGE was the only independent predictor of primary endpoint and mortality (p=0.03 and p=0.02, respectively). Conclusion: Cardiac biomarkers elevation was associated to increased risk of primary endpoint. In addition, new LGE was an independent predictor of cardiovascular events and mortality
 
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Data de Publicação
2020-01-07
 
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